Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

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Hein? Não entendeu nada da frase acima? Não faz diferença, preste atenção apenas no que vem a seguir.

O Dê O Nome Que Quiser já está disponibilizando espaço para publicidade. Os formatos adotados são apenas banneres em Custo Por Impressão (CPM, custo por milhar) e em Custo Por Período (aluguel de espaço com preço e prazo fixos) e os post pagos (ou publipost). Toda peça publicitária será identificada como tal afim de não confundir os leitores e garantir melhor retorno aos investidores.

Os formatos Custo Por Clique (CPC) e Custo Por Ação (CPA) também serão aceitos, porém apenas como bônus (comissão) dos outros formatos. Espero que outros blogueiros copiem essa ideia porque 120×120 pixeis na internet já está valendo mais do que 30 segundos na Rede Globo. Fazer propaganda de graça e receber míseros R$0,10 por cada raro clique é escravidão, pra não usar o termo ofensivo que ameaçou sair. Afinal de contas: não importa se o leitor clicou ou não, o que importa é que ele viu o anúncio e já tem o nome do anunciante na cabeça. Assim como nos anúncios em classificados de jornais (que também valem menos) o retorno é muito melhor para o anunciante se o produto/serviço anunciado vier com preço. Vale a pena investir nos GIFs animados (que, aliás, são MUITO mais leves do que os flash, carregando mais rápido e melhorando a visibilidade).

Agradecimentos ao Alexandre Mortágua pela ideia compartilhada no Twitter há tempos atrás.

Dwsz.