O que você quer saber?


Você tem dúvidas ou está procurando sugestões? Envie sua pergunta para dowglasz@gmail.com. Em breve você encontrará um novo blog onde as questões mais pertinentes serão respondidas de forma crítica através de uma análise ampla. Pergunte sobre o comportamento da sociedade, educação, cultura, arte, nomes, música… Não importa, se eu souber a resposta eu vou oferecer da forma mais coerente. Se eu não souber, eu vou procurar pra você.

Aguardo sua participação por e-mail.

Dowglasz.

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Discussão na loja de instrumentos musicais


Esses lojistas não têm mais noção mesmo! Fui no centro da cidade pesquisar alguns preços e passei numa loja de instrumentos musicais. Confesso que não me surpreendi quando ouvi aquela discussão dentro da loja:
– Como você é baixo!
– E você é surdo!
– Veja como ela é doce, porque você não pode ser harmônica também?
Tentando apaziguar a situação alguém tentou dizer, cheio de cacoetes do tipo “pitum-pár”, que aquele bate-boca não levaria a nenhum lugar, mas não tive outra opção senão procurar outra loja.
Dwsz

Midomi – o top do Baixaki é perfeito para identificar músicas


 Uau! Eu estou impressionado! É a melhor classificação que eu já vi no Baixaki!!! Todos os usuários que comentaram gostaram e deram nota máxima ao Midomi (exceto um que disse que o site encontra apenas 4 de cada 5 músicas que ele pesquisa, dando nota 4 estrelas quando o máximo seriam 5).

Pela descrição, o usuário precisa apenas clicar em “Click and sing or hum” e cantarolar por 10 segundos que o sistema identifica a música. Os comentários dizem que não precisa saber a letra da música toda e, pelo que eu entendi sobre o que falam das músicas internacionais, um embromation também é válido.

Perfeito pràquele amigo meu que vive me perguntando sobre músicas que eu não faço ideia de quais se tratam mas, tempos depois quando ele descobre, eu finalmente entendo que realmente era uma música que eu conhecia, já tinha ouvido muito mas também não sabia o título ou o nome do artista.

Procurar Música Utilizando a Sua Voz, Cantando ou Trauteando, Visualizar Vídeos Musicais, Aderir ao Clube de Fãs, Partilhar com Amigos, Ser Descoberto e Muito Mais Tudo Grátis! – midomi.com.

Calendário de Eventos do Dubliners Irish Pub


Galera roqueira de Salvador, super indico essa folhinha: o calendário do Dubliners Beer Irish Pub. Observe que no próximo 14 de Abril (Sábado) é aniversário da casa verde, que fica na Rua da Paciência (Rio Vermelho). Programem-se.

Dwsz.

Calendário de Eventos do Dubliners Irish Pub.

Recompensa-se por violino roubado


Está bem que o violino é uma jóia, mas quem roubaria um violino em Salvador? Não sei, mas parece que aconteceu no último 19 de Março (segunda-feira) no ônibus Camaçari-BR nas imediações da Trator Motors, segundo panfleto afixado na Lapa.
Ainda segundo o panfleto, o violino Guarnerius de fábrica alemã estava dentro de sua case. O proprietário (provavelmente um músico apaixonado) promete uma recompensa por quem recuperar o instrumento.

Dwsz

Por quê PJ Dan é DJ e por quê Jesus Luz é PJ


A pergunta original seria “Por que ‘PJ Dan’, em vez de ‘DJ Dan’?” e a seguinte seria “Por que ‘Dan’?”.

“DJ” é a sigla para “Disc Jockey“, que é quem mexe no som, assim como “VJ” é a sigla para “Video Jockey“, que é quem mexe nas imagens. “PJ” segue essa linha mas se inspira em pseudo-djs como Jesus Luz, que limitam-se a dar o play. Assim, eles são “Player Joker” (onde “joker” pode ser “palhaço”, “piadista” e congêneres).
“Dan” são as inicias de “Dowglasz Abhorsky Nramachandra”.
))o–o((
Dwsz

Don;t Complain


DON’T COMPLAIN
lyrics and melody by Dwsz

As usually
Buy, waste your time and money,
Drink and bring it back to the bottle
Sweetter, honey
Give tips and alms and don’t complain about anything

That’s what you ask of me
There’s no difference from waht I ask of you
I don’t need new drugs to see
What I could, what I can do

You left me no option
You left me no alternate
You left here (this way)
Disintegrated

That’s what I ask of you
There’s no diference from
What you ask of me
I don’t need new drugs to see…

Banda revelação, Salvador 2011 – Maglore


Então eu decidi ouvir Maglore. Decidi descobrir que banda é essa tão comentada na atualidade.

Não sei explicar o motivo, mas eu sempre achei que era uma daquelas bandas emo nojentas que tem por aí. Não tenho nada contra os emos – exceto a falta de criatividade e personalidade – mas é uma subcultura que não me agrada.

A minha surpresa foi justamente descobrir que a primeira faixa do EP intitulado “Cores do Vento”, a música “Às Vezes Um Cliché”, é uma das músicas que eu mais tenho gostado de ouvir na Educadora FM.

A sonoridade do grupo é profissional. Mas daquele profissional “amante” e não “máquina”. Eles sabem o que fazem com os instrumentos e microfones. Mas sim, isso também é importate – e eles também fazem bem: trabalhar com lápis e papel. As letras são agradáveis, as melodias bem contruidas e os acompanhamentos harmoniosos.

Fiquei sabendo que um cd já está por aí, mas quis conhecer primeiro esse EP. Se o disco físico já estiver nas lojas, estará também na minha #WishList.

Dwsz.

Fotos de Martin Mendesz


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Veja que intrometida essa menina sem graça! Só se acha foto do Martin Mendesz do lado dessa garota! Há apenas poucas exceções em que ele aparece com o baterista Eduardo – aliás, eles forma um belo casal, não? rs

Dwsz.

Pitty se une a seu guitarrista para tocar o projeto Agridoce paralelamente


Pitty e Martin no projeto Agridoce / Divulgação

RIO – Quando não está nos palcos divulgando seu último álbum, “Chiaroscuro”, em vez de descansar, Pitty faz mais música. Ultimamente, parte de seu tempo livre tem sido destinado à parceria com Martin Mendezz, guitarrista de sua banda, no Agridoce, que por enquanto tem seus frutos divulgados apenas na internet. No projeto, ela compõe, toca e canta. Ele ainda não começou a soltar a voz (não por falta de incentivo da cantora), mas seus instrumentos estão afiados. O MySpace (acesse ) da dupla conta com quatro músicas e não há planos para o futuro quando o assunto é show ou lançamento de disco. Leia entrevista com Pitty e Martin sobre o projeto.

Megazine: Como e quando surgiu o Agridoce?

Pitty: É um tanto quanto impreciso, mas já faz um tempo que eu e Martin vínhamos falando sobre fazer um experimento com músicas que envolvessem violão, piano, voz e tivessem uma pegada mais sutil e melancólica. É recorrente na nossa história encafifarmos com um disco em especial ao mesmo tempo sem um saber do outro, e nessa época era o Pink Moon de Nick Drake. Já conhecia e amava esse disco de longa data, mas ele ressurgiu numa determinada semana e eu o escutava obsessivamente, ininterruptamente. Conversando, descobri que ele estava na mesma. Aí juntou o Friendly Fire do Sean Lennon que também virou uma obsessão por aqui; de não conseguir parar de ouvir, de querer dissecar o disco e seus timbres, essas coisas. Numa dessas sessões de escutar música atentamente e em silêncio, acho que Martin pegou o violão e começou a dedilhar alguma coisa… sentei no piano, e fomos.

Martin: Não lembro exatamente quando, mas foi criado a partir de um interesse comum dos dois de fazer um projeto com essas características, tanto sonoras quanto de execução… essa coisa mais introspectiva e meio estilo “doi it yourself”.

Megazine: Qual é o papel de cada um de vocês nesse projeto?

Pitty: Objetivamente, eu toco piano, ele violão, e eu tenho cantado as músicas. Mas os dois podem cantar e eu tenho botado uma certa pilha pra ele gravar umas vozes. Os dois compõem as harmonias e arranjos, eu tenho feito as letras e melodias, mas ele também pode aparecer com alguma. Tudo pode, é só a gente gostar. Ele fica responsável pelas gravações e, como entramos nessa de compartilhar, acabei cuidando de fazer um MySpace e editar os vídeos. Mas no final, tudo acontece com o aval e a ajuda do outro.

Martin: O mesmo. Cada um faz um pouco de tudo. O café dela fica mais gostoso e eu sou melhor pra carregar coisas mas as vezes até isso sai trocado.

Megazine: Na hora de gravar, vocês fazem tudo sozinhos ou há amigos envolvidos?

Pitty: Até então, tem sido só nós dois. É que é uma oportunidade pra gente desenvolver certas habilidades como microfonar e timbrar os sons, pra aprender a mexer no Final Cut, descobrir que tipo de microfone funciona melhor para apertar na compressão, pesquisar dobras de voz e efeitos. É, de fato, um laboratório. E por ser um laboratório, pode ser que em algum momento algum amigo apareça para contribuir e nos ensinar alguma coisa nova. Se somar, tá valendo.

Martin: Tudo sozinhos. Dividimos as funções baseados nas habilidades (ou falta delas) de cada um.

Megazine: Qual é a maior inspiração na hora de compor as músicas do Agridoce?

Pitty: Juntamos umas referências a partir das músicas que fomos fazendo, e vimos que tinha a ver com Nick Drake, Iron & Wine, Velvet Underground, Serge Gainsbourg, Jeff Buckley e coisas tais. Suave porém denso, calmo e ainda assim pesado, doce e melancólico. Por isso o nome, Agridoce. Música doce feita por gente amarga. Outras referências sensoriais e visuais aparecem: dias nublados e a quentura do vinho tinto, um cabaret intimista e enfumaçado, um sorriso triste que é quase um esgar, filmes como Blue Velvet ou um quadro de Frida Kahlo: as cores são fortes, mas a imagem é obscura.

Martin: Não tem. Tem muitas referências, mas na hora de compor é muito da cabeça pra dentro. Fazendo uma análise posterior, você consegue identificar pinceladas disso ou daquilo nas músicas mas não é feito com essa intenção. É como se fosse um vazamento ou uma dica.

Foto conceitual da dupla / Divulgação

Megazine: Quem compõe, quem pensa em arranjo… como sai uma música do Agridoce?

Pitty: De diversas formas. Em algumas, o ponto de partida foi o dedilhado do violão; outras, algo que eu havia escrito. Os arranjos surgem quando tocamos juntos. “Dançando” e “Romeu”, eu fiz em alguma madrugada e mostrei pra Martin, que sempre dá um jeito da música ficar mais rica. “Ne Parle Pas” e “Epílogos e Finais” partiu dele no violão e eu fui encaixando o piano pra depois fazer a letra. A contribuição de um nas coisas do outro é tamanha que já não sei direito quem fez o quê em determinadas músicas. E na verdade isso é o que menos importa.

Martin: Não tem regra. Quem sacar a ideia primeiro ganha. Talvez a única constante seja que sempre alguém faz alguma coisa.

Megazine: Quando saiu a primeira música e qual é a periodicidade de lançamento de cada uma?

Pitty: Acho que a primeira surgiu há alguns meses. Não há periodicidade, depende do nosso tempo livre e de inspiração. Teve uma semana muito pródiga em que duas músicas apareceram no intervalo de poucos dias, por exemplo. A medida em que vão ficando prontas a gente bota no My Space; a etapa final do dia de gravação e mixagem é compartilhar a nova música.

Martin: Não lembro quando saiu a primeira, mas elas vão sendo disponibilizadas assim que vão ficando “prontas”. Na verdade ainda mexemos nas músicas, vamos mudando alguma coisa aqui e ali, aprendendo alguma coisa nova…

Megazine: O que vocês pretendem com esse projeto? Só distração ou também show, disco etc?

Pitty: Não sei. O que a gente pretendia quando se dispôs a fazer era somente experimentar, exercitar coisas novas, aproveitar o tempo livre de forma criativa, exercer outros lados musicais que não cabem na nossa banda principal. Nunca projetamos nenhum tipo de desdobramento disso. Tanto era só uma experiência a ser compartilhada que apenas fizemos um MySpace e largamos, despretensiosamente, o link no meu Twitter. Se pensássemos nisso como uma possibilidade real de trabalho, teríamos feito diferente: programaríamos um lançamento, gravaríamos de forma mais profissional, faríamos foto de divulgação e avisaríamos a imprensa. Nada disso aconteceu, porque a ideia nunca foi essa.  (Grifo meu. Já existe planejamento a respeito e fotos de divulgação. Dwsz)

Gravamos em casa, num processo muito artesanal, são praticamente demos ali. E nunca chegamos a divulgar isso oficialmente para a imprensa; a coisa simplesmente se espalhou à boca miúda. Isso me chamou a atenção e me deixou de certa forma lisonjeada: o interesse partiu de fora. Parece que as pessoas gostaram, e aí é que se abriu essa outra possibilidade de show, disco, etc. Mas eu não sei o que vai rolar, por enquanto a gente se diverte com esse interesse mas fica focado mesmo é no objetivo inicial da coisa: exercitar a criatividade.

Martin: Na verdade, manter a despretensão é nossa maior prioridade. Volta e meia temos algum delírio com relação a outros desdobramentos desse projeto mas a maior pretensão mesmo, sem papo hippie, é não deixar perder a leveza

Megazine: Já há convites para show?

Pitty: Rolaram uns convites, e seria divertido ao menos uma vez sentir como é fazer isso ao vivo. O som é tão intimista que teria de ser algo bem específico; lugares pequenos e aconchegantes, com o clima certo para este tipo de música.

Martin: Sim.

Megazine: Como não trazer o que rola na carreira de Pitty para o Agridoce?

Pitty: São duas coisas bem diferentes, e é exatamente por isso que Agridoce existe. Para sanar essas outras vontades musicais, para passear por outros universos sonoros, pra dar vazão a outros lados da nossa personalidade. Existem muitas personas, e as vezes elas não cabem no mesmo espaço.

Martin: É tudo muito diferente, não acho que venha tanta coisa de lá pra cá. Claro que somos nós mesmos então tem aspectos de que não dá pra fugir, mas também não ficamos na paranóia, não.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/megazine/mat/2010/11/04/pitty-se-une-seu-guitarrista-para-tocar-projeto-agridoce-paralelamente-922950329.asp

Pitty começa a gravar primeiro disco do projeto “Agridoce”


 

O ano é de novidades para Pitty. A partir desta segunda (1º), a cantora baiana entra em estúdio para gravar o primeiro disco de Agridoce, seu projeto paralelo com o guitarrista de sua banda, Martin Mendezz.

Com pegada folk, a dupla investe em melodias mais delicadas, que vão na contramão do trabalho autoral da roqueira. Algumas canções podem ser ouvidas em www.myspace.com/somagridoce.

Para se concentrar nessa nova empreitada, Pitty e Martin se mudam para um estúdio montado na Serra da Cantareira, em São Paulo, com o produtor Rafael Ramos e o engenheiro de som Jorge Guerreiro. As gravações do disco serão registradas pelo fotógrafo e cinegrafista Otávio Sousa.

Antes de viajar para sua primeira turnê nos EUA, Pitty fez o primeiro show do Agridoce, no Studio SP, em São Paulo. Nesse projeto, ela também toca piano, uma de suas paixões.

 

Fonte: http://retratoparalelo.com/?p=32