COMUNIDADE IFBA CAMAÇARI DECIDE VOLTAR ÀS ATIVIDADES


Em reunião realizada na última Sexta-feira, 20 de Maio de 2011, com representantes de cada categoria da comunidade Ifba Camaçari (alunos, professores e servidores) assim como da MFP, concluiu-se que o campus oferece as condições necessárias para o retorno das atividades.

Em função das chuvas, o cronograma não foi cumprido. Identificou-se, durante a execução, problemas mais importantes que não haviam sido detectados antes (e essenciais na resolução das falhas apontadas pela comunidade). Esses problemas foram resolvidos e, até a próxima Quarta-feira, 25 de Maio de 2011, todo o programa deve ter sido concluido e entregue. A um prazo um pouco mais longo, deve-se instalar catracas na portaria e uma faixa de segurança em frente ao portão de automóveis.

A decisão da greve foi dos estudantes, por isso, uma assembléia será realizada na manhã da Segunda-feira, 23 de Maio de 2011, preferencialmente com os alunos do Matutino e do Vespertino, a fim de apresentar o que foi exposto na reunião da Sexta-feira e decidir pelo fim da greve e volta às aulas ou se os resultados são insatisfatórios.

O calendário letivo já foi alterado para inserir cinco Sábados letivos. Caso haja avaliação em algum deles, os adventistas terão direito a segunda chamada.

Dwsz.

Professores decidem adiar atividades


A Coordenação de Humanas (profª Ingrid), de Linguagens (prof Daniel), de Ciências Exatas e da Natureza (prof Sueli) do Ifba Camaçari decidiu, em reunião realizada essa manhã, que as atividades que ocorreriam essa semana serão remarcadas. Resta fazer um acordo com os professores das áreas técnicas, que estão mais resistentes.
	O posicionamento oficial, a respeito da greve, depende  das decisões tomadas na reunião a ser realizada à tarde com a construtora.
Dwsz.

Antigo Cefet foi pressionado a deixar o prédio onde funcionava


	O Instituto Federal da Bahia funcionava em Camaçari, até o ano passado, em um prédio emprestado pelo SENAI e pelo CETEB mas os adiamentos sucessivos da entrega das obras fizeram essas entidades pressionarem pela transferência do Ifba.
	Com os prazos vencidos e a necessidade de uma área maior (exigência do novo processo seletivo), os cursos do antigo Cefet foram remanejados para o campus, que ainda não tinha condições de sediar as atividades.
	Os resultados são visíveis até para os que observam apenas a fachada da instituição. Não há calçamento para pedestres, a rede de esgoto está comprometida e o sistema de drenagem pluvial não foi devidamente instalado.
Dwsz.

Alunos recusam-se a assistir aulas e fazer avaliações


os estudantes que fizeram manifestação ontem, 11 de Maio de 2011, em Camaçari, reunem-se no dia hoje, quinta-feira, 12 de Maio de 2011, entre e si e com professores para discutir questões internas relacionadas a aulas e avaliações que não poderão ser realizadas nas atuais condições que o Ifba se encontra.
À tarde, uma comissão fará reunião com responsáveis pela contrução, em Salvador. Espera-se um acordo para resolução de problemas estruturais básicos e entrega de programa coerente para a finalização das obras, inciadas em 1º de Setembro de 2009 com previsão de entrega em 27 de Fevereiro  de 2010. O campus foi entregue no início de 2011 com o projeto inacabado.
Acompanhe e participe no Twitter com a hash tag #AlunosEmGreve.
Dwsz.

Estudantes têm apoio de parlamentares


A manifestação dessa quarta-feira, 11 de Maio de 2011, em Camaçari, teve o objetivo de chamar a atenção dos cidadãos e das autoridades locais.
Uma comissão foi recebida e discutiu com os parlamentares presentes na Câmara Municipal, mas existe a necessidade do apoio de vereadores, deputados e do prefeito, que estavam cumprindo agenda em Brasília.
Uma nova manifestação está sendo planejada para a próxima terça-feira,  17 de Maio de 2011, para chamar a atenção da população e da mídia mais uma vez. Na Câmara, onde todos os parlamentares necessários estarão presentes, os alunos do Ifba esperam ser recebidos para reunião e apresentação de documento que enumera as questões a ser abordadas.
É importante lembrar que o Ifba é uma instituição federal, portanto a responsabilidade não é exclusivamente das autoridades locais – que devem responder apenas por questões menores (como transporte e segurança). Os protestos devem estender-se para outros campi e outras instituições com as mesmas carências e serão direcionados ao Governo Federal.
Participe nas mídias sociais com a hash tag #AlunosEmGreve.
Dwsz.

Alunos em greve


Os estudantes do campus Camaçari do Ifba (antigo Cefet) estão planejando uma paralização geral nas atividades da instituição com o inuito de evitar que alunos, professores e funcionários continuem em risco.
O protesto reivindica o término das obras. O campus foi entregue após os prazos previstos e mesmo o adiamento do início do ano letivo não possibilitou a conclusão do projeto. Hoje, as atividades acadêmicas são realizadas em desacordo com as exigências mínimas para o cumprimento do programa curricular, de infraestrutura e saneamento básico.
O temor dos alunos é que, com o vencimento do contrato de licitação que rege a construção, esta seja abandonada, ameaçando a população camaçariense com o risco de uma epidemia de dengue e de outras doenças e impedindo a continuidade do ano letivo.
Dwsz.

Ifba Camaçari: doce sonho, amarga realidade


Brasão Camaçari-BA

Image via Wikipedia

Os alunos do campus Camaçari do Ifba – Instituto Federal da Bahia (antigo Cefet) tiveram o início do ano letivo de 2011 adiado por conta do atraso nas obras.
Os adiamentos sucessivos da primeira aula do ano tinham o objetivo de garantir ao alunos, professores e funcionários o mínimo necessário para realização das atividades acadêmicas na nova sede. Até então (ano de 2010) as atividades da instituição aconteciam em um prédio emprestado pela prefeitura de Camaçari.
Nesta quarta-feira, 11 de Maio de 2011, os estudantes estarão se mobilizando para pedir o apoio da comunidade e chamar a atenção dos governantes para os problemas encontrados na unidade – e exigir soluções.
O campus foi entregue com as obras inacabadas e, com o período de chuvas, identificam-se erros grosseiros na execução do projeto. Questiona-se o prazo dado – e não cumprido – para a execução de todo o projeto; a licitação realizada para a construção do campus; o projeto enviado pelo governo federal; o corte nas verbas; a falta de segurança dentro do prédio e no caminho percorrido dele e para ele, de e para pontos de ônibus, por exemplo; o saneamento básico irregular; ausência de infraestrutura para instalação de redes de computadores (alunos de TI são prejudicados diretamente por perder conteúdos e aulas práticas e atividades administrativas também são comprometidas) entre diversos aspectos que incluem físicos da instituição, acadêmico-curricular, segurança e saúde.
Houve um acidente com operário ainda essa semana; há crateras por todo o terreno e extintores de incêndio irregulares; nos laboratórios, os equipamentos estão ameaçados por infiltrações; banheiros sofrem alagamento com refluxo de esgoto; o teto da área onde viria a ser o auditório desabou e há um alto risco de acontecer o mesmo com o telhado da biblioteca, onde há carência de livros essenciais. Esses são apenas alguns exemplos dos problemas encontrados no local.
O campus Camaçari do Ifba localiza-se no Bairro Novo, entre o Hospital Geral de Camaçari e o complexo Ford.

Dwsz.