Quem são os “donos do poder”?


A teoria que rege o século 21 diz que:

“se você não está pagando pelo uso de um produto ou serviço, então o produto é você”.

Assim sendo, aqueles que pagam TV por assinatura é que determinam que conteúdo será exibido. Apenas aquilo que for aprovado e muito apreciado por esse público, ou seja, somente aquilo que tiver altos índices de aceitação e audiência e consequente potencial econômico oriundo de publicidade é que será transmitido também na TV aberta.
Em outras palavras: são os pagantes que indicam o que é bom para o “povo”

O “povo” ou os consumidores de produtos “gratuitos” recebem aquilo que é pago pela publicidade. Publicidade essa, porém, que abusivamente bombardeia os clientes que já pagaram pelo conteúdo.
De outra forma: os assinantes de canais fechados já pagam pelo conteúdo que recebem, enquanto a TV aberta é patrocinada pelos comerciantes que investem em propaganda.

Quem consome produtos pirateados ou extensões irregulares (gato) não pode nem reclamar nem elogiar porque corre o risco de ter o serviço bloqueado ou cancelado (é o caso de atualizar uma cópia pirata do Windows). No caso da internet, por exemplo, é mais conveniente ser lesado pela operadora de 3G  – com órgãos reguladores e de defesa a seu favor – do que ser lesado  puxando um “fio mágico” do seu vizinho – e ter que ficar calado sempre que houver queda na velocidade ou interrupção no serviço.

Se você paga, você pode. E se você estiver “só olhando” é porque você pretende pagar quando encontrar algo compatível com seu perfil e orçamento.
Quem paga tem o poder.

Dowglasz Abjhörsky.

Pesquisa de Mercado


O produto é BATATA FRITA “TIPO A”. A marca da loja é ASSÍDUA e a marca do fabricante é ORELHUDA. A batata frita “tipo A” ORELHUDA é muito famosa, seu fabricante é ROSILDA LTDA e também é uma empresa muito famosa e reconhecida no mercado. As batatas fritas “tipo A” ASSÍDUA e ORELHUDA têm o mesmo fabricante, ou seja, ambas são produzidas por ROSILDA LTDA e esta informação pode ser obtida ao comparar os rótulos.

A comparação de rótulos permite entender que as batatas fritas “tipo A” ASSÍDUA e ORELHUDA são exatamente o mesmo produto, uma com a marca do fabricante e a outra com a marca da loja.
Os produtos comercializados com a marca do fabricante têm preço tabelado, sendo o mesmo em todos os estabelecimentos. Os produtos comercializados com a marca da loja têm 70% de desconto sobre esse valor.

Assim sendo, a batata frita “tipo A” da famosa marca ORELHUDA custa R$10,00 o pacote de 100g, enquanto a batata frita “tipo A” ASSÍDUA custa R$3,00 o pacote de 100g.

Lembrando que ambos os produtos são o mesmo, trocando apenas de rótulo, qual batata frita “tipo A” você compraria: a da propaganda na televisão ou a de preço menor?

Dowglasz.

Publicidade no Facebook é uma farsa


Publicidade no Facebook não é tiro ao alvo, mas roleta russa.

Atenção investidores: FACEBOOK É UMA MERDA!

Apesar de todos os dados que o site coleta sem o meu pleno consentimento, eu só vejo anúncios que me desagradam. Poucos são os que eu considero consumíveis* e nenhum deles atinge o nível de clicável.

A Rede Azul não filtra as campanhas de forma a apresentá-las preferencialmente a potenciais novos clientes. Se o Facebook faz algo parecido com isso, é exatamente o contrário.

Dwsz.

*”consumíveis” refere-se às próprias campanhas, e não necessariamente aos produtos que pretendem vender embora frequentemente exista essa combinação.

Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

Eike Sensacionalismo!


SOMOS TODOS IGUAIS PORQUE SOMOS TODOS DIFERENTES. MESMO NAS DIFERENÇAS SOMOS SEMELHANTES E MESMO NAS SEMELHANÇAS SOMOS DIFERENTES. ISSO É TÃO DIFÍCIL QUE EU PRECISO PERGUNTAR: POR QUE NÃO PODEMOS APENAS “SER”?
Que nojo desses homossexualistas!!! Mas o que importa é fazer a propaganda bem feita, veicular massivamente e vender (MUITO) o produto.
Admito que não sou fã de quadrinhos (mas coleciono Luluzinha e tenho as 13 primeiras edições de Blade – A lâmina do imortal) mas não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de um super-herói. Aliás, eu não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de ninguém – exceto quando da inscrição em sistemas de cotas para subcompetentes, onde o máximo de discriminação é necessário. Dificilmente alguém vai me convencer que, “naturalmente”, as pessoas são bissexuais mas costumam assumir uma das posições dicotômicas da sexualidade devido a pressões da sociedade. Defendo que o mesmo motivo faça as pessoas dormirem à noite e passarem o dia todo acordadas (coisa que, pra mim, é uma tortura).
Tá, tudo bem, o super-herói, além ou apesar de ser um qualquer-coisa muito frustrado (por isso usa fantasias para esconder sua identidade) ainda tem uma vida social. Se tem vida social, também “conhece pessoas”. E que diferença faz se essas pessoas são do mesmo sexo, de sexo diferente ou de “difícil definição”? Claro que isto é uma pergunta retórica: faz toda diferença na campanha de marketing!
De novo, eu tenho nojo dessas coisas, então prefiro não comentar muito mais. Acho apenas que os marketeiros e os que contratam seus serviços deveriam ter mais respeito pela humanidade. Sim, claro que devem haver personagens gays nas estórias, afinal isso é uma condição restritiva (a dicotomia) que cabe aos humanos. Mas também cabe aos humanos fugir de condições robotizantes e isso deve fazer aparecer personagens bissexuais ou de sexualidade não-declarada (apenas para fugir dessa discussão estéril e voltar ao que realmente interessa ou simplesmente pra bater bem forte a porta na cara desses homossexualistas que sequer entendem “psi” da psiqué humana), que não têm emprego formal, que abusam de drogas, que consomem produtos pirata, que não dormem nunca, “greenpeacers”…
O que mais me aborrece mesmo é o objetivo dessas discriminações. Nada além de separar, isolar e segregar as pessoas pode ser esperado como resultado disso. Sim, haverá conscientização das diferenças, mas apenas porque ela é necessária para a segregação. Sinto saudades de uma época em que a propaganda da TV dizia que a cara do Brasil era a cara do mundo, que o provo brasileiro era miscigenado e que isso era motivo de orgulho. Mantenho o desafio aos fashionistas de usar peles: brancas, amarelas, laranjas, vermelhas, rosas, verdes, azuis, marrons (MUITOS TONS DE MARROM), pretas… Essas são as cores da pele humana e uma pessoa normal não tem apenas uma.
Aos homossexualistas peço que mantenham distância porque suas posturas dão-me asco. Aos racialistas peço que tentem ser mais racionalistas. Aos marketeiros… Deixa pra lá.
Dwsz

#PPP no #DONQQ


The unbalanced discovery boosts the unseen blast.
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Hein? Não entendeu nada da frase acima? Não faz diferença, preste atenção apenas no que vem a seguir.

O Dê O Nome Que Quiser já está disponibilizando espaço para publicidade. Os formatos adotados são apenas banneres em Custo Por Impressão (CPM, custo por milhar) e em Custo Por Período (aluguel de espaço com preço e prazo fixos) e os post pagos (ou publipost). Toda peça publicitária será identificada como tal afim de não confundir os leitores e garantir melhor retorno aos investidores.

Os formatos Custo Por Clique (CPC) e Custo Por Ação (CPA) também serão aceitos, porém apenas como bônus (comissão) dos outros formatos. Espero que outros blogueiros copiem essa ideia porque 120×120 pixeis na internet já está valendo mais do que 30 segundos na Rede Globo. Fazer propaganda de graça e receber míseros R$0,10 por cada raro clique é escravidão, pra não usar o termo ofensivo que ameaçou sair. Afinal de contas: não importa se o leitor clicou ou não, o que importa é que ele viu o anúncio e já tem o nome do anunciante na cabeça. Assim como nos anúncios em classificados de jornais (que também valem menos) o retorno é muito melhor para o anunciante se o produto/serviço anunciado vier com preço. Vale a pena investir nos GIFs animados (que, aliás, são MUITO mais leves do que os flash, carregando mais rápido e melhorando a visibilidade).

Agradecimentos ao Alexandre Mortágua pela ideia compartilhada no Twitter há tempos atrás.

Dwsz.

Nokia é processada por enviar spam por SMS | Consumidor Legal


A empresa finlandesa foi processada (A$55 mil) por um cliente australiano. A empresa envia mensagens sobre como aproveitar melhor o aparelho, porém sem permitir que o cliente decida se quer ou não receber essas mensagens.

Os clientes Tim Beta que não conseguirem um acordo com a Telecom Italia Mobile já podem seguir o exemplo.

Dwsz.

Nokia é processada por enviar spam por SMS | Consumidor Legal.

30 dias que fazem os outros 335 passarem rápido.


Hoteis Othon

Hoteis Othon

Com diárias a partir de R$170,00 no Othon Palace Fortaleza (CE), a rede Othon Hotéis, em publicidade veiculada hoje, 07 de Julho de 2009, Quinta-feira, no Jornal A Tarde de Salvador, no caderno 1 página A9, implora àqueles que tinham planos de se hospedar em qualquer de seus hotéis que não o façam.

Tendo o foco naqueles que planejam viajar e passar os 30 dias das férias de Julho, o Othon não quer seus apartamentos ocupados. Provavelmente por causa de certa pandemia conhecida como gripe do porco, gripe suína, gripe mexicana ou Influenza A (H1N1).

Infelizmente a mesma propaganda não está no site. Tão curioso quanto a sinceridade da propaganda, que diz que esses 30 dias seriam os piores do ano, custando a passar, fazendo parecer um prazo mais longo do que os outros 335 dias que compoem o resto do ano; tao curioso quanto isso é a chamada na página principal, lá em cima, na barra de identificação do navegador: “O seu jeito de ficar bem”. Isso é contradição.

Quer mais um motivo pra não se hospedar lá? O atendimento é ruim. Imagine, se alguém já te trata mal pelo telefone, como será pessoalmente? Ah, perdão. Isso não é mais um motivo, é redundância. O que acabo de indicar já está implícito na própria publicidade no jornal.

Explico: ao ligar para o número indicado 0800-725-0505 e tentar verificar onde estava o erro, descobri (DE NOVO) que erro estava em mim; em acreditar que havia um erro. O atendente me confirmou que tudo era verdade da seguinte forma: – – –

Exatamente. Quando pedi que esperasse um pouco, para que pudesse anotar o número que ele iria me passar (hm… sei… o número existia?) imediatamente percebi um silêncio. Uma mensagem no visor dizia “Chamada Encerrada”.

Veja: pelo telefone eles podem desligar na minha cara. E pessoalmente? Os mais educados entre os seus funcionários, obviamente, vão dizer “um minuto” seguindo de “um  minuto” e de novo “um minuto”.

Publicitário e contratante, ambos deveriam receber um prêmio pelo trabalho. Hoje em dia é raro ver uma empresa com tanta transparência.

MEUS PARABÉNS À EQUIPE OTHON HOTÉIS, PELA TRANSPARÊNCIA EM SUA PEÇA PUBLICITÁRIA. Já não digo o mesmo pelo compromisso, atenção, objetividade, educação, atendimento…