Somente os “crentinos” não evoluem


Evolucionismo OU Criacionismo?
Fé OU Ciência?
Tubos de ensaio OU Bíblia?

É inacreditável a capacidade que algumas pessoas têm de dizer que leem “a palavra de Deus”, que acreditam nas Escrituras, mas são incapazes de praticar esses “ensinamentos” ou mesmo de identificar as “verdades” do mundo.

Cientistas, por outro lado, usam-se do objetivismo para garantir a disseminação apenas da verdade. Teorias são ideias que, estudadas, confirmam-se, desmentem-se ou corrigem-se de acordo com as descobertas.
Os cientistas não são capazes de provar que Deus existe, por isso não fazem essa afirmação. Mas também não provam que não – e não o dizem.

Se TUDO o que está escrito nas “sagradas escrituras” é verdade, porque os evangélicos são os primeiros a acusar de charlatões os cientistas que se aproximam das confirmações – sejam elas exatamente como narradas, sejam interpretadas de acordo com a visão de um povo que não tinha os mesmos conhecimentos tecnológicos que temos hoje?

A própria lógica do “Deus criou tudo o que existe e existirá sobre a Terra” é falida se você acreditar que OU Deus criou todas as coisas – e já criou todas prontas – OU as coisas evoluem de coisas primárias que surgiram antes (e surgiram de onde?).

A problemática mais importante na história da Ciência deve ser provavelmente a mais antiga: qual a origem do Universo e da vida? E deve ter também as teorias mais persistentes da história da Filosofia: as coisas surgiram todas prontas ou tiveram uma origem comum?
Hoje, crentes e ateus, sabemos pela lógica que o mundo não surgiu pronto de repente. Mas, se Deus existe, certamente foi Ele quem fincou a pedra fundamental – e de tal forma que ela rolasse ladeira abaixo para criar a grande avalanche que chamamos Universo.

Um artigo muito recente do Hypescience fala sobre uma teoria (Seleção Natural Cosmológica, de Lee Smolin) crnque indica essa ideia, se baseando desde o início em um pensamento amplo.

“Outros cientistas argumentam (…) que as leis da natureza parecem ser orientadas para a vida. Alguns até sugerem que essa é a finalidade do universo”

http://hypescience.com/qual-e-o-proposito-do-universo/

Dwsz.

PS: eu não peço desculpas pela possível ofensa aos “crentinos” porque eu acredito na reciprocidade – e os tais não irão se incomodar por já ofenderem todos os seus “irmãos” gratuita e constantemente.

Verborragia curricular acadêmica


Como é possível estudar #zoologia sem #botânica? #ecologia Como se fala de #ecossistema sem #geografia? Que respaldo tem um geógrafo sem a #História? Pra que serve a História sem a #Sociologia? Como se entende sociologia sem #Filosofia? Pra que filosofar sem #metafísica? Como testar a #Física sem conhecimentos de #Química? Aprendendo química, quem não se interessa por #Psicologia? Por que psicólogos não pedagogos? Mais #pedagogia e menos #demagogia, por favor!
Dwsz

Spike Lee fez a coisa certa


Depois de assistir ao filme de Spike Lee que foi indicado pela UFBA (Faça a coisa certa), eu fiquei muito inspirado e vi muitas possibilidades de descrever, a partir dele, os conceitos dos três ensaios que eu estou trabalhando: Racialismo e Interculturalidade, Progressivismo (já publicados no Scribd) e O Despertar Tendencioso – Hipnagogia na sociedade (ainda em produção).

Eu não quis desperdiçar toda essa inspiração e decidi escrever sobre isso. Era pra ser um artigo para o DONQQ, mas ficou tão extenso e descritivo que preferi trabalhá-lo melhor para ser o meu terceiro ensaio. Ele serve como aplicação de conceitos já apresentados e também como introdução à hipnagogia.

Bem, é verdade, eu ainda devo demorar um pouquinho para apresentar o ensaio sobre hipnagogia, já que ele pretende falar sobre o uso dessa técnica pela mídia, sua influência na sociedade e como ele ocorre naturalmente no sono “normal”. Então eu ainda vou ter que estudar e observar bastante até lá.

Visite meu perfil no Scribd e faça o download gratuito dos ensaios publicados.

Dwsz.

Professor Cabreiro


É… o professor Cabrera é cabreiro!!! AHahAHahAHahAH

 

Há muito eu quis escrever algo realmente importante mas não conseguia nada muito grandioso. Participar do I CONEF pra mim foi uma experiência muito gratificante e exaustiva. Eu pude dialogar com muitas pessoas que pensam como eu – ao mesmo tempo!!! – ao passo que estava entregue a um sedentarismo filosófico. Eu já havia, há muito tempo, desistido de pensar – porque essa é uma atividade que exige muita energia e que é extremamente nociva quando se torna repetitiva.
Nesse fim de semana eu me senti como há anos eu não me sentia. Para ser franco, como eu havia deixado de sentir com a minha primeira internação. Desde então foram anos de conflitos diversos – aqueles que todos têm naturalmente, aqueles que todo filósofo tem por vocação e aqueles impostos pelos brainwasher. Desde a primeira dose de tarja preta e me senti oco, perdido, vazio, atordoado… Eu nunca soube viver sem meu brainstorm. No I CONEF eu me senti de volta a um lugar de onde eu nunca quis ter saído, de onde eu nunca escolheria ficar afastado, um lugar que eu não consigo definir como objeto de estudo ou parte do meu ser.
Com as problemáticas e solucionáticas propostas eu fui capaz de fazer algo que eu cheguei a acreditar nunca mais ser capaz de fazer: me identificar, em inserir, me enxergar, me polir, me entender, me conhecer, me analisar, me ser, me ter, me estar, me sentir…
O processo de alienação é tão complexo que precisa de anos para ser desenvolvido, mas tão frágil que pode ser quebrado em alguns instantes.
Agradeço a todos que tiveram contato comigo nessse evento.
Dwsz.

Assembleia Geral – Ifba Camaçari parte 2


mas os demais cidadãos também têm participação.
Pretende-se fazer acordos com o governo, atendendo a todos os manifestantes da greve que, por serem de muitas categorias, podem fazê-la durar e/ou se repetir muito.
Dwsz

Assembleia Geral – Ifba Camaçari


Para a assembleia geral a ser realizada no campus Camaçari do Ifba, na terça-feira 20 de Setembro de 2011, às 8:00, convoca-se todos os alunos, professores e servidores da unidade. É desejável que compareçam também representantes de outras unidades, tanto do Ifba quanto de outras instituições, que estejam interessados em entender a greve, assim como os pais de alunos.
A greve atualmente instalada é de interesse dos professores, servidores técnico-administrativos e alunos, mas os demais cidadão também têm

Querido diário, 17-Jan-2008, parte 3



Finalmente terei me deparado com o mistério da vida? E por que não consigo decifrá-lo? E por que tudo é uma interrogação?
Essa sensação, nesse dias, se repetiu demais. E parece ter alguém soprando isso no meu ouvido, sem haver voz alguma.
– E o que é o “sopro”? E o que é “a voz”? A voz não vem de nenhum de nós! A(h!) voz! (H)a voz!
Quis saber o que vocême disse, e você só falou a metade… Que voz é essa que não me diz a verdade?
A(h!) voz… (H)a voz…(?)

Mas não entrei em pânico.
Dwsz.

Anonymous nas ruas contra a corrupção


Os Anonymous são um grupo ideologicamente bem estruturado, com bases filosofico-socio-políticas fortes. Os que eu encontrei na Praça Dois de Julho podem ser confundidos com intelectuais inquietos.
A manifestação NAS RUAS CONTRA A CORRUPCÃO foi organizada pelas redes sociais e realizada no feriado do 7 de Setembro em várias cidades.
Eles também protestam contra a má destinação das verbas públicas para educação, saúde, transporte e moradia e convidam outros cidadãos incomodados a participar também.
Dwsz

ESTOU MORRENDO CADA DIA INTENSAMENTE


“Morrendo e aprendendendo”;”Quanto mais se morrre mais se aprende”; “Quanto maior sua existência, mais longa sua morte”.
Essas foram as ideias mais importantes dessa semana para mim. Foram apresentadas por quem não poderia me ensinar menos do que o mais importante – minha mãe.
“Morrendo cada dia intensamente” seria o status perfeito para Facebook ou MSN Messenger.
A cada dia se aprende alguma coisa – nova ou velha, independente do ponto de vista (ou, a depender do ponto de vista, tudo é velho) – e se aprende porque se morreu naquele dia. A morte deixa os melhores ensinamentos às pessoas. Por exemplo: qual forma de governo não é a melhor; quais companhias não são adequadas; quais profissionais deveriam receber melhores salários…
Estou morrendo há pelo menos 21 anos (que pode ser mais a depender do ponto de vista da obstetrícia, por exemplo). Ainda não sei ao certo o que estou aprendendo nessa morte mas, quando eu viver, certamente terei aprendido bem a lição. Espero apenas que meu último dia de morte chegue logo.
Dwsz.

O ÚLTIMO LOG


Eu nunca precisei do apoio da minha família para fazer nada do que eu queria ou precisava fazer. E nunca quis ou precisei fazer nada realmente importante. Este blog, por exemplo, foi feito por mim desde o começo, desde os blogs anteriores – que tinham outra proposta e formato – sem necessidade de consentimento ou apoio de amigos ou parentes.

Mais tarde eu encontrei a necessidade de ter amigos reais – e não apenas os imaginários, dos diálogos filosóficos – que, a princípio, poderiam ser – e foram – quase exclusivamente os virtuais, sendo que eu conheci pessoalmente quase todos eles. Quando eu precisava de apoio, de idéias, de diálogos reais – e não apenas os imaginários que eu tinha em casa – era a eles que eu recorria, sendo sempre presenteado com sorrisos, algumas festas e, frequentemente, com protestos contra minha passividade no grupo.

Nunca acreditei que isso pudesse acontecer mas o quadro evoluiu ao ponto de precisar do apoio e, em alguns casos também, do consentimento dos familiares. Isto vem acontecendo já há uns três anos – justamente desde a maioridade. Hoje eu sou incapaz de manter o quarto em ordem (ele nunca foi arrumado, mas havia sempre uma ordem que me permitia achar uma caneta debaixo de uma resma de papel espalhado). Sou também incapaz de administrar o tempo, gerenciar as atividades, não tenho tempo nem espaço para ler, escrever ou estudar e até mesmo pensar – que era a atividade que eu mais valorizava e praticava – até mesmo pensar tem sido penoso pra mim. Cheguei a desejar ser acometido por uma doença como o câncer para, por não tratá-lo, poder finalmente ver a conclusão de algo (e, aqui, alguns colegas do Ifba podem compreender o que eu quis dizer sobre aquele sinal no rosto).

Por falta de apoio e consentimento da família eu não posso frequentar o curso de capacitação profissional do SENAI nem participar do programa Jovem Aprendiz dos Correios (e foi minha própria irmã que insistiu que eu fizesse o concurso) e também não tenho certeza de até quando irei ao Ifba. Meus colegas sabem que eu estou faltando muitas aulas e que, quando presente, já não sou o mesmo da primeira semana. Felizmente não vejo qualquer reação da minha família a respeito disso; vê-los se alegrar de tamanha desgraça me faria sofrer ainda mais.

Pra hoje, eu não sei o que tenho mas ainda dá tempo de descobrir que não tenho nada – e vou descobrir, sempre descubro. Para os próximos dias, tenho a esperança de ter muito pouco, embora não acredite muito nisso. E para os tempos futuros… eu espero que o tempo mais futuro não esteja muito longe do tempo presente porque mesmo esse já é de grego.

Até o último dia, tudo que me resta ainda é este blog – que os leitores já devem ter descoberto a farsa a respeito da frequencia dos posts – e comemorar cada acesso que ele tem, sejam cinco em um dia, cinco mil em quatro anos. É tudo que me sobrou e que ainda funciona, é tudo que ainda me traz alegrias – e debates imaginários tão quentes quanto os do passado -, é tudo de que eu posso me orgulhar.

Dwsz.

Mais um voto!


big boss

Image by aye_shamus via Flickr

Concordo que o programa deveria ter essa proposta, mesmo que fosse em apenas uma edição. (Peço desculpas se estiver citando uma sugestão que nunca foi dada, pois não li toda conversa. A primeira que meus olhos leram me transmitiram essa mensagem e eu prontament concordei com ela)

Uma edição interia onde os participantes não teriam acesso a cigarros ou a bebidas alcoolicas. Talvez até um dos lados tivesse que ser “ahimsa” (não-agressão), sendo impedido de comer carne, por exemplo. A segunda sugestão é bem radical… talvez pudesse ser só um castigo do Big Boss, sem problemas. Todos esses elementos formariam um pacote completo e perfeito para um dignissimo reality show. E ainda contaria (obviamente) com participantes de duas categorias: os que acreditam que isso seria o “nirvana” (paraíso), um presente; e os que acreditam que isso seria uma tortura!!! Dividindo a casa de forma que todos os grupos tivessem membros de ambas as cetegorias, haveria muita disputa, inclusive interna, para continuar no paraiso ou para fugir desse inferno. O premio final seria só mais um atrativo. Sem duvida esse formato ainda traria muitos atrativos à própria Endemol/RedeGlobo/Bo​ninho: a possibilidade de falar sobre anorexia, bulimia e vigorexia; filosofias de não-agressão; vegetarianismo, veganismo, naturalismo, e diversos outros ismos… Muitos desses temas estão entrando em voga ou já deveriam estar sendo tratados mais abertamente.

Esse Big Brother valeria a pena assistir.

Infelizmente eu não poderei nem me inscrever porque tenho dois contratos dos quais eu não abriria mão. Quem sabe em quatro anos, quando o ultimo contrato tiver sido cumprido? A Anamara abriu mão da corporação… Mas eu não quero escolher, eu quero associar. #Mais4Anos

Dwsz.

Postado originalmente na discussão da matéria Inscrições para o BBB 12 começam em abril.