Qual a idade ideal para a reprodução de humanos?


Este artigo especulatório é uma crítica-analítica fria independente da opinião do autor.

No futuro, estudos indicarão que…

Espécimes da raça negra atingem sua idade reprodutiva aos 12 anos, extendendo-se aos 18.
Já na raça branca a idade reprodutiva vai dos 22 aos 35 anos, sendo o período ideal para procriação aquele compreendido dos 25 ao 30.

Não é aconselhada a hibridização, embora ela seja possível na prática, resultando em indivíduos não-estéreis mas que devem ser castrados física ou quimicamente. Há um importante volume de relatos sobre a ocorrência de doenças, particularmente de ordem mental — perigosíssimas por serem ocultas — na população miscigenada. Há os híbridos que apresentam mais genes de uma ou de outra raça, sendo facilmente confundidos como membros dela mas quase sempre apresentando tais defeitos.
A incidência de câncer e doenças degenerativas também foi considerada maior entre os indivíduos miscigenados.

No início do século 21 o Brasil pagou um preço alto para garantir a higienização: declarou a Bahia, um território de imensurável valor histórico para o país, como território “afro-brasileiro”. O objetivo inicial seria separar a população negra da população branca dentro de seu próprio território e, mais tarde, deportar os africanos de volta para sua terra de origem.
Não ficou claro, porém, quais seriam os tratamentos dados aos miscigenados, mas o raceamento teria se encerrado ali. Acredita-se que o Brasil, por ser desde a colonização portuguesa reconhecido como “Terra da Miscigenação”, abrigue todos os híbridos até sua total erradicação.

Dowglasz Abjhörsky

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Eike Sensacionalismo!


SOMOS TODOS IGUAIS PORQUE SOMOS TODOS DIFERENTES. MESMO NAS DIFERENÇAS SOMOS SEMELHANTES E MESMO NAS SEMELHANÇAS SOMOS DIFERENTES. ISSO É TÃO DIFÍCIL QUE EU PRECISO PERGUNTAR: POR QUE NÃO PODEMOS APENAS “SER”?
Que nojo desses homossexualistas!!! Mas o que importa é fazer a propaganda bem feita, veicular massivamente e vender (MUITO) o produto.
Admito que não sou fã de quadrinhos (mas coleciono Luluzinha e tenho as 13 primeiras edições de Blade – A lâmina do imortal) mas não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de um super-herói. Aliás, eu não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de ninguém – exceto quando da inscrição em sistemas de cotas para subcompetentes, onde o máximo de discriminação é necessário. Dificilmente alguém vai me convencer que, “naturalmente”, as pessoas são bissexuais mas costumam assumir uma das posições dicotômicas da sexualidade devido a pressões da sociedade. Defendo que o mesmo motivo faça as pessoas dormirem à noite e passarem o dia todo acordadas (coisa que, pra mim, é uma tortura).
Tá, tudo bem, o super-herói, além ou apesar de ser um qualquer-coisa muito frustrado (por isso usa fantasias para esconder sua identidade) ainda tem uma vida social. Se tem vida social, também “conhece pessoas”. E que diferença faz se essas pessoas são do mesmo sexo, de sexo diferente ou de “difícil definição”? Claro que isto é uma pergunta retórica: faz toda diferença na campanha de marketing!
De novo, eu tenho nojo dessas coisas, então prefiro não comentar muito mais. Acho apenas que os marketeiros e os que contratam seus serviços deveriam ter mais respeito pela humanidade. Sim, claro que devem haver personagens gays nas estórias, afinal isso é uma condição restritiva (a dicotomia) que cabe aos humanos. Mas também cabe aos humanos fugir de condições robotizantes e isso deve fazer aparecer personagens bissexuais ou de sexualidade não-declarada (apenas para fugir dessa discussão estéril e voltar ao que realmente interessa ou simplesmente pra bater bem forte a porta na cara desses homossexualistas que sequer entendem “psi” da psiqué humana), que não têm emprego formal, que abusam de drogas, que consomem produtos pirata, que não dormem nunca, “greenpeacers”…
O que mais me aborrece mesmo é o objetivo dessas discriminações. Nada além de separar, isolar e segregar as pessoas pode ser esperado como resultado disso. Sim, haverá conscientização das diferenças, mas apenas porque ela é necessária para a segregação. Sinto saudades de uma época em que a propaganda da TV dizia que a cara do Brasil era a cara do mundo, que o provo brasileiro era miscigenado e que isso era motivo de orgulho. Mantenho o desafio aos fashionistas de usar peles: brancas, amarelas, laranjas, vermelhas, rosas, verdes, azuis, marrons (MUITOS TONS DE MARROM), pretas… Essas são as cores da pele humana e uma pessoa normal não tem apenas uma.
Aos homossexualistas peço que mantenham distância porque suas posturas dão-me asco. Aos racialistas peço que tentem ser mais racionalistas. Aos marketeiros… Deixa pra lá.
Dwsz

Banco de Dados de DNA é premissa para Carta de Pedigree em sistema de cotas


MyHeritage

Image via Wikipedia

Checando a caixa postal do meu Gmail, recebi essa mensagem do MyHeritage (site de árvores genealógicas em que sou cadastrado). Por enquanto isto deve ser apenas um capricho dos orgulhosos de sua genealogia ou um sistema (de eficácia dúbia) para aqueles que realmente desejam (re)encontrar seus familiares. Mas, em breve, isto deverá ser expandido, claro, para dar início àquela regulamentação que eu tanto reclamava que não existia para os sistemas de cotas étnicas: afinal, como provar que alguém é ou não afro-descente ou de qualquer outra etnia? Muito simples: com a carta de pedigree (essencial para o tráfico de animais “de raça pura” como cães e cavalos de competição) que ainda não é utilizada para pessoas. Por pouco tempo.

Abaixo a mensagem que eu recebi é reproduzida integralmente.

Dwsz.

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