Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

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Pitty Stop: banda em recesso + artista em pseudo-crise = fãs em pânico


Compor é como vomitar. Quando você sabe que não vem é porque você sabe que precisa vir. E aí você fica encarando a privada, estimulando os movimentos peristálticos em reversão… e quando vem é pra valer, sai tudo que tinha que sair quase de uma vez, algumas vezes e, inclusive, quando você acha que já botou pra fora tudo que tinha lá dentro, ainda sai mais alguma coisa. Só depois você diz “agora sim!” e vai descansar. Ou voltar prà festa.

Eu tenho pena das pessoas que ouviram apenas dos boatos e daquelas que espalharam esses boatos por não saber ler e interpretar. No ano que vem completaremos 10 anos de Admirável Chip Novo e a Deckdisc não deve deixar passar em branco. No blog a Pitty diz que sua banda entrou em RECESSO. Seriam férias (coletivas) se não houvessem tantos projetos paralelos. O mais notório é o Agridoce, mas o assunto aqui ainda é a banda homônima à vocalista.

Todos sabemos que Pitty só lança material nos anos ímpares – seja por superstição, marketing ou “o tempo das artes”. Assim foi com o Admirável Chip Novo e com o Lado Z (2003), o Anacrônico (2005), o {DES}Concerto (2007), o Chiaroscuro (2009) e A Trupe Delirante no Circo Voador (2011). Houve uma exceção em 2004, que foi o Admirável Vídeo Novo, mas não sei se devo considerar à parte do ACN.

“Pode ser amanhã ou daqui a tempos”. Não importa. O que importa é que vai ter material novo em 2013, inédito ou comemorativo.

Se você rejeita a ideia de estimular o vômito, de enfiar o dedo na garganta e despejar no vaso, talvez você também rejeite a ideia de pegar três ou quatro fórmulas, bolar um hit redondinho com o que você sabe que funciona… Nesse caso, considere reler o primeiro parágrafo.

Dwsz.

» A Onda PITTY.

Eike Sensacionalismo!


SOMOS TODOS IGUAIS PORQUE SOMOS TODOS DIFERENTES. MESMO NAS DIFERENÇAS SOMOS SEMELHANTES E MESMO NAS SEMELHANÇAS SOMOS DIFERENTES. ISSO É TÃO DIFÍCIL QUE EU PRECISO PERGUNTAR: POR QUE NÃO PODEMOS APENAS “SER”?
Que nojo desses homossexualistas!!! Mas o que importa é fazer a propaganda bem feita, veicular massivamente e vender (MUITO) o produto.
Admito que não sou fã de quadrinhos (mas coleciono Luluzinha e tenho as 13 primeiras edições de Blade – A lâmina do imortal) mas não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de um super-herói. Aliás, eu não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de ninguém – exceto quando da inscrição em sistemas de cotas para subcompetentes, onde o máximo de discriminação é necessário. Dificilmente alguém vai me convencer que, “naturalmente”, as pessoas são bissexuais mas costumam assumir uma das posições dicotômicas da sexualidade devido a pressões da sociedade. Defendo que o mesmo motivo faça as pessoas dormirem à noite e passarem o dia todo acordadas (coisa que, pra mim, é uma tortura).
Tá, tudo bem, o super-herói, além ou apesar de ser um qualquer-coisa muito frustrado (por isso usa fantasias para esconder sua identidade) ainda tem uma vida social. Se tem vida social, também “conhece pessoas”. E que diferença faz se essas pessoas são do mesmo sexo, de sexo diferente ou de “difícil definição”? Claro que isto é uma pergunta retórica: faz toda diferença na campanha de marketing!
De novo, eu tenho nojo dessas coisas, então prefiro não comentar muito mais. Acho apenas que os marketeiros e os que contratam seus serviços deveriam ter mais respeito pela humanidade. Sim, claro que devem haver personagens gays nas estórias, afinal isso é uma condição restritiva (a dicotomia) que cabe aos humanos. Mas também cabe aos humanos fugir de condições robotizantes e isso deve fazer aparecer personagens bissexuais ou de sexualidade não-declarada (apenas para fugir dessa discussão estéril e voltar ao que realmente interessa ou simplesmente pra bater bem forte a porta na cara desses homossexualistas que sequer entendem “psi” da psiqué humana), que não têm emprego formal, que abusam de drogas, que consomem produtos pirata, que não dormem nunca, “greenpeacers”…
O que mais me aborrece mesmo é o objetivo dessas discriminações. Nada além de separar, isolar e segregar as pessoas pode ser esperado como resultado disso. Sim, haverá conscientização das diferenças, mas apenas porque ela é necessária para a segregação. Sinto saudades de uma época em que a propaganda da TV dizia que a cara do Brasil era a cara do mundo, que o provo brasileiro era miscigenado e que isso era motivo de orgulho. Mantenho o desafio aos fashionistas de usar peles: brancas, amarelas, laranjas, vermelhas, rosas, verdes, azuis, marrons (MUITOS TONS DE MARROM), pretas… Essas são as cores da pele humana e uma pessoa normal não tem apenas uma.
Aos homossexualistas peço que mantenham distância porque suas posturas dão-me asco. Aos racialistas peço que tentem ser mais racionalistas. Aos marketeiros… Deixa pra lá.
Dwsz

Apresentação caótica


Aos leitores eu peço desculpas e paciência. Tenho ciência de a apresentação visual do DONQQ está confusa, mas ignorem isso por enquanto, valorizem mais o conteúdo. Logo, quão breve possível, trarei muitas novidades e melhorias – fruto de aulas no Ifba e de estudo com material próprio, adquirido antes do processo seletivo. É certo que é muito mais desse material, mas algumas aulas também estão contribuindo muito.

Continuem visitando o blog e POR FAVOR mandem suas críticas e sugestões.

Dwsz.

A onça catucada com vara curta reage com CDC


Estou cansado de ir nas lojas e ser tratado com arrogância pelos vendedores, não encontrar os preços das mercadorias ou encontrar produtos com validade vencida.
Tudo isso são atentados ao meu direito de consumidor. Mas hoje em dia – surpresa! – os vendedores não precisam dos compradores. Por ser um leigo em marketing, eu não saberia explicar como acontece. Até então eu acreditava que o cliente tinha sempre razão e, se saísse do estabelecimento insatisfeito, o vendedor não teria cumprido corretamente sua função. Ultimamente tenho percebido que esta filosofia é anacrônica e não corresponde mais à realidade.
Quando eu procuro o preço de determinada mercadoria, não encontro e questiono o logista a respeito, a resposta vem em forma de olhar de desprezo (às vezes é raiva) e entonação arrogante. Qualquer dia eu “saio na mão” com um desses.
Imediatamente, não há nada que possa ser feito a respeito já que, em casos como esses, o consumidor consciente vai desistir de comprar nessa loja e não terá provas como nota fiscal. É possível, no entanto, exigir satisfações do gerente e notificar a administração do shopping.
Segundo o projeto de lei 5967, o shopping também tem responsabilidade – por isso também deve responder – sobre os atos infracionais cometidos pelas lojas.
A burocracia para o atendimento no Procon pode fazer expirar os argumentos de quem se sente lesado mas não tem amplos conhecimentos jurídicos. Apesar disso ainda vale a pena procurar os diretores das lojas e shoppings, havendo casos em que a formalização do processo pelo Procon ainda se faz necessária.
Não iludam-se achando que esses problemas aparecem no fim do com por causa do aumento no movimento. Esses problemas sempre existiram onde estão aparecendo agora e o que nós vemos, como se diz, é a ponta do iceberg.
Procure seus direitos, informe-se, fiscalize, denuncie.