O que você quer saber?


Você tem dúvidas ou está procurando sugestões? Envie sua pergunta para dowglasz@gmail.com. Em breve você encontrará um novo blog onde as questões mais pertinentes serão respondidas de forma crítica através de uma análise ampla. Pergunte sobre o comportamento da sociedade, educação, cultura, arte, nomes, música… Não importa, se eu souber a resposta eu vou oferecer da forma mais coerente. Se eu não souber, eu vou procurar pra você.

Aguardo sua participação por e-mail.

Dowglasz.

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Se não gosta por que faz? E por que raios alguém ainda te paga pra fazer???


Eu acho que quem não tem talento pra alguma coisa não devia tentar ser. Porque aí fica fazendo merda o tempo todo e as pessoas acham que todo (…) é daquele jeito. Por exemplo:

  1. Quem não tem talento pra administração pública, se elege presidente e quando alguém vai se candidatar a vereador, prefeito, governador já vai com a ideia de encher o bolso de dinheiro e a Escola e a Saúde Pública que se fodam. E todo mundo acha que isso é normal.
  2. Quem não tem talento pra atender o público, assume um cargo de promotor de vendas, fica xingando o cliente e tratando todo mundo que entra na loja como capacho, olhando por cima de nariz empinado sem saber responder perguntas básicas sobre um produto quando essas informações se encontram visivelmente no rótulo. A pessoa pensa “fale direito comigo porque você depende de mim pra te atender; se eu não te atender como é que você vai conseguir o que você precisa pra trabalhar, estudar ou comer?” e todo mundo começa a concordar que o vendedor é a pessoa mais importante da cidade e tem que pagar o preço que ele disser.
  3. Quem não tem talento pra comunicação e diz “esse jornal é meu, eu publico a coluna do jeito que eu quiser”, “o blog é meu, eu boto o banner do tamanho que eu quiser”, “o Twitter é meu, o Facebook é meu, é meu, é meu, é meu”, “se não gosta, não leia; não te perguntei nada, não pedi sua opinião e só você tá achando ruim”.

Claro que isso nunca é feito usando o próprio nome da pessoa mas a marca ou empresa que a página representa. Eu queria até queria dizer que esse mundo está todo errado, mas eu sei que o problema da Bahia é o baiano mesmo.

A propósito, esse é o meu editorial, eu estou publicando no meu blog, divulgando nas minhas mídias sociais e se você leu e não gostou, se sentiu atingido ou ofendido o problema é seu. Ninguém te mandou vir aqui, eu não te obriguei a visitar o meu blog e não dependo de você. Tem um monte de blog de merda por aí com conteúdo vazio mais compatível com a sua cabeça animal, se você der uma googlada você encontra. Sua opinião não me interessa, com você ou sem você meu blog continua o existindo. Calado você ainda tá errado, se bote no seu lugar.

Dwsz.

Eike Sensacionalismo!


SOMOS TODOS IGUAIS PORQUE SOMOS TODOS DIFERENTES. MESMO NAS DIFERENÇAS SOMOS SEMELHANTES E MESMO NAS SEMELHANÇAS SOMOS DIFERENTES. ISSO É TÃO DIFÍCIL QUE EU PRECISO PERGUNTAR: POR QUE NÃO PODEMOS APENAS “SER”?
Que nojo desses homossexualistas!!! Mas o que importa é fazer a propaganda bem feita, veicular massivamente e vender (MUITO) o produto.
Admito que não sou fã de quadrinhos (mas coleciono Luluzinha e tenho as 13 primeiras edições de Blade – A lâmina do imortal) mas não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de um super-herói. Aliás, eu não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de ninguém – exceto quando da inscrição em sistemas de cotas para subcompetentes, onde o máximo de discriminação é necessário. Dificilmente alguém vai me convencer que, “naturalmente”, as pessoas são bissexuais mas costumam assumir uma das posições dicotômicas da sexualidade devido a pressões da sociedade. Defendo que o mesmo motivo faça as pessoas dormirem à noite e passarem o dia todo acordadas (coisa que, pra mim, é uma tortura).
Tá, tudo bem, o super-herói, além ou apesar de ser um qualquer-coisa muito frustrado (por isso usa fantasias para esconder sua identidade) ainda tem uma vida social. Se tem vida social, também “conhece pessoas”. E que diferença faz se essas pessoas são do mesmo sexo, de sexo diferente ou de “difícil definição”? Claro que isto é uma pergunta retórica: faz toda diferença na campanha de marketing!
De novo, eu tenho nojo dessas coisas, então prefiro não comentar muito mais. Acho apenas que os marketeiros e os que contratam seus serviços deveriam ter mais respeito pela humanidade. Sim, claro que devem haver personagens gays nas estórias, afinal isso é uma condição restritiva (a dicotomia) que cabe aos humanos. Mas também cabe aos humanos fugir de condições robotizantes e isso deve fazer aparecer personagens bissexuais ou de sexualidade não-declarada (apenas para fugir dessa discussão estéril e voltar ao que realmente interessa ou simplesmente pra bater bem forte a porta na cara desses homossexualistas que sequer entendem “psi” da psiqué humana), que não têm emprego formal, que abusam de drogas, que consomem produtos pirata, que não dormem nunca, “greenpeacers”…
O que mais me aborrece mesmo é o objetivo dessas discriminações. Nada além de separar, isolar e segregar as pessoas pode ser esperado como resultado disso. Sim, haverá conscientização das diferenças, mas apenas porque ela é necessária para a segregação. Sinto saudades de uma época em que a propaganda da TV dizia que a cara do Brasil era a cara do mundo, que o provo brasileiro era miscigenado e que isso era motivo de orgulho. Mantenho o desafio aos fashionistas de usar peles: brancas, amarelas, laranjas, vermelhas, rosas, verdes, azuis, marrons (MUITOS TONS DE MARROM), pretas… Essas são as cores da pele humana e uma pessoa normal não tem apenas uma.
Aos homossexualistas peço que mantenham distância porque suas posturas dão-me asco. Aos racialistas peço que tentem ser mais racionalistas. Aos marketeiros… Deixa pra lá.
Dwsz

O que esperar dos alunos do IFBA se eles têm professsores desse nível?


Como aluno do IFBA, eu recebi um e-mail de um professor, solicitando a realização de uma atividade. O problema é que esse professor não tem conhecimento sobre o assunto – e isto fica visível nos erros gravíssimos de lógica e de contexto (inadmissível para um professor de história). Para um olhar leigo, os erros se resumem a uma informação contraditória no mapa (expansão e recuo da expansão ao mesmo tempo) e outra no fragmento de texto.

Mas essa atividade é sobre o Islamismo/”Mundo Árabe” e está difamando toda uma sociedade/cultura por causa da má formação de um professor. Ele corre o risco de ser processado pela sociedade islâmica a menos que prove que o documento não é de sua autoria. Especialmente porque o fragmento citado é um fragmento do Corão, o livro sagrado dos muçulmanos e todos sabemos que, se Alex Ivo tivesse feito algo semelhante com a Bíblia, a punição viria direto do Vaticano.

Se você ainda quer ser aluno do IFBA, pense duas vezes: a instituição não é a mesma que era quando tinha o nome “Cefet”. Assim a estrutura física e os corpos discente e docente não são os mesmos. Se seu filho é aluno do IFBA, acompanhe-o de perto, DE MUITO PERTO, para que ele não seja mais um perdido no mundo. Se você é professor do IFBA, tome muitos antidepressivos ou mude de emprego – a menos que você esteja nos padrões da instituição.

Dwsz.

Carta de Alforria


Eu gostaria, honestamente, de poder acreditar que este relato é fruto de alucinação ou surto. Eu gostaria, honestamente, de estar errado quando chego a conclusões tão absurdas.
Não sei por que minha família me odeia tanto. E há tanto tempo. Nesses 21 anos que estamos juntos, não me lembro de momentos felizes. Lembro-me, às vezes, de alguns instantes alegres, talvez com os presentes sorrindo. Mas rindo mesmo, quando eu estava no local, seria de mim ou sem mim. Quero dizer que eles estariam se divertindo às minhas custas ou por ter a garantia do meu isolamento.
Isso acontece desde criança. E desde cedo minha mãe me leva a vários médicos, com vários diagnósticos, receitas, sintomas… Muitos desses sintomas, na verdade, era a minha mãe que apresentava.
Eu não consigo entender (ou aceitar) como a minha própria mãe poderia me fazer tanto mal, todos esses anos, intencionalmente… Mas há documentos capazes de provar que ela faz essas viagens comigo, sempre com sintomas e diagnósticos convenientes a ela.
 Quem me conhece hoje em dia sabe como é difícil pra mim permitir a aproximação das outras pessoas. Eu não consigo acreditar e confiar totalmente em ninguém, eu já passei semanas inteiras dopado, chegando a esquecer onde eu estava e o que estava fazendo (mesmo que por instantes), fiquei inúmeros períodos sem ter noção de tempo, fosse de horas e minutos, fosse de semanas e meses. Ainda hoje é dificílimo pra mim contar algumas histórias da minha vida em ordem cronológica. Aliás, as histórias que eu consigo contar são apenas as que eu consigo lembrar – e a questão aqui não é a memória, mas as memórias, que são dolorosas.
 Eu gostaria de pedir aos amigos e a alguns inimigos (esses e aqueles, mais específicamente) que me ajudem a coletar dados, documentos, imagens, que me ajudem a provar que eu sou quem eu sou e não quem eles dizem que eu sou (é complexo mas, se você me conhece, já entendeu o que quero dizer). Se você tem documentos – ou cópias deles – que contêm meu nome, fotos em que eu apareça, textos meus, cartas, cartões-postais… qualquer coisa que possa se relacionar à minha personalidade, por favor entre em contato e envie-me cópias desses materiais.
E as minhas postagens, sejam aqui, no Twitter ou no Facebook, terão certa regularidade. Sendo assim, caso não haja atualização em nenhuma dessas mídias por três dias consecutivos, procurem-me pelos meios que puderem pois significa que preciso muito de ajuda. Sou frequentemente ameaçado e temo até que, dopado, alguém me tenha feito assinar algum documento que prejudique potencialmente.
Vou tentar frequentar regularmente o Ifba, mesmo que não tenha esperanças de aproveitar conteúdos, apenas para que as pessoas possam me ver – e observar eventuais “alterações físicas” – além daquela desculpa clássica de “preciso tomar sol” e “preciso andar”. Dessa forma, mesmo nesse ambiente, se eu não aparecer por três dias seguidos, aproximem-se.
 Não me incomoda que pensem “ah, agora ele quer fazer amigos”; esse nunca foi meu objetivo, continua não sendo, mas eu nunca rejeitei a ideia. O que eu preciso, na verdade dura – porém não necessáriamente crua – o que eu preciso é de testemunhas; de pessoas que possam dizer que, de alguma forma, conhecem meu comportamento e minha personalidade. Isso será o bastante quando for necessário confirmar se eu faria ou não faria algo que alguém diz que eu fiz ou não fiz.
Repito o de sempre: se você não entendeu esse texto é porque ele não é pra você e/ou você não precisa entendê-lo (ou, pelo menos, não agora). Mas, se você acredita em mim, faça cópias dele.

Grande abraço,

Dwsz.