Se não gosta por que faz? E por que raios alguém ainda te paga pra fazer???


Eu acho que quem não tem talento pra alguma coisa não devia tentar ser. Porque aí fica fazendo merda o tempo todo e as pessoas acham que todo (…) é daquele jeito. Por exemplo:

  1. Quem não tem talento pra administração pública, se elege presidente e quando alguém vai se candidatar a vereador, prefeito, governador já vai com a ideia de encher o bolso de dinheiro e a Escola e a Saúde Pública que se fodam. E todo mundo acha que isso é normal.
  2. Quem não tem talento pra atender o público, assume um cargo de promotor de vendas, fica xingando o cliente e tratando todo mundo que entra na loja como capacho, olhando por cima de nariz empinado sem saber responder perguntas básicas sobre um produto quando essas informações se encontram visivelmente no rótulo. A pessoa pensa “fale direito comigo porque você depende de mim pra te atender; se eu não te atender como é que você vai conseguir o que você precisa pra trabalhar, estudar ou comer?” e todo mundo começa a concordar que o vendedor é a pessoa mais importante da cidade e tem que pagar o preço que ele disser.
  3. Quem não tem talento pra comunicação e diz “esse jornal é meu, eu publico a coluna do jeito que eu quiser”, “o blog é meu, eu boto o banner do tamanho que eu quiser”, “o Twitter é meu, o Facebook é meu, é meu, é meu, é meu”, “se não gosta, não leia; não te perguntei nada, não pedi sua opinião e só você tá achando ruim”.

Claro que isso nunca é feito usando o próprio nome da pessoa mas a marca ou empresa que a página representa. Eu queria até queria dizer que esse mundo está todo errado, mas eu sei que o problema da Bahia é o baiano mesmo.

A propósito, esse é o meu editorial, eu estou publicando no meu blog, divulgando nas minhas mídias sociais e se você leu e não gostou, se sentiu atingido ou ofendido o problema é seu. Ninguém te mandou vir aqui, eu não te obriguei a visitar o meu blog e não dependo de você. Tem um monte de blog de merda por aí com conteúdo vazio mais compatível com a sua cabeça animal, se você der uma googlada você encontra. Sua opinião não me interessa, com você ou sem você meu blog continua o existindo. Calado você ainda tá errado, se bote no seu lugar.

Dwsz.

Anúncios

Leitura comentada: Homens não acreditam que exame preventivo de PSA faz mais mal do que bem.


Alguma novidade?

“gritaria geral de médicos e dos laboratórios, que temem perder clientes e faturamento”

“o exame de sangue comumente usado para triagem de câncer de próstata, o teste de PSA, faz mais mal do que bem – ele leva os homens a receber tratamentos desnecessários, e às vezes até perigosos”

“um estudo de dez anos de cerca de 250.000 homens, que mostrou que o teste não salva vidas”

É o que chamamos de PUBLICIDADE.

“Por que as pessoas acreditaram na ciência quando o exame foi lançado inicialmente, mas não acreditam mais agora quando a mesma ciência mostra que o exame não é tão bom quanto se acreditava a princípio?”

“Muitos estudos têm mostrado que histórias têm poder sobre as percepções que uma pessoa tem sobre tratamentos médicos.” (Sobre qualquer coisa, eu diria.)

Estava tentando falar sobre tratamentos médicos, mas isso se refere à PUBLICIDADE de tais tratamentos.

“Imagens são muito mais fáceis de compreender do que estatísticas”

Dwsz.

Exame preventivo de PSA faz mais mal do que bem. Homens não acreditam.

Alunos em greve


Os estudantes do campus Camaçari do Ifba (antigo Cefet) estão planejando uma paralização geral nas atividades da instituição com o inuito de evitar que alunos, professores e funcionários continuem em risco.
O protesto reivindica o término das obras. O campus foi entregue após os prazos previstos e mesmo o adiamento do início do ano letivo não possibilitou a conclusão do projeto. Hoje, as atividades acadêmicas são realizadas em desacordo com as exigências mínimas para o cumprimento do programa curricular, de infraestrutura e saneamento básico.
O temor dos alunos é que, com o vencimento do contrato de licitação que rege a construção, esta seja abandonada, ameaçando a população camaçariense com o risco de uma epidemia de dengue e de outras doenças e impedindo a continuidade do ano letivo.
Dwsz.

HQs ajudam divulgação científica


Maurício de Souza in Brasília (July, 2003) wit...

Image via Wikipedia

Agência Fapesp [09/03/2008]

São Paulo – Antes vistas como subliteratura, as histórias em quadrinhos podem ser um importante instrumento na divulgação científica e no ensino de ciências em salas de aula. A conclusão é da bióloga Claúdia Kamel, do Departamento de Inovações Educacionais do Instituto Oswaldo Cruz, que analisou o potencial educacional de cerca de 400 histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, de autoria de Maurício de Sousa.

A proposta, feita para dissertação de mestrado, era verificar se gibis poderiam ser usados como subsídios didáticos para introduzir, elaborar e complementar conhecimentos científicos. “É preferível usar, como apoio, materiais que as crianças já lêem. Os quadrinhos são publicações acessíveis a grande parte da população, podendo, portanto, ser trabalhadas em contextos diferenciados, tanto em escolas públicas como nas particulares”, disse.

Segundo o estudo, as publicações escolhidas contemplam os três grupos temáticos que são trabalhados nas aulas de ciências naturais do ensino fundamental brasileiro, com base nos Parâmetros Curriculares Nacionais: ambiente; corpo humano e saúde; e ciência e tecnologia.

Das 392 revistas da Turma da Mônica analisadas (que incluem títulos dos personagens Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali e Chico Bento), 274 apresentavam referências aos tópicos em questão, sendo o tema “ambiente” o mais citado (em um total de 162 gibis).

“Muitos têm a percepção de que a tecnologia está estritamente ligada aos artefatos de última geração da atualidade, e não a todos os artefatos desenvolvidos para a melhoria da condição de vida humana.”

Continuar lendo

CENA pro saco


O que antigamente era chamado de Centro de Convivencia de Narandiba, conhecido por CENA, NuDia (ou Hospital-Dia), do Hospital Juliano Moreira, foi criado a partir da idéia antimanicomial.

A idéia é que só sejam internados aqueles pacientes que oferecem risco a si ou aos de seu meio.

Mas o que acontece é que (dizem-se) profissionais despreparados manipulam o sistema interno como bem entendem e simplesmente derrubam o movimento antimacomial. Quem chega ali sai melhor por um único motivo: chegou ali em crise. Pode-se observar muito bem isso porque muitos voltam periódicamente (em nova crise).

O CENA é um prédio anexo ao Hospital Psiquiátrico Juliano Moreira, no bairro Narandiba, em Salvador.