Uma leitura comentada de “Geoengenharia pode destruir azul do céu” – Inovação Científica


Acho que isso responde à pergunta “por que diabos eles querem ‘diminuir o azul’ do céu?”. Muito simples: para proteger o nosso sistema. Não, o ecosistema não, o sistema econômico mesmo.

“Segundo os pesquisadores, os efeitos afetariam diretamente a geração de energia solar, uma vez que uma quantidade de luz muito menor chegaria até os painéis solares.”

Isso significa mais concentração de água? A consagração do mineral como “ouro transparente”?!

“Um outro estudo também já havia demonstrado que o ‘sombreamento’ artificial da Terra pode desacelerar ciclo global da água.”

Eu não acredito que eu seja o primeiro autor de uma teoria que diz que o planeta Terra em si já é um laboratório e foi formado ou ao menos escolhido para tal. Um planeta pequeno e isolado, sem comunicação com o meio exterior, exceto para fins estritamente científicos.

Em aula de Sociologia constatamos que, segundo a Bíblia Sagrada, Deus teria sido o primeiro cientista social da História. E outras teorias afirmam que “Deus” teria sido “alguém de fora”.

Pense no aqui, agora; em nós. Você, enquanto cientista, não cogitaria a possibilidade de “colonizar” um planeta para fazê-lo de laboratório afim de fazer experimentos em “escala global”? Seria semelhante a “colonizar” uma placa de acrílico com bactérias. Eu desenvolvi essa teoria ainda criança. E por que seríamos nós a colonizar e não as cobaias?

“é virtualmente impossível calcular todos os efeitos gerados por uma manipulação do clima em escala planetária.”

Primeiro, o mais óbvio de tudo: TUDO cinza, desde o chão, passando pelas paredes até o céu. Depressão será o normal.

 “Embora nosso estudo não tenha tratado sobre os possíveis impactos psicológicos sobre essas mudanças no céu, eles também devem ser considerados.”

Dwsz.

Geoengenharia pode destruir azul do céu.

Professor Cabreiro


É… o professor Cabrera é cabreiro!!! AHahAHahAHahAH

 

Há muito eu quis escrever algo realmente importante mas não conseguia nada muito grandioso. Participar do I CONEF pra mim foi uma experiência muito gratificante e exaustiva. Eu pude dialogar com muitas pessoas que pensam como eu – ao mesmo tempo!!! – ao passo que estava entregue a um sedentarismo filosófico. Eu já havia, há muito tempo, desistido de pensar – porque essa é uma atividade que exige muita energia e que é extremamente nociva quando se torna repetitiva.
Nesse fim de semana eu me senti como há anos eu não me sentia. Para ser franco, como eu havia deixado de sentir com a minha primeira internação. Desde então foram anos de conflitos diversos – aqueles que todos têm naturalmente, aqueles que todo filósofo tem por vocação e aqueles impostos pelos brainwasher. Desde a primeira dose de tarja preta e me senti oco, perdido, vazio, atordoado… Eu nunca soube viver sem meu brainstorm. No I CONEF eu me senti de volta a um lugar de onde eu nunca quis ter saído, de onde eu nunca escolheria ficar afastado, um lugar que eu não consigo definir como objeto de estudo ou parte do meu ser.
Com as problemáticas e solucionáticas propostas eu fui capaz de fazer algo que eu cheguei a acreditar nunca mais ser capaz de fazer: me identificar, em inserir, me enxergar, me polir, me entender, me conhecer, me analisar, me ser, me ter, me estar, me sentir…
O processo de alienação é tão complexo que precisa de anos para ser desenvolvido, mas tão frágil que pode ser quebrado em alguns instantes.
Agradeço a todos que tiveram contato comigo nessse evento.
Dwsz.

ESTOU MORRENDO CADA DIA INTENSAMENTE


“Morrendo e aprendendendo”;”Quanto mais se morrre mais se aprende”; “Quanto maior sua existência, mais longa sua morte”.
Essas foram as ideias mais importantes dessa semana para mim. Foram apresentadas por quem não poderia me ensinar menos do que o mais importante – minha mãe.
“Morrendo cada dia intensamente” seria o status perfeito para Facebook ou MSN Messenger.
A cada dia se aprende alguma coisa – nova ou velha, independente do ponto de vista (ou, a depender do ponto de vista, tudo é velho) – e se aprende porque se morreu naquele dia. A morte deixa os melhores ensinamentos às pessoas. Por exemplo: qual forma de governo não é a melhor; quais companhias não são adequadas; quais profissionais deveriam receber melhores salários…
Estou morrendo há pelo menos 21 anos (que pode ser mais a depender do ponto de vista da obstetrícia, por exemplo). Ainda não sei ao certo o que estou aprendendo nessa morte mas, quando eu viver, certamente terei aprendido bem a lição. Espero apenas que meu último dia de morte chegue logo.
Dwsz.

Lugar de louco é na rua


Barra Neighborhood in South Zone.

Image via Wikipedia

Nesse sábado, 21 de Maio de 2011, acontece mais uma edição da Parada do Orgulho Louco. A manifestação, que acontece às 10:00 na Barra, em Salvador, é organizada pelos representantes da Movimento Anti-Manicomial.

O evento, que acontece todo primeiro Sábado depois do 18 de Maio (dia da Luta Anti-Manicomial), tem o bojetivo de mostrar à sociedade que os “loucos” não são somente aqueles que rasgam dinheiro; são os artistas que se dedicam à arte, são os médicos que se dedicam à medicina – sim, são os loucos que se dedicam à loucura.

Considerando como “maluco” todo aquele que sofre de algum transtorno mental – psicopatia (psico + patia) = doença mental – temos incontáveis na sociedade, famosos e anônimos. São todos aqueles que que ouvem vozes que ninguém mais ouve, que torcem o pescoço, que não vestem determinada cor, que lavam as mãos o tempo todo, que choram pelos cantos, que riem de tudo e de todos, que falam alto no ônibus e puxam conversa com desconhecidos, que acham que tem alguém seguindo, que não dormem à noite, que só pensam no trabalho, que compram mais do que precisam… Os que acham que pessoas diferentes são perigosas são os casos mais frequentes.

Participam da Parada do Orgulho Louco, muitas pessoas iguais, muitas pessoas diferentes e, claro, muitas pessoas.

Dwsz.

O ÚLTIMO LOG


Eu nunca precisei do apoio da minha família para fazer nada do que eu queria ou precisava fazer. E nunca quis ou precisei fazer nada realmente importante. Este blog, por exemplo, foi feito por mim desde o começo, desde os blogs anteriores – que tinham outra proposta e formato – sem necessidade de consentimento ou apoio de amigos ou parentes.

Mais tarde eu encontrei a necessidade de ter amigos reais – e não apenas os imaginários, dos diálogos filosóficos – que, a princípio, poderiam ser – e foram – quase exclusivamente os virtuais, sendo que eu conheci pessoalmente quase todos eles. Quando eu precisava de apoio, de idéias, de diálogos reais – e não apenas os imaginários que eu tinha em casa – era a eles que eu recorria, sendo sempre presenteado com sorrisos, algumas festas e, frequentemente, com protestos contra minha passividade no grupo.

Nunca acreditei que isso pudesse acontecer mas o quadro evoluiu ao ponto de precisar do apoio e, em alguns casos também, do consentimento dos familiares. Isto vem acontecendo já há uns três anos – justamente desde a maioridade. Hoje eu sou incapaz de manter o quarto em ordem (ele nunca foi arrumado, mas havia sempre uma ordem que me permitia achar uma caneta debaixo de uma resma de papel espalhado). Sou também incapaz de administrar o tempo, gerenciar as atividades, não tenho tempo nem espaço para ler, escrever ou estudar e até mesmo pensar – que era a atividade que eu mais valorizava e praticava – até mesmo pensar tem sido penoso pra mim. Cheguei a desejar ser acometido por uma doença como o câncer para, por não tratá-lo, poder finalmente ver a conclusão de algo (e, aqui, alguns colegas do Ifba podem compreender o que eu quis dizer sobre aquele sinal no rosto).

Por falta de apoio e consentimento da família eu não posso frequentar o curso de capacitação profissional do SENAI nem participar do programa Jovem Aprendiz dos Correios (e foi minha própria irmã que insistiu que eu fizesse o concurso) e também não tenho certeza de até quando irei ao Ifba. Meus colegas sabem que eu estou faltando muitas aulas e que, quando presente, já não sou o mesmo da primeira semana. Felizmente não vejo qualquer reação da minha família a respeito disso; vê-los se alegrar de tamanha desgraça me faria sofrer ainda mais.

Pra hoje, eu não sei o que tenho mas ainda dá tempo de descobrir que não tenho nada – e vou descobrir, sempre descubro. Para os próximos dias, tenho a esperança de ter muito pouco, embora não acredite muito nisso. E para os tempos futuros… eu espero que o tempo mais futuro não esteja muito longe do tempo presente porque mesmo esse já é de grego.

Até o último dia, tudo que me resta ainda é este blog – que os leitores já devem ter descoberto a farsa a respeito da frequencia dos posts – e comemorar cada acesso que ele tem, sejam cinco em um dia, cinco mil em quatro anos. É tudo que me sobrou e que ainda funciona, é tudo que ainda me traz alegrias – e debates imaginários tão quentes quanto os do passado -, é tudo de que eu posso me orgulhar.

Dwsz.

Meninas de 3 anos já querem ser magras


Por Natasha Romanzoti

Segundo um novo estudo com crianças pré-escolares, até mesmo meninas de três anos já são emocionalmente envolvidas em serem magras, ao ponto de algumas evitarem tocar peças de um jogo que retratam uma pessoa obesa.

A pesquisa incluiu um grupo de 55 meninas do sudoeste dos Estados Unidos. Estudos em outras regiões dos EUA estão garantidos, antes de generalizar os resultados para o restante da população americana.

Segundo os pesquisadores, essa constatação é preocupante, uma vez que a pressão para ser magra tem sido associada a um maior risco de transtornos alimentares e depressão. Além disso, uma visão negativa de pessoas obesas não é boa. Provocações relacionadas com o peso também têm sido associadas a uma variedade de resultados negativos. Como as sociedades estão lidando com uma epidemia de obesidade, isso é especialmente perigoso.

Os pesquisadores acreditam que o desejo de ser magra pode acompanhar uma alimentação rigorosa ou outros comportamentos para atingir essa meta. A pesquisa atual sugere que meninas muito jovens entendem que a magreza é um valor da sociedade muito grande, e algumas meninas de 6 anos já estão de dieta para controlar seu peso.

Alguns especialistas palpitam que as meninas pré-escolares são muito suscetíveis a internalizar o ideal de magreza e, talvez, a tomar atitudes para ficar magra. Os pesquisadores então quiseram entender se as jovens já tinham esse ideal de magreza internalizado, no que se refere à medida que os indivíduos adotam o ideal cultural de um corpo esbelto como seu padrão pessoal.

Pesquisas anteriores sugeriam que as crianças são conscientes de suas crenças anti-gordura, mas se elas haviam internalizado essas crenças era difícil de saber, visto que nessa idade elas não são capazes de verbalizar pensamentos e sentimentos complexos. Então, nesse novo estudo, os pesquisadores tiveram que ser criativos.

Para descobrir se as meninas tinham pensamentos mais positivos sobre tipos magros do que gordos, eles pediram a meninas pré-escolares (3 a 5 anos) para olhar a três figuras idênticas em todos os sentidos, exceto pelo tamanho do seu corpo: magro, na média e gordo. As crianças tinham de associar 12 adjetivos (seis positivos e seis negativos) com as figuras.

A frase era: “Aponte para a garota que você acha que está/é ____”. Os descritores positivos eram: bonita, inteligente, amigável, elegante, fofa e tranquila. Os descritores negativos eram: malvada, estúpida, sem amigos, desleixada, feia e barulhenta. Uma média de 3,1 palavras negativas e 1,2 palavras positivas foram usadas para descrever pessoas gordas, em comparação com uma média de 1,2 adjetivos negativos e 2,7 adjetivos positivos para as figuras magras.

Em seguida, as meninas observaram nove fotos de outras figuras, três de cada tipo de corpo, e tiveram que circular as três com quem mais gostariam de brincar ou serem melhores amigas. As pré-escolares foram significativamente mais propensas a escolher a figura magra sobre os outros dois tipos como melhor amiga. Resultados semelhantes apareceram quando elas escolheram o círculo de amigos com quem brincar.

Finalmente, os participantes jogaram dois jogos de tabuleiro populares para essa faixa etária. As crianças tiveram que escolher três peças diferentes do jogo que haviam sido projetadas especialmente para esta tarefa, variando apenas no tipo de corpo: um era magro, um médio e um era gordo.

Para medir o investimento emocional em cada tipo de tamanho do corpo escolhido pelas meninas, depois que cada criança escolheu uma peça do jogo, o pesquisador pediu para trocar de peça com elas. Se a criança tinha escolhido uma peça do jogo com um corpo magro ou médio, o pesquisador pediu para trocar com o gordo, e se a criança tivesse escolhido uma peça de jogo gorda, o pesquisador pediu para trocá-la com uma média.

As respostas das meninas foram classificadas como: vontade de mudar (a criança imediatamente disse “sim” e não expressou nenhum tipo de desconforto ou infelicidade); relutância em mudar (a criança hesitou por mais de 5 segundos, se recusou a fazer contato visual com o pesquisador, ou olhou para os pais em busca de orientação), e não dispostas a mudar (a criança disse “não” ou abanou a cabeça negativamente).

Algumas respostas foram muito fortes. Várias participantes se mostraram relutantes até em tocar a peça do jogo que era gorda. Por exemplo, uma criança selecionou a peça magra como a menina que ela queria ser no jogo. Quando o pesquisador perguntou se ela estava disposta a mudar pela gorda, a criança enrugou o nariz e evitou tocar a peça gorda por completo. Ela pegou a peça de tamanho médio e disse: “Não, eu não vou trocar com você, mas posso usar essa”. Outras participantes fizeram comentários como: “Eu odeio ela, ela tem uma barriga gorda”, ou “Ela é gorda. Eu não quero ser aquela”.

Segundo os pesquisadores, os resultados sugerem que as participantes tinham interiorizado o ideal de magreza. É provável que as questões de tamanho corporal tenham aumentado na população, porque a sociedade está cada vez mais obcecada com magreza e beleza.

As crianças, mesmo pré-escolares, estão expostas a inúmeros comerciais e mensagens a respeito de perda de peso, produtos de dieta e produtos de beleza. Essas imagens, juntamente com a campanha anti-obesidade, promovem a mensagem de que a gordura é ruim.

Por último, os pesquisadores deram algumas dicas para os pais e professores manterem as crianças saudáveis por dentro e por fora: focar na saúde, não no peso; comer em família (pesquisas indicam que crianças que jantam com suas famílias são menos propensas a sofrer de problemas alimentares); abster-se de fazer comentários sobre o seu próprio peso; elogiar as crianças nas coisas que elas fazem, ou nas suas características de personalidade, e não a sua aparência; limitar a exposição das crianças às fontes de mídia que enfatizam modelos muito magras ou colocam um valor alto na beleza física e ser um modelo de alimentação saudável e de prática de exercícios.

Fonte: http://hypescience.com/meninas-de-3-anos-ja-querem-ser-magras/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

http://www.livescience.com/culture/preschool-girls-thin-ideal-eating-disorders-101116.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Livesciencecom+%28LiveScience.com+Science+Headline+Feed%29&utm_content=Google+Reader

Continuar lendo

Pitty – Malditos Cromossomos


Malditos Cromossomos

Todas as características
Explícitas ou escondidas
Físicas, psíquicas
Genética ou adquirida
Raiva competitiva
Apatia desmedida
Ângulo fora do esquadro
Objeto fálico

Ah! Malditos cromossomos!

Teoria Darwinista
O fruto, o meio e a iniciativa
Livre arbítrio ou prisão
Genealogia da exclusão
Tanta coisa já contida
E o exemplo ao longo da vida
Espécie de bagagem
Um dia sempre pesa na viagem

Ah! Malditos cromossomos!

De onde veio a cor
Ou angústia que mora aqui
No filho eu vejo o pai também
Ninguém pode evitar

Ah! Malditos cromossomos!

Continuar lendo

poema sem titulo



14/04/2005
sen titulo

nada é como você quer
mas ninguém disse que seria
tudo parece uma porcaria
nada mais é o que é

você diz que vai fazer e não faz
ameaças e tudo mais
você diz que é o que não é
você diz mas não tem fé

você diz que vai fazer
o que ninguém faz, ninguém fez
você diz que é muito mais
mas não é, nem vai ser
o que você quer dizer(?)

Dwsz

Posted by Picasa