Verborragia curricular acadêmica


Como é possível estudar #zoologia sem #botânica? #ecologia Como se fala de #ecossistema sem #geografia? Que respaldo tem um geógrafo sem a #História? Pra que serve a História sem a #Sociologia? Como se entende sociologia sem #Filosofia? Pra que filosofar sem #metafísica? Como testar a #Física sem conhecimentos de #Química? Aprendendo química, quem não se interessa por #Psicologia? Por que psicólogos não pedagogos? Mais #pedagogia e menos #demagogia, por favor!
Dwsz

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História da Mona Lisa (La Gioconda)


A obra de arte conhecida como Mona Lisa, ou Gioconda (Latim = Alegre), foi criada entre 1503 e 1506 pelo artista renascentista italiano Leonardo da Vinci. É uma das obras mais famosas e conhecidas mundialmente.

O quadro apresenta uma pintura em tinta óleo sobre madeira de álamo e esta exposto no Musée du Louvre, em Paris, sendo a maior atração do museu.

As características que mais chamam atenção nessa obra, são:

-O sorriso enigmático e a expressão serena.

-Estética, técnicas e recursos artísticos utilizados na pintura.

-Harmonia entre a humanidade e a natureza, presente entre a modelo e a paisagem de  fundo.

-Conhecimentos matemáticos, que foram usados por Da Vinci para atingir a perfeição e o equilíbrio por meio da técnica Sfumato, que consiste em criar gradientes na criação de sombra e luz na pintura, sendo considerado o criador desta técnica.

Curiosidade:

Como a  tinta óleo que muitos artistas dá época utilizavam tinha cheiro muito forte, eles tinham que fazer uma parte do trabalho, parar e apenas dar continuidade quando houvesse uma melhora dos efeitos da tinta (que os deixavam com náuseas). Por isso a obra Mona Lisa levou 3 anos para ser completada e divulgada publicamente.

História  do quadro:

 A pintura foi retirada da Itália e levada  para a França pelo próprio Leonardo em 1516, quando foi convidado pelo Rei Francisco I da França para trabalhar na sua corte. O rei comprou a pintura, que passou a ser exibida em Fontainebleau  e depois no Palácio de Versailles.  Após a Revolução Francesa, o quadro foi levado para o Museu do Louvre. Um dos principais apaixonados  pela obra era o imperador  Napoleão Bonaparte, que mandou colocá-lo nos seus aposentos. No período das guerras com a Prússia, muitas peças presentes na  coleção do Museu foram escondidas em um lugar “seguro”. Porém em  22 de agosto de 1911 a “Mona Lisa” foi roubada, e o crime teve entre seus principais suspeitos o poeta francês Guillaume Apollinaire, que foi preso em 7 de setembro. Pablo Picasso também foi preso para interrogatório porém, tempos depois, ambos foram liberados.

Assim muitos passaram a acreditar que a pintura estava perdida e não seria mais recuperada. Mas, para espanto de todos, a solução do caso foi mais simples do que imaginavam. O empregado do Louvre, Vincenzo Peruggia, acreditava que a pintura pertencia à Itália e por isso não devia continuar na  França. Por esse motivo a roubou e conseguiu sair do museu com o quadro escondido sob seu casaco. Mas o desfecho dessa história só foi dado quando Peruggia tentou vendê-lo a um negociante de arte, pertencente a Florença.

Após os fatos ocorridos, a  “Mona Lisa” foi  exibida em vários museus italianos e, em seguida, retornou ao Louvre em 1913. Durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial  a pintura foi outra vez removida do Louvre e armazenada em um lugar seguro.

Em 1956 a parte inferior da pintura foi danificada por um ataque brutal, com ácido. Alguns meses se passaram e o quadro sofreu  um novo atentado. Dessa vez  um indivíduo lhe atirou uma pedra, e desdesse episódio encontra-se protegida por um vidro de segurança.

Quem foi a  Mona Lisa?

Existe um grande mistério, ninguém sabe ao certo quem foi. A comunidade que estuda a História da Arte trabalha apenas com hipóteses sobre quem foi a mulher retratada nesta pintura. Assim como:

1. Poderia ser a imagem de uma mulher idealizada e pintada pelo artista.

2. Pode ser um autorretrato de Leonardo da Vinci, vestido de mulher.

3. Mona Lisa era Lisa Del Giocondo, esposa do rico comerciante italiano Francesco del Giocondo. Tornou-se a mais provável no momento.

Análise da primeira letra do nome Gioconda-G

-Muito sério e com grande honestidade

-Busca a perfeição em tudo.

Análise da primeira letra do nome Monelisa-M(através da numerologia)

-Mostra a pessoa como é interiormente.

-Revela como pensa, sente e age.

-Por ter o numero 8 como seu número, pode-se dizer que a  sua vibração mostra a impressão que você transmite às pessoas e os efeitos que lhes causam.

Esse vídeo é muito interessante para quem quiser se aprofundar um pouco mais na história e nas teorias: http://www.youtube.com/watch?v=9B5QzIWMdgw

HISTÓRIA CRÍTICA DO BRASIL


Apenas hoje (25/06/2012) eu finalmente assisti CIDADE DE DEUS inteiro. Só agora entendi que esse não é apenas um filme de violência. Não é apenas uma obra comercial que alimenta a mente pervertida de pessoas alienadas que só pensam em sexo, drogas e crimes.
O filme de Fernando Meireles conta uma história importante do Brasil (e da violência que o toma). Não é à toa que ele foi indicado pela UFBA para a segunda fase do vestibular. Os estudantes que também tiverem assistido BRASIL: UMA HISTÓRIA INCONVENIENTE (documentário da BBC) poderão compreender muito bem toda a origem do estímulo à destruição das famílias, à guerra e ao narcotráfico e por que os “afro-descendentes” são os designados a essas margens do Sistema.
Uma análise mais abrangente leva à conclusão de que qualquer estudante deveria se inscrever no vestibular apenas pelo prazer de ter a chance de pesquisar sobre esses temas. Há diversos vídeos do gênero no Youtube e aqueles que pretendem levar a prova a sério vão se dar bem se os assistirem.
Dwsz.

Histórias no Facebook Timeline


Empresas e organizações estão aproveitando o recurso da Timeline do Facebook para contar sua própria história. Uma forma inteligente de atrair muitas visitas para página.

A Nokia, por exemplo, conta eventos importantes na história da companhia, como sua fundação em 1865, o lançamento do seu primeiro telefone portátil em 1984, e o lançamento do 3310 em 2000 que a Nokia descreve-o como “Chuck Norris of mobile phones” (Chuck Norris dos telefones celulares).

Confira nos links abaixo (páginas em inglês):

Já recebeu seu trote hoje?


Tem uma pessoa que está perturbando a mim e aos meus amigos. Ele liga do número (71) 8272-6479 e simplesmente não fala nada. Não sei se o objetivo é só encher o saco mesmo, mas normalmente esses psicopatas que perseguem as pessoas, e as pessoas próximas ao perseguido, geralmente vão mais além. Tenha cuidado, principalmente se você é meu amigo e mais ainda se ele já te ligou alguma vez.

Dwsz.

Carta de Alforria


Eu gostaria, honestamente, de poder acreditar que este relato é fruto de alucinação ou surto. Eu gostaria, honestamente, de estar errado quando chego a conclusões tão absurdas.
Não sei por que minha família me odeia tanto. E há tanto tempo. Nesses 21 anos que estamos juntos, não me lembro de momentos felizes. Lembro-me, às vezes, de alguns instantes alegres, talvez com os presentes sorrindo. Mas rindo mesmo, quando eu estava no local, seria de mim ou sem mim. Quero dizer que eles estariam se divertindo às minhas custas ou por ter a garantia do meu isolamento.
Isso acontece desde criança. E desde cedo minha mãe me leva a vários médicos, com vários diagnósticos, receitas, sintomas… Muitos desses sintomas, na verdade, era a minha mãe que apresentava.
Eu não consigo entender (ou aceitar) como a minha própria mãe poderia me fazer tanto mal, todos esses anos, intencionalmente… Mas há documentos capazes de provar que ela faz essas viagens comigo, sempre com sintomas e diagnósticos convenientes a ela.
 Quem me conhece hoje em dia sabe como é difícil pra mim permitir a aproximação das outras pessoas. Eu não consigo acreditar e confiar totalmente em ninguém, eu já passei semanas inteiras dopado, chegando a esquecer onde eu estava e o que estava fazendo (mesmo que por instantes), fiquei inúmeros períodos sem ter noção de tempo, fosse de horas e minutos, fosse de semanas e meses. Ainda hoje é dificílimo pra mim contar algumas histórias da minha vida em ordem cronológica. Aliás, as histórias que eu consigo contar são apenas as que eu consigo lembrar – e a questão aqui não é a memória, mas as memórias, que são dolorosas.
 Eu gostaria de pedir aos amigos e a alguns inimigos (esses e aqueles, mais específicamente) que me ajudem a coletar dados, documentos, imagens, que me ajudem a provar que eu sou quem eu sou e não quem eles dizem que eu sou (é complexo mas, se você me conhece, já entendeu o que quero dizer). Se você tem documentos – ou cópias deles – que contêm meu nome, fotos em que eu apareça, textos meus, cartas, cartões-postais… qualquer coisa que possa se relacionar à minha personalidade, por favor entre em contato e envie-me cópias desses materiais.
E as minhas postagens, sejam aqui, no Twitter ou no Facebook, terão certa regularidade. Sendo assim, caso não haja atualização em nenhuma dessas mídias por três dias consecutivos, procurem-me pelos meios que puderem pois significa que preciso muito de ajuda. Sou frequentemente ameaçado e temo até que, dopado, alguém me tenha feito assinar algum documento que prejudique potencialmente.
Vou tentar frequentar regularmente o Ifba, mesmo que não tenha esperanças de aproveitar conteúdos, apenas para que as pessoas possam me ver – e observar eventuais “alterações físicas” – além daquela desculpa clássica de “preciso tomar sol” e “preciso andar”. Dessa forma, mesmo nesse ambiente, se eu não aparecer por três dias seguidos, aproximem-se.
 Não me incomoda que pensem “ah, agora ele quer fazer amigos”; esse nunca foi meu objetivo, continua não sendo, mas eu nunca rejeitei a ideia. O que eu preciso, na verdade dura – porém não necessáriamente crua – o que eu preciso é de testemunhas; de pessoas que possam dizer que, de alguma forma, conhecem meu comportamento e minha personalidade. Isso será o bastante quando for necessário confirmar se eu faria ou não faria algo que alguém diz que eu fiz ou não fiz.
Repito o de sempre: se você não entendeu esse texto é porque ele não é pra você e/ou você não precisa entendê-lo (ou, pelo menos, não agora). Mas, se você acredita em mim, faça cópias dele.

Grande abraço,

Dwsz.