Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

Internet livre?


Monitoramento das informações de tráfego na internet, compartilhamento destas informações com o governo, bloqueio a sites, etc. SOPA, PIPA, ACTA, CISPA, projetos de lei dos Estados Unidos que tem como objetivo acabar com a pirataria na internet, e proteger a rede mundial de computadores de cybercrimes, consequentemente por um fim a privacidade e liberdade de expressão.

O problema é que: os Estados Unidos com a sua tentativa de acabar com a pirataria criticou a postura do Brasil em relação à pirataria. Diz a IIPA (Aliança Internacional de Propriedade Intelectual), que no Brasil, a pirataria online “floresce sem controle”. As autoridades de lá querem também que os provedores de internet passem a atacar a pirataria no Brasil, a sugestão é que o governo incentive os provedores a notificar usuários de redes P2P.

Sobre notificar usuários que utilizam P2P: uTorrent, BitTorrent, dentre outros utilizam P2P e todos nós sabemos que nessa rede não existe só arquivos ilegais e protegidos por direitos autorais, seria um grande prejuízo para a divulgação de materiais livres, como sistemas operacionais e softwares.

Pois é, querem censurar a internet, um espaço que deve ser livre e público, mas não uma terra sem lei, onde os crimes cometidos fiquem impunes.

“Eu pensei que não havia maneira de colocar o gênio de volta na garrafa.” – Sergey Brin

A revolução não será no sofá


Navegando pela internet, eu me deparo com um grupo de discussões no Facebook e um link pra um artigo no blog:
(Clique aqui pra ler o artigo)

Aqui no Brasil, finalmente estamos passando pela “revolução” social que aconteceu nos Estados Unidos em 2006~2007.
Estou falando das redes sociais na internet, sim, Orkut, Twitter, Facebook… essas tantas ferramentas de divulgação de hipermídia que não possuem todo o seu potencial aproveitado. Digo, as pessoas gastam seu precioso tempo contando coisas que ninguém quer saber, além de ser um dos motivos para lucrar tanto na venda de computadores e serviços de internet. Continuar lendo

Como aumentar a visibilidade do blog


 Talvez eu ainda não tenha chegado aos níveis de escrever um livro de autoajuda para novos blogueiros. TALVEZ ainda não. Mesmo assim eu vou indicar métodos práticos, gratuitos e realmente eficazes para fazer um blog crescer. Acompanhe:


1- Use sempre o mesmo nome, seja o de batismo ou o pseudônimo. Se houver um nome de grupo, use-o associado ao seu quando o representar.

2- Participe de bate-papos com famosos (o bate-papo do Uol, por exemplo) usando esse nome. Esse é um grande segredo para fazer crescer a sua própria imagem na web, já que algumas dessas conversas são reproduzidas em outros sites (com referência principal à celebridade, mas os nicks dos participantes são listados).

3- Faça publicações frequentes. Se possível, mais de uma por dia. Também podem ser artigos copiados de outras páginas se você indicar as fontes.


4- Nunca esqueça de adicionar as tags. São elas que vão trazer seus visitantes direto dos sites de pesquisa.

5- Integre seu blog a outros serviços de mídias sociais como TheGoodBlogs, Facebook, Twitter, FriendFeed… pois isso aumenta a visibilidade automaticamente. Se os serviços forem integrados entre si, esse aumento é potencializado.


6Indexalize sua página no Google e estará tudo pronto. Divulgue tudo isso entre as pessoas próximas e acompanhe o crescimento com a corrente.
Bom trabalho!
Dwsz

O anônimo mais famoso do Brasil, quiçá da Web!!!


Uh! Ahahahahah!!! Viva!!!

Não bastasse meu nome, no Google, retornar apenas resultados diretamente relacionados a mim… esses resultados somam 99 (noventa e nove) páginas!!! Isso é um record!!! Qual anônimo no mundo conseguiu esse feito?

Qual não foi minha surpresa hoje, ao conferir de novo essa pesquisa? O Google sugere meu nome, certinho (ortografia), quando você digita apenas “Dowg”. Fantástico!!!

Já posso me considerar famoso? Se não puder: ô Boninho, me chama aí pra participar do Big Brother, pô!

Abraço!

Amigos Anonymous


Amigos Anonymous,

Não deixem-se abater pela aparente falta de intresse de pessoas que possam se juntar a você. Talvez elas ainda estejam no HiperSono. Essa hipnagogia é muito forte e resistente, é necessário ser paciente e insistente.
Não esperem que todos participem porque esse objetivo é ilusório. Nunca haverá a participação de todos em nunhuma atividade humana. Basta apenas que cada um dos participantes participe sem medo da redundância.
Agora levante-se e ajude-os a se levantar também.
Dwsz

Amigos Anonymous


Amigos Anonymous,

Não deixem-se abater pela aparente falta de intresse de pessoas que possam se juntar a você. Talvez elas ainda estejam no HiperSono. Essa hipnagogia é muito forte e resistente, é necessário ser paciente e insistente.
Não esperem que todos participem porque esse objetivo é ilusório. Nunca haverá a participação de todos em nunhuma atividade humana. Basta apenas que cada um dos participantes participe sem medo da redundância.
Agora levante-se e ajude-os a se levantar também.
Dwsz

Novas ideias para o DONQQ


Precisando de colaboradores para o blog, convidei alguns amigos mas nenhum aceitou – por falta de tempo, habilidades ou inspiração. Convidei agora o Lucasz Chiavi (o Nerd #1) e espero que ele aceite minha convocação.
Temos ideias em comum e entre elas está montar uma rede social pelo SocialGo. As redes sociais populares estão ficando sem graça e, no meio de tanta gente, é comum sentir-se sozinho.
Quando o projeto, ainda sem nome, estiver pronto, estarão todos convidados.
Dwsz

Pitty se une a seu guitarrista para tocar o projeto Agridoce paralelamente


Pitty e Martin no projeto Agridoce / Divulgação

RIO – Quando não está nos palcos divulgando seu último álbum, “Chiaroscuro”, em vez de descansar, Pitty faz mais música. Ultimamente, parte de seu tempo livre tem sido destinado à parceria com Martin Mendezz, guitarrista de sua banda, no Agridoce, que por enquanto tem seus frutos divulgados apenas na internet. No projeto, ela compõe, toca e canta. Ele ainda não começou a soltar a voz (não por falta de incentivo da cantora), mas seus instrumentos estão afiados. O MySpace (acesse ) da dupla conta com quatro músicas e não há planos para o futuro quando o assunto é show ou lançamento de disco. Leia entrevista com Pitty e Martin sobre o projeto.

Megazine: Como e quando surgiu o Agridoce?

Pitty: É um tanto quanto impreciso, mas já faz um tempo que eu e Martin vínhamos falando sobre fazer um experimento com músicas que envolvessem violão, piano, voz e tivessem uma pegada mais sutil e melancólica. É recorrente na nossa história encafifarmos com um disco em especial ao mesmo tempo sem um saber do outro, e nessa época era o Pink Moon de Nick Drake. Já conhecia e amava esse disco de longa data, mas ele ressurgiu numa determinada semana e eu o escutava obsessivamente, ininterruptamente. Conversando, descobri que ele estava na mesma. Aí juntou o Friendly Fire do Sean Lennon que também virou uma obsessão por aqui; de não conseguir parar de ouvir, de querer dissecar o disco e seus timbres, essas coisas. Numa dessas sessões de escutar música atentamente e em silêncio, acho que Martin pegou o violão e começou a dedilhar alguma coisa… sentei no piano, e fomos.

Martin: Não lembro exatamente quando, mas foi criado a partir de um interesse comum dos dois de fazer um projeto com essas características, tanto sonoras quanto de execução… essa coisa mais introspectiva e meio estilo “doi it yourself”.

Megazine: Qual é o papel de cada um de vocês nesse projeto?

Pitty: Objetivamente, eu toco piano, ele violão, e eu tenho cantado as músicas. Mas os dois podem cantar e eu tenho botado uma certa pilha pra ele gravar umas vozes. Os dois compõem as harmonias e arranjos, eu tenho feito as letras e melodias, mas ele também pode aparecer com alguma. Tudo pode, é só a gente gostar. Ele fica responsável pelas gravações e, como entramos nessa de compartilhar, acabei cuidando de fazer um MySpace e editar os vídeos. Mas no final, tudo acontece com o aval e a ajuda do outro.

Martin: O mesmo. Cada um faz um pouco de tudo. O café dela fica mais gostoso e eu sou melhor pra carregar coisas mas as vezes até isso sai trocado.

Megazine: Na hora de gravar, vocês fazem tudo sozinhos ou há amigos envolvidos?

Pitty: Até então, tem sido só nós dois. É que é uma oportunidade pra gente desenvolver certas habilidades como microfonar e timbrar os sons, pra aprender a mexer no Final Cut, descobrir que tipo de microfone funciona melhor para apertar na compressão, pesquisar dobras de voz e efeitos. É, de fato, um laboratório. E por ser um laboratório, pode ser que em algum momento algum amigo apareça para contribuir e nos ensinar alguma coisa nova. Se somar, tá valendo.

Martin: Tudo sozinhos. Dividimos as funções baseados nas habilidades (ou falta delas) de cada um.

Megazine: Qual é a maior inspiração na hora de compor as músicas do Agridoce?

Pitty: Juntamos umas referências a partir das músicas que fomos fazendo, e vimos que tinha a ver com Nick Drake, Iron & Wine, Velvet Underground, Serge Gainsbourg, Jeff Buckley e coisas tais. Suave porém denso, calmo e ainda assim pesado, doce e melancólico. Por isso o nome, Agridoce. Música doce feita por gente amarga. Outras referências sensoriais e visuais aparecem: dias nublados e a quentura do vinho tinto, um cabaret intimista e enfumaçado, um sorriso triste que é quase um esgar, filmes como Blue Velvet ou um quadro de Frida Kahlo: as cores são fortes, mas a imagem é obscura.

Martin: Não tem. Tem muitas referências, mas na hora de compor é muito da cabeça pra dentro. Fazendo uma análise posterior, você consegue identificar pinceladas disso ou daquilo nas músicas mas não é feito com essa intenção. É como se fosse um vazamento ou uma dica.

Foto conceitual da dupla / Divulgação

Megazine: Quem compõe, quem pensa em arranjo… como sai uma música do Agridoce?

Pitty: De diversas formas. Em algumas, o ponto de partida foi o dedilhado do violão; outras, algo que eu havia escrito. Os arranjos surgem quando tocamos juntos. “Dançando” e “Romeu”, eu fiz em alguma madrugada e mostrei pra Martin, que sempre dá um jeito da música ficar mais rica. “Ne Parle Pas” e “Epílogos e Finais” partiu dele no violão e eu fui encaixando o piano pra depois fazer a letra. A contribuição de um nas coisas do outro é tamanha que já não sei direito quem fez o quê em determinadas músicas. E na verdade isso é o que menos importa.

Martin: Não tem regra. Quem sacar a ideia primeiro ganha. Talvez a única constante seja que sempre alguém faz alguma coisa.

Megazine: Quando saiu a primeira música e qual é a periodicidade de lançamento de cada uma?

Pitty: Acho que a primeira surgiu há alguns meses. Não há periodicidade, depende do nosso tempo livre e de inspiração. Teve uma semana muito pródiga em que duas músicas apareceram no intervalo de poucos dias, por exemplo. A medida em que vão ficando prontas a gente bota no My Space; a etapa final do dia de gravação e mixagem é compartilhar a nova música.

Martin: Não lembro quando saiu a primeira, mas elas vão sendo disponibilizadas assim que vão ficando “prontas”. Na verdade ainda mexemos nas músicas, vamos mudando alguma coisa aqui e ali, aprendendo alguma coisa nova…

Megazine: O que vocês pretendem com esse projeto? Só distração ou também show, disco etc?

Pitty: Não sei. O que a gente pretendia quando se dispôs a fazer era somente experimentar, exercitar coisas novas, aproveitar o tempo livre de forma criativa, exercer outros lados musicais que não cabem na nossa banda principal. Nunca projetamos nenhum tipo de desdobramento disso. Tanto era só uma experiência a ser compartilhada que apenas fizemos um MySpace e largamos, despretensiosamente, o link no meu Twitter. Se pensássemos nisso como uma possibilidade real de trabalho, teríamos feito diferente: programaríamos um lançamento, gravaríamos de forma mais profissional, faríamos foto de divulgação e avisaríamos a imprensa. Nada disso aconteceu, porque a ideia nunca foi essa.  (Grifo meu. Já existe planejamento a respeito e fotos de divulgação. Dwsz)

Gravamos em casa, num processo muito artesanal, são praticamente demos ali. E nunca chegamos a divulgar isso oficialmente para a imprensa; a coisa simplesmente se espalhou à boca miúda. Isso me chamou a atenção e me deixou de certa forma lisonjeada: o interesse partiu de fora. Parece que as pessoas gostaram, e aí é que se abriu essa outra possibilidade de show, disco, etc. Mas eu não sei o que vai rolar, por enquanto a gente se diverte com esse interesse mas fica focado mesmo é no objetivo inicial da coisa: exercitar a criatividade.

Martin: Na verdade, manter a despretensão é nossa maior prioridade. Volta e meia temos algum delírio com relação a outros desdobramentos desse projeto mas a maior pretensão mesmo, sem papo hippie, é não deixar perder a leveza

Megazine: Já há convites para show?

Pitty: Rolaram uns convites, e seria divertido ao menos uma vez sentir como é fazer isso ao vivo. O som é tão intimista que teria de ser algo bem específico; lugares pequenos e aconchegantes, com o clima certo para este tipo de música.

Martin: Sim.

Megazine: Como não trazer o que rola na carreira de Pitty para o Agridoce?

Pitty: São duas coisas bem diferentes, e é exatamente por isso que Agridoce existe. Para sanar essas outras vontades musicais, para passear por outros universos sonoros, pra dar vazão a outros lados da nossa personalidade. Existem muitas personas, e as vezes elas não cabem no mesmo espaço.

Martin: É tudo muito diferente, não acho que venha tanta coisa de lá pra cá. Claro que somos nós mesmos então tem aspectos de que não dá pra fugir, mas também não ficamos na paranóia, não.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/megazine/mat/2010/11/04/pitty-se-une-seu-guitarrista-para-tocar-projeto-agridoce-paralelamente-922950329.asp

Gol inicia serviços WiFi em seus voos


Wi-Fi Signal logo

Segundo artigo da Folha de São Paulo (27/AGO/2011), a Gol oferecerá, a paritr do próximo dia 1º, um serviço WiFi.
Inicialmente os privilegiados serão os usuários de computadores portáteis, como tablets e notebooks, de 250 voos diários.
Por enquanto serão disponibilizados conteúdos da Globosat, Editora Abril e Rádios Globo e CBN. Ainda não será oferecido acesso à internet (esse sistema será de intranet) mas há expectativas.
Os primeiros voos com o serviço WiFi serão os da ponte aérea Rio-São Paulo.
Dwsz

Gol inicia sergiços WiFi em seus voos


Segundo artigo da Folha de São Paulo (27/AGO/2011), a Gol oferecerá, a paritr do próximo dia 1º, um serviço WiFi.
Inicialmente os privilegiados serão os usuários de computadores portáteis, como tablets e notebooks, de 250 voos diários.
Por enquanto serão disponibilizados conteúdos da Globosat, Editora Abril e Rádios Globo e CBN. Ainda não será oferecido acesso à internet (esse sistema será de intranet) mas há expectativas.
Os primeiros voos com o serviço WiFi serão os da ponte aérea Rio-São Paulo.
Dwsz