Quem são os “donos do poder”?


A teoria que rege o século 21 diz que:

“se você não está pagando pelo uso de um produto ou serviço, então o produto é você”.

Assim sendo, aqueles que pagam TV por assinatura é que determinam que conteúdo será exibido. Apenas aquilo que for aprovado e muito apreciado por esse público, ou seja, somente aquilo que tiver altos índices de aceitação e audiência e consequente potencial econômico oriundo de publicidade é que será transmitido também na TV aberta.
Em outras palavras: são os pagantes que indicam o que é bom para o “povo”

O “povo” ou os consumidores de produtos “gratuitos” recebem aquilo que é pago pela publicidade. Publicidade essa, porém, que abusivamente bombardeia os clientes que já pagaram pelo conteúdo.
De outra forma: os assinantes de canais fechados já pagam pelo conteúdo que recebem, enquanto a TV aberta é patrocinada pelos comerciantes que investem em propaganda.

Quem consome produtos pirateados ou extensões irregulares (gato) não pode nem reclamar nem elogiar porque corre o risco de ter o serviço bloqueado ou cancelado (é o caso de atualizar uma cópia pirata do Windows). No caso da internet, por exemplo, é mais conveniente ser lesado pela operadora de 3G  – com órgãos reguladores e de defesa a seu favor – do que ser lesado  puxando um “fio mágico” do seu vizinho – e ter que ficar calado sempre que houver queda na velocidade ou interrupção no serviço.

Se você paga, você pode. E se você estiver “só olhando” é porque você pretende pagar quando encontrar algo compatível com seu perfil e orçamento.
Quem paga tem o poder.

Dowglasz Abjhörsky.

Ver TV é uma obrigação


A maioria das pessoas na internet assiste os reality shows pelo prazer de falar mal desses programas. Não há nada de bom que possa ser aproveitado na maioria deles e o grande esporte é exatamente apontar os erros e todos os pontos negativos que os fazem ser produtos nocivos e de baixa qualidade.
Este prazer, porém, não é extasiante: não causa euforia ou nenhuma sensação sublime. Este prazer é aquele mesmo que se sente ao mergulhar a mão na água gelada depois de ter-se ferido com uma fôrma quente e pesada ao retirar um bolo do forno.

As pessoas não gostam realmente de assistir televisão: nem quem assiste TV aberta nem quem assina canais fechados. Ambos lamentam o conteúdo que recebem e choram por não poder “subir de nível”. Todos assistem pela obrigação de ter um assunto sobre o qual todos possam discutir em uma conversa.

O engraçado é que essa programação é elaborada pelos “donos do poder”, que têm um objetivo direto e específico com isso. Só que esses mesmos “donos do poder” reclamam dos efeitos causados na intelectualidade, cultura, educação, ética e moral da população.
E quem são os “donos do poder”?

Dowglasz Abjhörsky.

Big Brother Brasil 13


Um carpete groselha numa kitnet toda branca.

Programa de televisão perdeu 10 anos de oportunidades de ser referência em moda-casa e desenho de intereiores no Brasil.

O programa produzido pela Rede Globo e de propriedade da Endemol, chegou à sua décima segunda edição ainda com muitos adeptos, mas com muitos críticos contra o programa. A verdade é que os televisionários já estão saturados do formato, que é praticamente o mesmo, sem novidades aparentes, desde a primeira edição, há dez anos. Sim, “apenas” dez anos porque o reality show foi exibido no Brasil pela primeira vez em 2002, com duas edições nesse e no ano seguinte.

Em 2013 a emissora exibirá a décima terceira edição, o que se deduz pelas seletivas (que duram um ano inteiro) estarem acontecendo pelo país. Há quem acredite nesse como um número de má sorte, mas estudiosos garantem que é o contrário, particularmente para comunicações. Isso, porém, não interfere na saturação. Vale enfatizar que o jogo oferece premiações milionárias, tanto para os participantes quanto para os investidores (através do retorno oferecido pelo merchandising e campanhas veiculadas nos intervalos do programa). E esses investidores não terão o mesmo interesse se a satisfação em ficar com a TV ligada de terça a segunda das 22:00 às 23:00 for a mesma das tardes de Domingo.

O que o Big Brother Brasil traz de comum entre todas as edições são mudanças na casa: sempre diferente, desde a decoração, passando por todo o mobiliário, até alguns cômodos. Em 2012 tentou-se sugerir uma ducha ecologicamente correta mas a sugestão, na verdade, foi que o “ecologicamente correto” é algo indesejável e obsoleto: era um chuveiro à manivela, que daria certo tempo de água quente de acordo com as voltas que se dava na alavanca. Erro pré-escolar (para evitar ofensas aos estudantes do Ensino Fundamental I, equivalente ao antigo primário) que não deve ser repetido senão pelos comediantes.

Ora, se todo ano a Globo apresenta uma casa nova, inclusive depois de fazer suspense, por que não apresentar algo que seja realmente surpreendente? Quero dizer, surpreendente no bom sentido – já que todos ficam surpresos com as babaquices que são mostradas. O BBB sempre teve tudo pra isso e deveria efetivamente ser um dos momentos mais esperados pelos designers, pela indústria da “moda-casa”, pelos compradores compulsivos de mobília, obras de arte, tintas de parede, pia, torneira, telhado, tapete, almofada, travesseiro… “Big Brother Brasil” deveria ser um “Fashion Home & Design” da TV brasileira. Aliás, se quiser manter a audiência e a popularidade do programa, é melhor pensar muito bem nisso porque mal chegava a metade da última edição e já rolava abaixo assinado pelas redes sociais pra tirar o programa do ar – independente do episódio “c* de bebo(a) não tem dono” (apesar de alimentado por ele).

Dwsz.

Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

#PPP no #DONQQ


The unbalanced discovery boosts the unseen blast.
Clique aqui e saiba como anunciar

Hein? Não entendeu nada da frase acima? Não faz diferença, preste atenção apenas no que vem a seguir.

O Dê O Nome Que Quiser já está disponibilizando espaço para publicidade. Os formatos adotados são apenas banneres em Custo Por Impressão (CPM, custo por milhar) e em Custo Por Período (aluguel de espaço com preço e prazo fixos) e os post pagos (ou publipost). Toda peça publicitária será identificada como tal afim de não confundir os leitores e garantir melhor retorno aos investidores.

Os formatos Custo Por Clique (CPC) e Custo Por Ação (CPA) também serão aceitos, porém apenas como bônus (comissão) dos outros formatos. Espero que outros blogueiros copiem essa ideia porque 120×120 pixeis na internet já está valendo mais do que 30 segundos na Rede Globo. Fazer propaganda de graça e receber míseros R$0,10 por cada raro clique é escravidão, pra não usar o termo ofensivo que ameaçou sair. Afinal de contas: não importa se o leitor clicou ou não, o que importa é que ele viu o anúncio e já tem o nome do anunciante na cabeça. Assim como nos anúncios em classificados de jornais (que também valem menos) o retorno é muito melhor para o anunciante se o produto/serviço anunciado vier com preço. Vale a pena investir nos GIFs animados (que, aliás, são MUITO mais leves do que os flash, carregando mais rápido e melhorando a visibilidade).

Agradecimentos ao Alexandre Mortágua pela ideia compartilhada no Twitter há tempos atrás.

Dwsz.

Final do Mundial Feminino de Curling, no Canadá, atinge níveis alarmantes de nerdice


A última pedra

Nesse fim de semana (na manhã dessa segunda-feira, pra dizer a verdade) eu conheci um esporte como há tempos eu não via: era a final do mundial de curling que estava sendo exibida pelo SporTv 2. Foi uma partida sensacional e emocionante.

O objetivo do jogo é atirar pedras em direção a um alvo, em uma pista de gelo de mais ou menos 40 metros. É semelhante a uma das provas daquele programa de gincana do SBT que era apresentado pelo Celso Portiolli, sobre uma mesa onde se atirava discos. O esquema é o mesmo: ir atirando os discos/pedras que vão deslizando em direção ao alvo. Manter a pedra no alvo é ponto para a equipe, tirar uma pedra/disco do alvo retira um ponto da equipe correspondente. Além disso, no curling, só se considera a(s) pedras mais próximas do centro do alvo (que eu chamaria de mosca, mas não sei se o termo é utilizado nesse esporte) sendo um ponto por pedra e parando a contagem na primeira pedra adversária.

A partida foi especialmente interessante porque era uma final com duas esquipes magníficas! Cada jogada era realizada com admirável precisão. E foi justamente essa precisão que decidiu o resultado final, na última pedra do último range!

Foi interessante observar o nerdômetro disparar a cada movimento, a cada gesto das competidoras. Além de necessário calcular minuciosamente a força e a direção do arremesso por uma integrante da equipe, as outras integrantes eram responsáveis por friccionar o gelo com uma espécie de vassoura de nylon afim de induzir ou reduzir a velocidade da pedra ou até mesmo fazer uma leve curva (uma parábola) com ela.

Um jogo simples mas nem por isso fácil, emocionante e surpreendente que se assemelha ao futebol pelo resultado só ser definido no último instante da partida, mas se distancia absurdamente por abolir o fator sorte e, o mais óbvio de tudo, ser um ESPORTE de EQUIPE (duas coisas que o futebol deixou de ser há pelo menos duas décadas).

Além de tudo eu finalmente descobri um macete para diferenciar a Suíça da Suécia (justamente os times que jogaram a final desse mundial de curling). É muito simples: a abreviação de Switzerland é “SWI”, que se aproxima de “Suíça”, e a abreviação de Sweden é “SWE”, que se aproxima de “Suécia”. E assim se resolve um problema que me acompanhou por anos.

Dwsz.

Spike Lee fez a coisa certa


Depois de assistir ao filme de Spike Lee que foi indicado pela UFBA (Faça a coisa certa), eu fiquei muito inspirado e vi muitas possibilidades de descrever, a partir dele, os conceitos dos três ensaios que eu estou trabalhando: Racialismo e Interculturalidade, Progressivismo (já publicados no Scribd) e O Despertar Tendencioso – Hipnagogia na sociedade (ainda em produção).

Eu não quis desperdiçar toda essa inspiração e decidi escrever sobre isso. Era pra ser um artigo para o DONQQ, mas ficou tão extenso e descritivo que preferi trabalhá-lo melhor para ser o meu terceiro ensaio. Ele serve como aplicação de conceitos já apresentados e também como introdução à hipnagogia.

Bem, é verdade, eu ainda devo demorar um pouquinho para apresentar o ensaio sobre hipnagogia, já que ele pretende falar sobre o uso dessa técnica pela mídia, sua influência na sociedade e como ele ocorre naturalmente no sono “normal”. Então eu ainda vou ter que estudar e observar bastante até lá.

Visite meu perfil no Scribd e faça o download gratuito dos ensaios publicados.

Dwsz.

O anônimo mais famoso do Brasil, quiçá da Web!!!


Uh! Ahahahahah!!! Viva!!!

Não bastasse meu nome, no Google, retornar apenas resultados diretamente relacionados a mim… esses resultados somam 99 (noventa e nove) páginas!!! Isso é um record!!! Qual anônimo no mundo conseguiu esse feito?

Qual não foi minha surpresa hoje, ao conferir de novo essa pesquisa? O Google sugere meu nome, certinho (ortografia), quando você digita apenas “Dowg”. Fantástico!!!

Já posso me considerar famoso? Se não puder: ô Boninho, me chama aí pra participar do Big Brother, pô!

Abraço!

BBBlack Out


Big Brother Australia 2008

Image via Wikipedia

Estou gostando do Big Brother. Eu sei que tem muita, mas muita gente mesmo, que não gosta e fala mal. Realmente não é dos melhores programas do mundo. Ficar observando, opinando e interferindo na vida alheia é mesmo coisa de quem não tem o que fazer ou, pior, de quem não consegue viver a própria vida. Ou, até, não tem vida própria.

Infelizmente esse é o meu caso. Estou torcendo para o Rodrigão ficar na casa e não sair hoje. Ele é um ícone pra mim. Quase um ídolo. De madeira, sim, como todos os oferecidos pela televisão, mas deixemos os cupins fazerem seu trabalho no tempo certo.

Já a Ariadna, espero que ela volte à casa apenas pela simpatia e pelo desafio (uma transexual ganhar o prêmio principal do BBB11). Ela com cereteza irá oferecer o que o público quer ver.

Aliás,  público já tem visto muitas cenas tórridas, muitas delas protagonizadas por Diana. Desde o início ela conquistou a minha simpatia (mais do que a Aria) mesmo depois de ter mostrado um jeito meio muleque (quem assiste deve entender por que não “moleca”). Apesar de tudo ela é uma mulher fascinante em vários aspectos.

Aos produtores do programa, se quiserem uma boa sugestão, ocorreu-me uma enquanto assistia a última festa da casa. Eu percebi que a organização se preocupa menos com os participantes do que com os espectadores. Eis o paradoxo:

SE OS ORGANIZADORES DA FESTA SE PREOCUPAREM MENOS COM A FILAMAGEM, PERMITIRÃO QUE HAJA MENOS LUZ NA PISTA DE DANÇA. ISSO DEIXARÁ OS PARTICIPANTES MAIS “SOLTOS”, COMO NA BOITE. UM BLACKOUT DEIXARIA A FESTA ILUMINADA (QUASE) EXCLUSIVAMENTE PELA LUA.  NESSA FESTA, SIM, OS ESPECTADORES VERÃO O QUE QUEREM VER.

Mas como verão se estará tudo escuro e as cameras precisam de muita luz? Esse é o problema: as cameras precisam de muita luz. Será que os produtores realmente precisam dessas cameras? Em último caso poder-se-ia instalar cameras especiais só para essa festa.

Lembrete: a área escura pode ser limitada (não precisa ser a festa toda).

 

Fico por aqui. E não deixem de espiar meu blog, Facebook e Windows Live!

Mil Casmurros para uma só Capitu


Sim, Viral.

 

Mil Casmurros para uma só Capitu

Posted: 08 Dec 2008 07:57 PM CST

Hoje em dia vejo pouca tevê. Ela já não é um hábito costante. Aliás, poucas vezes ela não é apenas a trilha sonora das minhas atividades caseiras. E a audição seletiva está sempre trabalhando, nada de pouco importante passa. Porém, há alguns dias, num momento de tevê ligada, a minha audição tão seletiva não barrou um “reclame”, que acabou por chamar minha atenção. Era o começo da divulgação da mais nova série da Globo: Capitu.

Há tempos um comercial em tal emissora não me prendia, muito menos em se tratando de um produto da casa. Mas esse, diferente, teatral, exagerado, que trata de uma das obras literárias mais importantes do país, prendeu meus olhos toda vez que apareceu na tela. Então você pergunta: e daí todo esse blá-blá-blá sobre a série e os vts? Take it easy, honey. Estamos chegando lá.

Eu, que sou bem chata com programas de tevê como novelas e séries (brasileiras), já estava positivamente surpresa e com vontade de ver o que estava por vir só pelo vt. Porém, fiquei ainda mais boquiaberta quando, na internet, topei com as ações interativas criadas para divulgar Capitu, mesclando online e offline e casando perfeitamente com o conceito transmitido pela série.

Soube soube das ações através do Twitter, quando alguém postou um comentário sobre este post no blog do Tas, chamando a atenção para a grande emissora considerada um dinossauro que caminha na direção da inovação, inclusive na comunicação. Me parece que ela pegou a deixa da série, que por si só é completamente diferente do convencional, e resolveu renovar também sua forma de falar com o público, ainda que muito pontualmente.

As ações

Duas ações ocorrem simultaneamente para divulgar a série. A primeira, chamada Passe adiante, Capitu, deixou em locais públicos de cinco capitais – São Paulo, Rio, BH, Recife e Brasília – DVDs com um trailer de Capitu, promovendo um DVDcrossing. São 2.000 DVDs circulando, e a pessoa que encontrar recebe orientação sobre o que fazer com ele (assistir, ir até o site da ação, dar sua opinião a respeito do vídeo, contar onde o encontrou e onde “abandonou” o DVD para ele ser encontrado.

A segunda ação é chamada Mil Casmurros, que promove uma leitura coletiva da obra Dom Casmurro. Ela foi dividida em mil partes, reunidas em um site, onde qualquer pessoa pode gravar seu trecho. Já apareceram por lá atores e atrizes globais, blogueiros, tuiteiros, pagodeiros, rappers e o que mais você puder imaginar. Esta ação, assim como a outra, iniciou no dia 20 de novembro, e o site já tem mais de 75% da leitura da obra concluída. No final, uma obra pronta ganhará vida, feita por mil pessoas diferentes.

Mil Casmurros também contou com um blog, onde eram postadas algumas das leituras mais interessantes, um perfil no twitter, que deu uma força na divulgação deste material e o site oficial muito interessante e bem cosntruído.

Para mim, mais que qualquer coisa, a campanha conseguiu envolver as pessoas num proposito maior, com caracteristicas colaborativas e sociais. Joga com o usuário que gosta de se ver e ser notado como membro participante de algo grandioso. Além disso, fora o clichê acima, fatiar um clássico da literatura brasileira teoricamente pouco acessível e dar as (mil) partes para a audiência “experimentá-lo” foi uma excelente sacada para divulgar um produto que provavelmente fará jus ao slogan “padrão globo de qualidade”.

A série entra no ar dia 09/12 e durará cinco dias. Pelo que vi até agora, vai valer a pena dormir um pouco mais tarde e não sair à noite por uma semaninha, pelo menos até que ela acabe.

As ações foram criadas pela LiveAd, com design da Sant.a e produção da Simple. E este post foi escrito com a ajuda do @arielgajardo, que compartilha comigo uma falta de tempo mais que absurda.

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