Quem são os “donos do poder”?


A teoria que rege o século 21 diz que:

“se você não está pagando pelo uso de um produto ou serviço, então o produto é você”.

Assim sendo, aqueles que pagam TV por assinatura é que determinam que conteúdo será exibido. Apenas aquilo que for aprovado e muito apreciado por esse público, ou seja, somente aquilo que tiver altos índices de aceitação e audiência e consequente potencial econômico oriundo de publicidade é que será transmitido também na TV aberta.
Em outras palavras: são os pagantes que indicam o que é bom para o “povo”

O “povo” ou os consumidores de produtos “gratuitos” recebem aquilo que é pago pela publicidade. Publicidade essa, porém, que abusivamente bombardeia os clientes que já pagaram pelo conteúdo.
De outra forma: os assinantes de canais fechados já pagam pelo conteúdo que recebem, enquanto a TV aberta é patrocinada pelos comerciantes que investem em propaganda.

Quem consome produtos pirateados ou extensões irregulares (gato) não pode nem reclamar nem elogiar porque corre o risco de ter o serviço bloqueado ou cancelado (é o caso de atualizar uma cópia pirata do Windows). No caso da internet, por exemplo, é mais conveniente ser lesado pela operadora de 3G  – com órgãos reguladores e de defesa a seu favor – do que ser lesado  puxando um “fio mágico” do seu vizinho – e ter que ficar calado sempre que houver queda na velocidade ou interrupção no serviço.

Se você paga, você pode. E se você estiver “só olhando” é porque você pretende pagar quando encontrar algo compatível com seu perfil e orçamento.
Quem paga tem o poder.

Dowglasz Abjhörsky.

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Publicidade no Facebook é uma farsa


Publicidade no Facebook não é tiro ao alvo, mas roleta russa.

Atenção investidores: FACEBOOK É UMA MERDA!

Apesar de todos os dados que o site coleta sem o meu pleno consentimento, eu só vejo anúncios que me desagradam. Poucos são os que eu considero consumíveis* e nenhum deles atinge o nível de clicável.

A Rede Azul não filtra as campanhas de forma a apresentá-las preferencialmente a potenciais novos clientes. Se o Facebook faz algo parecido com isso, é exatamente o contrário.

Dwsz.

*”consumíveis” refere-se às próprias campanhas, e não necessariamente aos produtos que pretendem vender embora frequentemente exista essa combinação.

Big Brother Brasil 13


Um carpete groselha numa kitnet toda branca.

Programa de televisão perdeu 10 anos de oportunidades de ser referência em moda-casa e desenho de intereiores no Brasil.

O programa produzido pela Rede Globo e de propriedade da Endemol, chegou à sua décima segunda edição ainda com muitos adeptos, mas com muitos críticos contra o programa. A verdade é que os televisionários já estão saturados do formato, que é praticamente o mesmo, sem novidades aparentes, desde a primeira edição, há dez anos. Sim, “apenas” dez anos porque o reality show foi exibido no Brasil pela primeira vez em 2002, com duas edições nesse e no ano seguinte.

Em 2013 a emissora exibirá a décima terceira edição, o que se deduz pelas seletivas (que duram um ano inteiro) estarem acontecendo pelo país. Há quem acredite nesse como um número de má sorte, mas estudiosos garantem que é o contrário, particularmente para comunicações. Isso, porém, não interfere na saturação. Vale enfatizar que o jogo oferece premiações milionárias, tanto para os participantes quanto para os investidores (através do retorno oferecido pelo merchandising e campanhas veiculadas nos intervalos do programa). E esses investidores não terão o mesmo interesse se a satisfação em ficar com a TV ligada de terça a segunda das 22:00 às 23:00 for a mesma das tardes de Domingo.

O que o Big Brother Brasil traz de comum entre todas as edições são mudanças na casa: sempre diferente, desde a decoração, passando por todo o mobiliário, até alguns cômodos. Em 2012 tentou-se sugerir uma ducha ecologicamente correta mas a sugestão, na verdade, foi que o “ecologicamente correto” é algo indesejável e obsoleto: era um chuveiro à manivela, que daria certo tempo de água quente de acordo com as voltas que se dava na alavanca. Erro pré-escolar (para evitar ofensas aos estudantes do Ensino Fundamental I, equivalente ao antigo primário) que não deve ser repetido senão pelos comediantes.

Ora, se todo ano a Globo apresenta uma casa nova, inclusive depois de fazer suspense, por que não apresentar algo que seja realmente surpreendente? Quero dizer, surpreendente no bom sentido – já que todos ficam surpresos com as babaquices que são mostradas. O BBB sempre teve tudo pra isso e deveria efetivamente ser um dos momentos mais esperados pelos designers, pela indústria da “moda-casa”, pelos compradores compulsivos de mobília, obras de arte, tintas de parede, pia, torneira, telhado, tapete, almofada, travesseiro… “Big Brother Brasil” deveria ser um “Fashion Home & Design” da TV brasileira. Aliás, se quiser manter a audiência e a popularidade do programa, é melhor pensar muito bem nisso porque mal chegava a metade da última edição e já rolava abaixo assinado pelas redes sociais pra tirar o programa do ar – independente do episódio “c* de bebo(a) não tem dono” (apesar de alimentado por ele).

Dwsz.

Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

Leitura comentada: Homens não acreditam que exame preventivo de PSA faz mais mal do que bem.


Alguma novidade?

“gritaria geral de médicos e dos laboratórios, que temem perder clientes e faturamento”

“o exame de sangue comumente usado para triagem de câncer de próstata, o teste de PSA, faz mais mal do que bem – ele leva os homens a receber tratamentos desnecessários, e às vezes até perigosos”

“um estudo de dez anos de cerca de 250.000 homens, que mostrou que o teste não salva vidas”

É o que chamamos de PUBLICIDADE.

“Por que as pessoas acreditaram na ciência quando o exame foi lançado inicialmente, mas não acreditam mais agora quando a mesma ciência mostra que o exame não é tão bom quanto se acreditava a princípio?”

“Muitos estudos têm mostrado que histórias têm poder sobre as percepções que uma pessoa tem sobre tratamentos médicos.” (Sobre qualquer coisa, eu diria.)

Estava tentando falar sobre tratamentos médicos, mas isso se refere à PUBLICIDADE de tais tratamentos.

“Imagens são muito mais fáceis de compreender do que estatísticas”

Dwsz.

Exame preventivo de PSA faz mais mal do que bem. Homens não acreditam.

Eike Sensacionalismo!


SOMOS TODOS IGUAIS PORQUE SOMOS TODOS DIFERENTES. MESMO NAS DIFERENÇAS SOMOS SEMELHANTES E MESMO NAS SEMELHANÇAS SOMOS DIFERENTES. ISSO É TÃO DIFÍCIL QUE EU PRECISO PERGUNTAR: POR QUE NÃO PODEMOS APENAS “SER”?
Que nojo desses homossexualistas!!! Mas o que importa é fazer a propaganda bem feita, veicular massivamente e vender (MUITO) o produto.
Admito que não sou fã de quadrinhos (mas coleciono Luluzinha e tenho as 13 primeiras edições de Blade – A lâmina do imortal) mas não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de um super-herói. Aliás, eu não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de ninguém – exceto quando da inscrição em sistemas de cotas para subcompetentes, onde o máximo de discriminação é necessário. Dificilmente alguém vai me convencer que, “naturalmente”, as pessoas são bissexuais mas costumam assumir uma das posições dicotômicas da sexualidade devido a pressões da sociedade. Defendo que o mesmo motivo faça as pessoas dormirem à noite e passarem o dia todo acordadas (coisa que, pra mim, é uma tortura).
Tá, tudo bem, o super-herói, além ou apesar de ser um qualquer-coisa muito frustrado (por isso usa fantasias para esconder sua identidade) ainda tem uma vida social. Se tem vida social, também “conhece pessoas”. E que diferença faz se essas pessoas são do mesmo sexo, de sexo diferente ou de “difícil definição”? Claro que isto é uma pergunta retórica: faz toda diferença na campanha de marketing!
De novo, eu tenho nojo dessas coisas, então prefiro não comentar muito mais. Acho apenas que os marketeiros e os que contratam seus serviços deveriam ter mais respeito pela humanidade. Sim, claro que devem haver personagens gays nas estórias, afinal isso é uma condição restritiva (a dicotomia) que cabe aos humanos. Mas também cabe aos humanos fugir de condições robotizantes e isso deve fazer aparecer personagens bissexuais ou de sexualidade não-declarada (apenas para fugir dessa discussão estéril e voltar ao que realmente interessa ou simplesmente pra bater bem forte a porta na cara desses homossexualistas que sequer entendem “psi” da psiqué humana), que não têm emprego formal, que abusam de drogas, que consomem produtos pirata, que não dormem nunca, “greenpeacers”…
O que mais me aborrece mesmo é o objetivo dessas discriminações. Nada além de separar, isolar e segregar as pessoas pode ser esperado como resultado disso. Sim, haverá conscientização das diferenças, mas apenas porque ela é necessária para a segregação. Sinto saudades de uma época em que a propaganda da TV dizia que a cara do Brasil era a cara do mundo, que o provo brasileiro era miscigenado e que isso era motivo de orgulho. Mantenho o desafio aos fashionistas de usar peles: brancas, amarelas, laranjas, vermelhas, rosas, verdes, azuis, marrons (MUITOS TONS DE MARROM), pretas… Essas são as cores da pele humana e uma pessoa normal não tem apenas uma.
Aos homossexualistas peço que mantenham distância porque suas posturas dão-me asco. Aos racialistas peço que tentem ser mais racionalistas. Aos marketeiros… Deixa pra lá.
Dwsz

#PPP no #DONQQ


The unbalanced discovery boosts the unseen blast.
Clique aqui e saiba como anunciar

Hein? Não entendeu nada da frase acima? Não faz diferença, preste atenção apenas no que vem a seguir.

O Dê O Nome Que Quiser já está disponibilizando espaço para publicidade. Os formatos adotados são apenas banneres em Custo Por Impressão (CPM, custo por milhar) e em Custo Por Período (aluguel de espaço com preço e prazo fixos) e os post pagos (ou publipost). Toda peça publicitária será identificada como tal afim de não confundir os leitores e garantir melhor retorno aos investidores.

Os formatos Custo Por Clique (CPC) e Custo Por Ação (CPA) também serão aceitos, porém apenas como bônus (comissão) dos outros formatos. Espero que outros blogueiros copiem essa ideia porque 120×120 pixeis na internet já está valendo mais do que 30 segundos na Rede Globo. Fazer propaganda de graça e receber míseros R$0,10 por cada raro clique é escravidão, pra não usar o termo ofensivo que ameaçou sair. Afinal de contas: não importa se o leitor clicou ou não, o que importa é que ele viu o anúncio e já tem o nome do anunciante na cabeça. Assim como nos anúncios em classificados de jornais (que também valem menos) o retorno é muito melhor para o anunciante se o produto/serviço anunciado vier com preço. Vale a pena investir nos GIFs animados (que, aliás, são MUITO mais leves do que os flash, carregando mais rápido e melhorando a visibilidade).

Agradecimentos ao Alexandre Mortágua pela ideia compartilhada no Twitter há tempos atrás.

Dwsz.

Dê o nome que quiser: upgrade na equipe, espaço para publicidade e recorde de visualizações


O #DONQQ está chegando à sua marca de 18 mil visualizações com mais um grande recorde. Desde que eu decidi começar a inserir publicidade aqui, o índice de visualizações diárias passou a ser igual ao que, até então, era o índice de visualizações mensais.

Estou muito feliz em poder comemorar isso com meus dois colaboradores, o Rafael Requião e o Rodrigo Maia. Nós nos conhecemos no Curso Opção (pré-IFBA) em 2010. Sentindo falta de meninas por aqui, o Rafael convidou a Fernanda Veiga (que ainda não é efetivamente uma colaboradora no blog) e eu ainda estou insistindo com Drika Navarro (também do Opção, mas que ainda não aceitou meu convite). Além desses, o Lucasz Chavez (o Nerd #1) promete uma série de artigos sobre microcomputadores (o garoto se empolga falando no assunto, e é Técnico em Montagem e Manutenção de Micro).

E voltando aos ebusiness, estou avaliando algumas propostas, com espaço para receber outras e com expectativas de boas novidades para todos, particularmente nas redes sociais. Continuem nos visitando sempre porque a equipe está crescendo e as atualizações estão sendo quase diárias (mas, pra compensar o delay, estamos publicando vários artigos no mesmo dia).

Muito obrigado a todos que nos acompanharam até aqui.

Dwsz.

Nokia é processada por enviar spam por SMS | Consumidor Legal


A empresa finlandesa foi processada (A$55 mil) por um cliente australiano. A empresa envia mensagens sobre como aproveitar melhor o aparelho, porém sem permitir que o cliente decida se quer ou não receber essas mensagens.

Os clientes Tim Beta que não conseguirem um acordo com a Telecom Italia Mobile já podem seguir o exemplo.

Dwsz.

Nokia é processada por enviar spam por SMS | Consumidor Legal.

Apresentação caótica


Aos leitores eu peço desculpas e paciência. Tenho ciência de a apresentação visual do DONQQ está confusa, mas ignorem isso por enquanto, valorizem mais o conteúdo. Logo, quão breve possível, trarei muitas novidades e melhorias – fruto de aulas no Ifba e de estudo com material próprio, adquirido antes do processo seletivo. É certo que é muito mais desse material, mas algumas aulas também estão contribuindo muito.

Continuem visitando o blog e POR FAVOR mandem suas críticas e sugestões.

Dwsz.

Mil Casmurros para uma só Capitu


Sim, Viral.

 

Mil Casmurros para uma só Capitu

Posted: 08 Dec 2008 07:57 PM CST

Hoje em dia vejo pouca tevê. Ela já não é um hábito costante. Aliás, poucas vezes ela não é apenas a trilha sonora das minhas atividades caseiras. E a audição seletiva está sempre trabalhando, nada de pouco importante passa. Porém, há alguns dias, num momento de tevê ligada, a minha audição tão seletiva não barrou um “reclame”, que acabou por chamar minha atenção. Era o começo da divulgação da mais nova série da Globo: Capitu.

Há tempos um comercial em tal emissora não me prendia, muito menos em se tratando de um produto da casa. Mas esse, diferente, teatral, exagerado, que trata de uma das obras literárias mais importantes do país, prendeu meus olhos toda vez que apareceu na tela. Então você pergunta: e daí todo esse blá-blá-blá sobre a série e os vts? Take it easy, honey. Estamos chegando lá.

Eu, que sou bem chata com programas de tevê como novelas e séries (brasileiras), já estava positivamente surpresa e com vontade de ver o que estava por vir só pelo vt. Porém, fiquei ainda mais boquiaberta quando, na internet, topei com as ações interativas criadas para divulgar Capitu, mesclando online e offline e casando perfeitamente com o conceito transmitido pela série.

Soube soube das ações através do Twitter, quando alguém postou um comentário sobre este post no blog do Tas, chamando a atenção para a grande emissora considerada um dinossauro que caminha na direção da inovação, inclusive na comunicação. Me parece que ela pegou a deixa da série, que por si só é completamente diferente do convencional, e resolveu renovar também sua forma de falar com o público, ainda que muito pontualmente.

As ações

Duas ações ocorrem simultaneamente para divulgar a série. A primeira, chamada Passe adiante, Capitu, deixou em locais públicos de cinco capitais – São Paulo, Rio, BH, Recife e Brasília – DVDs com um trailer de Capitu, promovendo um DVDcrossing. São 2.000 DVDs circulando, e a pessoa que encontrar recebe orientação sobre o que fazer com ele (assistir, ir até o site da ação, dar sua opinião a respeito do vídeo, contar onde o encontrou e onde “abandonou” o DVD para ele ser encontrado.

A segunda ação é chamada Mil Casmurros, que promove uma leitura coletiva da obra Dom Casmurro. Ela foi dividida em mil partes, reunidas em um site, onde qualquer pessoa pode gravar seu trecho. Já apareceram por lá atores e atrizes globais, blogueiros, tuiteiros, pagodeiros, rappers e o que mais você puder imaginar. Esta ação, assim como a outra, iniciou no dia 20 de novembro, e o site já tem mais de 75% da leitura da obra concluída. No final, uma obra pronta ganhará vida, feita por mil pessoas diferentes.

Mil Casmurros também contou com um blog, onde eram postadas algumas das leituras mais interessantes, um perfil no twitter, que deu uma força na divulgação deste material e o site oficial muito interessante e bem cosntruído.

Para mim, mais que qualquer coisa, a campanha conseguiu envolver as pessoas num proposito maior, com caracteristicas colaborativas e sociais. Joga com o usuário que gosta de se ver e ser notado como membro participante de algo grandioso. Além disso, fora o clichê acima, fatiar um clássico da literatura brasileira teoricamente pouco acessível e dar as (mil) partes para a audiência “experimentá-lo” foi uma excelente sacada para divulgar um produto que provavelmente fará jus ao slogan “padrão globo de qualidade”.

A série entra no ar dia 09/12 e durará cinco dias. Pelo que vi até agora, vai valer a pena dormir um pouco mais tarde e não sair à noite por uma semaninha, pelo menos até que ela acabe.

As ações foram criadas pela LiveAd, com design da Sant.a e produção da Simple. E este post foi escrito com a ajuda do @arielgajardo, que compartilha comigo uma falta de tempo mais que absurda.

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