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Hein? Não entendeu nada da frase acima? Não faz diferença, preste atenção apenas no que vem a seguir.

O Dê O Nome Que Quiser já está disponibilizando espaço para publicidade. Os formatos adotados são apenas banneres em Custo Por Impressão (CPM, custo por milhar) e em Custo Por Período (aluguel de espaço com preço e prazo fixos) e os post pagos (ou publipost). Toda peça publicitária será identificada como tal afim de não confundir os leitores e garantir melhor retorno aos investidores.

Os formatos Custo Por Clique (CPC) e Custo Por Ação (CPA) também serão aceitos, porém apenas como bônus (comissão) dos outros formatos. Espero que outros blogueiros copiem essa ideia porque 120×120 pixeis na internet já está valendo mais do que 30 segundos na Rede Globo. Fazer propaganda de graça e receber míseros R$0,10 por cada raro clique é escravidão, pra não usar o termo ofensivo que ameaçou sair. Afinal de contas: não importa se o leitor clicou ou não, o que importa é que ele viu o anúncio e já tem o nome do anunciante na cabeça. Assim como nos anúncios em classificados de jornais (que também valem menos) o retorno é muito melhor para o anunciante se o produto/serviço anunciado vier com preço. Vale a pena investir nos GIFs animados (que, aliás, são MUITO mais leves do que os flash, carregando mais rápido e melhorando a visibilidade).

Agradecimentos ao Alexandre Mortágua pela ideia compartilhada no Twitter há tempos atrás.

Dwsz.

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Mil Casmurros para uma só Capitu


Sim, Viral.

 

Mil Casmurros para uma só Capitu

Posted: 08 Dec 2008 07:57 PM CST

Hoje em dia vejo pouca tevê. Ela já não é um hábito costante. Aliás, poucas vezes ela não é apenas a trilha sonora das minhas atividades caseiras. E a audição seletiva está sempre trabalhando, nada de pouco importante passa. Porém, há alguns dias, num momento de tevê ligada, a minha audição tão seletiva não barrou um “reclame”, que acabou por chamar minha atenção. Era o começo da divulgação da mais nova série da Globo: Capitu.

Há tempos um comercial em tal emissora não me prendia, muito menos em se tratando de um produto da casa. Mas esse, diferente, teatral, exagerado, que trata de uma das obras literárias mais importantes do país, prendeu meus olhos toda vez que apareceu na tela. Então você pergunta: e daí todo esse blá-blá-blá sobre a série e os vts? Take it easy, honey. Estamos chegando lá.

Eu, que sou bem chata com programas de tevê como novelas e séries (brasileiras), já estava positivamente surpresa e com vontade de ver o que estava por vir só pelo vt. Porém, fiquei ainda mais boquiaberta quando, na internet, topei com as ações interativas criadas para divulgar Capitu, mesclando online e offline e casando perfeitamente com o conceito transmitido pela série.

Soube soube das ações através do Twitter, quando alguém postou um comentário sobre este post no blog do Tas, chamando a atenção para a grande emissora considerada um dinossauro que caminha na direção da inovação, inclusive na comunicação. Me parece que ela pegou a deixa da série, que por si só é completamente diferente do convencional, e resolveu renovar também sua forma de falar com o público, ainda que muito pontualmente.

As ações

Duas ações ocorrem simultaneamente para divulgar a série. A primeira, chamada Passe adiante, Capitu, deixou em locais públicos de cinco capitais – São Paulo, Rio, BH, Recife e Brasília – DVDs com um trailer de Capitu, promovendo um DVDcrossing. São 2.000 DVDs circulando, e a pessoa que encontrar recebe orientação sobre o que fazer com ele (assistir, ir até o site da ação, dar sua opinião a respeito do vídeo, contar onde o encontrou e onde “abandonou” o DVD para ele ser encontrado.

A segunda ação é chamada Mil Casmurros, que promove uma leitura coletiva da obra Dom Casmurro. Ela foi dividida em mil partes, reunidas em um site, onde qualquer pessoa pode gravar seu trecho. Já apareceram por lá atores e atrizes globais, blogueiros, tuiteiros, pagodeiros, rappers e o que mais você puder imaginar. Esta ação, assim como a outra, iniciou no dia 20 de novembro, e o site já tem mais de 75% da leitura da obra concluída. No final, uma obra pronta ganhará vida, feita por mil pessoas diferentes.

Mil Casmurros também contou com um blog, onde eram postadas algumas das leituras mais interessantes, um perfil no twitter, que deu uma força na divulgação deste material e o site oficial muito interessante e bem cosntruído.

Para mim, mais que qualquer coisa, a campanha conseguiu envolver as pessoas num proposito maior, com caracteristicas colaborativas e sociais. Joga com o usuário que gosta de se ver e ser notado como membro participante de algo grandioso. Além disso, fora o clichê acima, fatiar um clássico da literatura brasileira teoricamente pouco acessível e dar as (mil) partes para a audiência “experimentá-lo” foi uma excelente sacada para divulgar um produto que provavelmente fará jus ao slogan “padrão globo de qualidade”.

A série entra no ar dia 09/12 e durará cinco dias. Pelo que vi até agora, vai valer a pena dormir um pouco mais tarde e não sair à noite por uma semaninha, pelo menos até que ela acabe.

As ações foram criadas pela LiveAd, com design da Sant.a e produção da Simple. E este post foi escrito com a ajuda do @arielgajardo, que compartilha comigo uma falta de tempo mais que absurda.

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