Brasiliense apresentará Swing Tântrico no Rio de Janeiro


Eu entrei em contato com Assis da Silva pra comentar como eu fiquei extasiado ao ler Lacunas, um roteiro dele. O autor tem previsão de estrear uma peça no Rio de Janeiro em Fevereiro de 2014.

olá Dowglasz!

Fico feliz que tenha gostado do texto! Eu sou de Brasília, mas estou me mudando para o Rio para montar a peça que escrevi baseado em Lacunas, que se chama “Swing Tântrico”, eu alterei porque me disseram que o título não era muito comercial para uma comédia. a peça deve estrear no dia 1º/2/14 no teatro Princesa Isabel que fica entre o Leme e Copacabana.

O texto brinca com o fato das pessoas, apesar de dizerem que querem ser felizes, no fundo ficarem alimentando seu sofrimento, sempre interpretando os fatos do jeito a alimentar esse sofrimento. É como se houvesse lacunas, que são sempre preenchidas da forma mais negativa possível, ao invés de preenchê-las de uma forma positiva que as ajudassem a serem felizes.

um forte abraço! marcelo.

Leia Lacunas em http://ads.tt/JR9G.

 

Ninguém comprará a nossa luta


Movimentos sociais são iniciados, ordenados e liderados por membros da sociedade. Mas, quando são por mudanças importantes na sociedade (“pena privativa de liberdade para maltratadores de animais” será nosso exemplo ilustrativo) é necessário que alguém “compre” essa “luta”, afinal é necessário que sejam formuladas leis para isso, e seria importante a opinião de médicos veterinários (e clínicos também) e donos de pet shop, além de outros criadores e tantas outras categorias. Ora, se nem esses e nem a Sociedade Protetora dos Animais comprarem essa luta… Pra onde vai esse negócio?

Anarquia ou anarquismo? Manifestantes declaram desinteresse nas mudanças: rebeldes ficariam sem causa.

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Assaltado pelo Banco Central


No 1º Ofício de Notas de Camaçari, ao solicitar e pagar o serviço de reconhecimento de firma – que custa R$3,10 -, o cliente ouve aquela vozinha cínica com um sorriso falso dizendo “vou ficar te devendo quarenta centavos”. PORRA! R$0,40 é muito pra deixar de gorjeta num mercadinho que me oferece bala quando faltam moedas de cinco centarro, como é que eu posso deixar isso num órgão público que já me assaltou na cobrança de um serviço tão básico?

Camaçari: cartórios privatizados apresentam problemas http://rmsnoticias.com/n/cartorios-privatizados-apresentam-problemas

A puta da servidora ainda começou a mudar o discurso balbuciando “eu não estou dizendo que não vou te dar o troco, estou pedindo pro senhor esperar um pouco porque faltam cinquenta centavos”. Eu dei R$4,10 a que ela me retornaria R$1,00. Nessa recontagem dela, eu conferi minha carteira de novo e ofereci uma moeda de R$0,50 pra facilitar o troco mas descobri que ela não tinha troco nenhum!

Uma dona de casa procurou apoio da Polícia Civil após ter a devolução do troco negado por um comerciante http://portal3.process.com.br/novo/modules.php?name=News&file=article&sid=7116

Sob a ameaça de barraco e denúncia de irregulares (cobrar 12% a mais sobre o valor de um serviço seria apenas a ponta de um iceberg) expressões de medo e contenção de músculos do rosto  plantaram-se em todos os seres que estavam do outro lado do balcão, fazendo aparecer imediatamente moedas suficientes para formar noventa centavos que se juntaram aos dez centavos que eu havia entregue com a duas cédulas azuis. Um dos servidores tinha escrito no crachá  – que não estava usando – “Carochinha” e começou o “era uma vez os servidores que acabamos de voltar porque fomos de banco em banco…” sendo interrompido por uma outra mulher em trajes formais que argumentava “não precisa dar satisfação não, pra esse mal-educado…”.

Os crimes do trocador sem troco http://direito.folha.uol.com.br/1/post/2012/05/os-crimes-do-trocador-sem-troco.html

Eu apenas observei tudo dos melhores ângulos até que todos estávamos de pé, de um lado e do outro do balcão, e, com o troco dado certo, nos voltamos para a saída, eu e o dono da casa, que fez questão de contar o que aconteceu a todos que encontrava pela rua, tão indignado e falastrão quanto eu ficaria se estivesse sozinho. O problema é que, não estando sozinho, eu minei todas as energias negativas que empregaria em um bom argumento-denúncia na Ouvidoria Geral.

Prefeito de Camaçari Luiz Carlos Caetano é punido por irregularidades em convênio http://www.jornalgrandebahia.com.br/2012/08/prefeito-de-camacariluiz-carlos-caetano-e-punido-por-irregularidades-em-convenio.html

Errado é quem exige seus direitos e quantos mais direitos tiver mais exigir. Brazil é um país de corrupção que incentiva a falsificação de documentos até mesmo quando emite algo tão barato quanto eu teria feito na minha impressora em casa. Mas eis o diferencial: em casa, eu teria feito melhor.

Etiqueta adesiva com impressão mal enquadrada, texto cortado e informação ilegível.

Dwsz.

Riachuelo investe no estilo ultra-retrô alienado “Pesadelo Americano”


Eu pensei que fosse apenas um erro para a televisão, mas a Riachuelo realmente tomou o “American Dream” como a temática da estação (Primavera-Verão).

Alguém pode, por tudo que há de mais sagrado na indústria têxtil, avisar a esses dementes senhores que o “Sonho Americano” é um pesadelo do qual muitas pessoas já acordaram e continuam acordando as outras?

O estilo de vida americano é tão “de última” que nem os próprios estado-unidenses suportam.

O sonho americano é lindo! (quando não se tem mais nada pra fazer além de ficar na frente da televisão)

Nem tudo que funciona no lápis, papel e alucinação dos croquis dos estilistas funciona em pessoas reais – e as “blogayras” com seus publiposts são capazes de provar isso sem fazer esforço.

Esse estilo é incompatível e incoerente com o clima, os hábitos e ideologia brasileiros – sempre foi e atualmente é ainda mais.

Podemos fazer um acordo? 1- deixe o estilo de vida americano para os americanos: eles inventaram isso, eles arquem com as consequências SOZINHOS. 2- deixe os anos 1950 na década de 1950: atualmente estamos no século 21 e o mais importante não é tecnologia que se desenvolveu mas as pessoas que se livraram de maus-hábitos que foram construídos por muitos anos. Ok, a moda é cíclica e é saudável revisitar o passado – mas apenas no sentido de se lembrar dele e não de voltar a vivê-lo como se fosse hoje! Acordem! Isto é uma questão de segurança pública e eu não estou exagerando: inocentemente ou maquiavelicamente, as lojas de departamento estão potencializando a lavagem cerebral que autoridades estado-unidense fazem pelo mundo afim de implantar suas próprias leis e satisfazer exclusivamente seus próprios desejos. Lembrem-se que nos próximos haverão eventos internacionais de grande porte e mesmo os civis menos espertos afirmaram por muito tempo que o Brasil não teria condições de receber tais eventos por não poder investir nas obras. O dinheiro nós ainda não temos, já que nunca tivemos para obras públicas tão importantes por todo nosso território federal – mas as obras para a Copa do Mundo, por exemplo, estão acontecendo e não é com nosso dinheiro: é capital estrangeiro que por nós é administrado sob a forma de empréstimo (cobrado com muitos juros, mesmo que não necessariamente sob a forma de dinheiro – e isso é o que preocupa mais).

Em Salvador temos o prático exemplo do Hotel Hilton, que teve sua obra embargada logo no início, na apresentação do projeto. Não tenho provas da relação entre os fatos, mas qualquer cidadão ou visitante pode notar o que aconteceu com nossa cidade desde então e perceber que as promessas de melhora só apareceram depois das promessas de liberação dessa e de outras obras sumariamente rejeitada há alguns atrás porque os ambientalistas temiam grave alteração na geografia do litoral. Os projetos ou não mudaram ou mudaram muito pouco, mas as obras estão sendo liberadas. E essas obras, de novo, não são para o povo de Salvador, da Bahia nem do Brasil – primeiro porque não será acessível a eles, segundo porque não corresponderá ao seu estilo. Tudo isso é exclusivamente para os alienígenas que aterrissam em terras tupiniquins para, mais uma vez, escravizar e dizimar os indígenas.

Sinto muito mas eu não terei forças para viver e ver isso.

Obs: “alienígenas” e “indígenas” formam um jogo de dualidade de palavras. O termo “indígenas” é popularmente utilizado para se referir aos nativos brasileiros que, teoricamente, são descendentes diretos daqueles que já habitavam esse território quando os europeus chegaram, e o termo “alienígenas” costuma ser confundido com “extra-terrestres” apesar de poder funcionar como sinônimo. Originalmente, porém, “indígena” refere-se ao indivíduo (ou, figurativamente, objeto) pertencente ao espaço usado como referência, e “alienígena” (já que é seu antônimo) refere-se àquele que é de fora. Sendo assim, em 1500 (segundo narra a história) os indígenas tupiniquins (muito hospitaleiros e ingênuos) receberam os alienígenas portugueses (muitos astutos e execrados em sua terra natal ao ponto de serem lançados ao mar com destino ao “fim do mundo” – já que a terra “era” chata). Sendo assim também, nós (os indígenas terráqueos) tememos uma invasão alienígena (extra-terrestre) por acreditar que todos são como nós e, se vão em excursão a um lugar novo, o principal objetivo “deles” é, primeiro, sondar o local para, posteriormente, dominar o território e destruir todo tipo de vida que ali existe e que poderia representar uma força de resistência à colonização. Fim da aula de gramática.

Dwsz.

Anatel toma decisão equivocada


Entrevista coletiva sobre medidas corretivas para melhorar a qualidade da telefonia móvel.

A operadora de telefonia móvel Telecom Italia Mobile (TIM) está proibida de vender chips e de ativar novas linhas em 19 estados brasileiros, segundo decisão da Agência Nacional de Telecomunicações. Assim os clientes que receberam chips Tim Beta depois da última segunda-feira (23 de Julho de 2012, data em que começou a vigorar o bloqueio da Anatel) ficarão com chips inúteis por algum tempo. Além disso, a operadora, incapaz de recolher todos os chips dos pontos de venda independentes, pede aos clientes que entrem em contato para informar sobre aqueles que insistem em vender o produto. Mesmo que a decisão fosse apenas sobre a ativação das novas linhas, uma interpretação do Código de Defesa do Consumidor considera infração a venda de um SIM Card que não pode ser ativado e a operadora como co-autora da infração.

Apesar de todos os transtornos sofridos pelos usuários, a maioria ainda deve concordar na desproporção de autoria da reguladora. É notório que todas as operadoras têm seus registros de queixas mas também é notório que a líder em constrangimentos, infrações, falhas… é a OI, restringida em apenas 5 estados brasileiros. De fato a TIM tem se espelhado nessa concorrente no quesito depreciação dos serviços e desrespeito ao consumidor, mas a pioneira na tecnologia GSM continua no topo. De um ponto de vista mais regional, na Bahia, faria muito mais sentido a OI ter todos os serviços cortados do que a TIM ser proibida de ativar novas linhas, mas nem tudo acontece como o povo gostaria.

A operadora italiana teve um aumento significativo no número de clientes desde o ano passado, com a campanha TIM Beta, distribuindo chips gratuitos com tarifas especiais – para clientes especiais. Isso interferiu diretamente na qualidade dos serviços mas, segundo o que a empresa indica, vieram junto investimentos pertinentes (embora insuficientes). Ora, os Betas são justamente os jovens que estão sempre online nas redes e falam de tudo – inclusive dos transtornos causados por falhas na rede – e eu entendo que empresas com foco no público jovem sempre colha esse tipo de feed back através de mídias como o Twitter. Ou seja, ao mesmo tempo que o volume “racha” o sistema, os usuários informam as possíveis causas e suas origens, facilitando o direcionamento dos recursos. Embora eu também sinta como se muito pouco estivesse sendo feito, é fato que uma reestruturação do porte que está sendo necessária leva tempo, mas não para se fazer: para se concluir. Apenas fico na torcida para que não se atrasem.

Quanto à OI, essa é uma empresa com a qual eu já desisti de trabalhar devido aos grandes prejuízos que tive enquanto cliente. Desde que era Telemar eu não conheço ninguém que não tenha não uma queixa, mas uma lista delas, sobre a operadora de telefonia fixa, móvel, de internet e, agora, de TV. Como titular, eu fui cliente apenas de móvel pré-pago e sempre me sentia lesado com todos os serviços quando usava. Em uma ocasião, no ano passado, em que eu já não usava mais o chip da operadora, liguei para um amigo que só tinha OI e estava indisponível. Ouvi aquela gravação típica e, em seguida, a chamada foi encerrada (tudo como o habitual). Mas eu percebi que isso havia consumido meus créditos e ainda reclamei com minha operadora (TIM), que informou que a cobrança era devida. Desde então fiz um boicote à OI, não ligando para nenhum número móvel da operadora e, obviamente, ficando sem falar com aquele amigo. A situação da operadora é tão crítica que até a página da Wikipedia diz que ela é a pior do Brasil.

“Em 2009, a Oi comprou a Brasil Telecom e passou a operar em todos os estados do País e no Distrito Federal, porém com graves problemas de cobertura, exemplo da Cidade de Rio das Ostras – RJ, possui apenas 2 Erbs enquanto outras operadoras possuem mais de 8, falhas no sinal EDGE e 3G.[2]. Hoje, a Oi tem mais de 62 milhões de clientes.” (página da Oi na Wikipédia)

Faltou falar da CLARO, empresa da qual me desgostei e me desfiz em 2008, quando voltei de Pernambuco para a Bahia (lá eu havia adquirido a linha pré-paga para facilitar o contato com a família, que preferia essa operadora). Desde então eu nunca mais tive qualquer interesse nela. E a VIVO, que não me deixa totalmente satisfeito mas tem a melhor prestação de serviços na região Nordeste e se tornou a melhor opção para clientes executivos desde que a TIM decidiu mudar seu público alvo para os jovens. A VIVO não sofreu com as restrições da Anatel mas também precisará apresentar um plano de ação, discorrendo sobre melhorias nos sistemas (afinal o Brasil está MUITO atrasado em relação à rede 4G).

Dwsz.

Leia também:

Fato relevante – suspensão Anatel  e Carta aos Consumidores (página da TIM Brasil)

Anatel suspende a venda de novas linhas de celulares (página da Anatel)

 

 

Eike Sensacionalismo!


SOMOS TODOS IGUAIS PORQUE SOMOS TODOS DIFERENTES. MESMO NAS DIFERENÇAS SOMOS SEMELHANTES E MESMO NAS SEMELHANÇAS SOMOS DIFERENTES. ISSO É TÃO DIFÍCIL QUE EU PRECISO PERGUNTAR: POR QUE NÃO PODEMOS APENAS “SER”?
Que nojo desses homossexualistas!!! Mas o que importa é fazer a propaganda bem feita, veicular massivamente e vender (MUITO) o produto.
Admito que não sou fã de quadrinhos (mas coleciono Luluzinha e tenho as 13 primeiras edições de Blade – A lâmina do imortal) mas não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de um super-herói. Aliás, eu não entendo a necessidade de declarar a orientação sexual de ninguém – exceto quando da inscrição em sistemas de cotas para subcompetentes, onde o máximo de discriminação é necessário. Dificilmente alguém vai me convencer que, “naturalmente”, as pessoas são bissexuais mas costumam assumir uma das posições dicotômicas da sexualidade devido a pressões da sociedade. Defendo que o mesmo motivo faça as pessoas dormirem à noite e passarem o dia todo acordadas (coisa que, pra mim, é uma tortura).
Tá, tudo bem, o super-herói, além ou apesar de ser um qualquer-coisa muito frustrado (por isso usa fantasias para esconder sua identidade) ainda tem uma vida social. Se tem vida social, também “conhece pessoas”. E que diferença faz se essas pessoas são do mesmo sexo, de sexo diferente ou de “difícil definição”? Claro que isto é uma pergunta retórica: faz toda diferença na campanha de marketing!
De novo, eu tenho nojo dessas coisas, então prefiro não comentar muito mais. Acho apenas que os marketeiros e os que contratam seus serviços deveriam ter mais respeito pela humanidade. Sim, claro que devem haver personagens gays nas estórias, afinal isso é uma condição restritiva (a dicotomia) que cabe aos humanos. Mas também cabe aos humanos fugir de condições robotizantes e isso deve fazer aparecer personagens bissexuais ou de sexualidade não-declarada (apenas para fugir dessa discussão estéril e voltar ao que realmente interessa ou simplesmente pra bater bem forte a porta na cara desses homossexualistas que sequer entendem “psi” da psiqué humana), que não têm emprego formal, que abusam de drogas, que consomem produtos pirata, que não dormem nunca, “greenpeacers”…
O que mais me aborrece mesmo é o objetivo dessas discriminações. Nada além de separar, isolar e segregar as pessoas pode ser esperado como resultado disso. Sim, haverá conscientização das diferenças, mas apenas porque ela é necessária para a segregação. Sinto saudades de uma época em que a propaganda da TV dizia que a cara do Brasil era a cara do mundo, que o provo brasileiro era miscigenado e que isso era motivo de orgulho. Mantenho o desafio aos fashionistas de usar peles: brancas, amarelas, laranjas, vermelhas, rosas, verdes, azuis, marrons (MUITOS TONS DE MARROM), pretas… Essas são as cores da pele humana e uma pessoa normal não tem apenas uma.
Aos homossexualistas peço que mantenham distância porque suas posturas dão-me asco. Aos racialistas peço que tentem ser mais racionalistas. Aos marketeiros… Deixa pra lá.
Dwsz

2ª Chamada, vestibulares UFBA e UNEB


Recentemente foram divulgados os resultados de segunda chamada dos vestibulares da UFBA (Universidade Federal da Bahia) e da UNEB (Universidade do Estado da Bahia).

Confira as listas de convocados abaixo:

Obs.: A matrícula dos alunos de 2ª chamada da UNEB foi realizada no período de 05 a 06 de março de 2012.
O IFBA (Instituto Federal da Bahia) ainda não publicou sua 2ª chamada.

Recomendo: Música Vulgar para Corações Surdos – Harmada


Música Vulgar para Corações Surdos é um disco intencionalmente patológico. Pulp de histórias sobre o cotidiano nas metrópoles e os transtornos inerentes à inadaptação ao convívio social urbano. A ansiedade nos pequenos hábitos, a pressa, o processo que gera a naturalidade em tornar invisíveis os vizinhos, o taxista ou as outras centenas de pessoas que atravessam calçadas de qualquer grande cidade no mundo. Rio de Janeiro, Xangai ou Nova York.

Lançado em 16 May 2011.

Encontrei esse álbum digital enquanto tava navegando pela internet. Meus amigos gostaram e eu tô viciado nele.

Costumo gostar de música, ultimamente tenho ouvido muito rock indie.

Você pode ouvir/baixar aqui e aqui.

A revolução não será no sofá


Navegando pela internet, eu me deparo com um grupo de discussões no Facebook e um link pra um artigo no blog:
(Clique aqui pra ler o artigo)

Aqui no Brasil, finalmente estamos passando pela “revolução” social que aconteceu nos Estados Unidos em 2006~2007.
Estou falando das redes sociais na internet, sim, Orkut, Twitter, Facebook… essas tantas ferramentas de divulgação de hipermídia que não possuem todo o seu potencial aproveitado. Digo, as pessoas gastam seu precioso tempo contando coisas que ninguém quer saber, além de ser um dos motivos para lucrar tanto na venda de computadores e serviços de internet. Continuar lendo

Ifba é a melhor escola pública da Bahia


IFBA tem melhor desempenho no Enem entre as escolas públicas da Bahia

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, IFBA, apresentou o melhor desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio, Enem 2010, entre as escolas públicas do estado, tanto em pontuação quanto em participação dos alunos na avaliação.
O IFBA campus Salvador obteve média 682,15, resultado da prova objetiva mais a redação, ficando em primeiro lugar entre as escolas públicas e na 7ª posição no ranking que engloba as instituições públicas e particulares do estado. A média obtida também garantiu o segundo lugar entre os Institutos Federais de todo o Brasil, estando, em primeiro lugar, o Instituto Federal do Espírito Santo (IFES).

 

Em relação à participação dos alunos no Enem 2010, o destaque é para o IFBA campus Valença, que apresentou 89% na taxa de participação e média total de 638,41, modalidade ensino médio regular, estando na melhor posição entre as instituições da rede pública da Bahia.

 

Este ano, o Ministério da Educação (MEC) dividiu as escolas em categorias de acordo com o percentual de participação de estudantes no Enem: a primeira inclui instituições que tiveram de 75% a 100% de adesão; a segunda de 50% a 74,9%; a terceira de 25% a 49,9% e, a quarta, de 2% a 24,9%.

 

Nesta avaliação, também pode-se destacar o campus Vitória da Conquista, com média de 669,96; Simões Filho, 655,91; Eunápolis, 649,60 com taxa de participação de 66%; Camaçari, 646,96 com taxa de participação de 55% e Santo Amaro, com média total de 638,70 pontos.

 

A partir dos dados divulgados nesta segunda-feira pelo Inep, identifica-se que a média do IFBA ficou acima da nacional, 511 pontos. Das instituições federais baianas que participaram do Enem 2009, o IFBA apresentou a segunda nota mais alta.

Segundo Mônica Sacramento, integrante da pró-reitoria de ensino e assessora do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico do Instituto, esses resultados se devem ao empenho de toda comunidade do IFBA, através de seus servidores e discentes, somados às ações pedagógicas incentivadoras da formação técnica.

 

“Nossa missão preconiza a formação do cidadão histórico-crítico, ao oferecer ensino, pesquisa e extensão com qualidade socialmente referenciada, objetivando o desenvolvimento sustentável do país. Somam-se ações específicas de visitas técnicas, estágios, atividades artísticas e culturais, bem como intercâmbio nacional e internacional que complementam a formação teórico-prática”, declarou.

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As vaias para Haddad


Fernando Haddad ao lado de Lula, com uniforme do IF

Uma semana depois de o Enem de 2010 ter mostrado uma acentuada queda no desempenho das 50 melhores escolas de São Paulo, a cidade na qual pretende candidatar-se a prefeito em 2012, o ministro da Educação, Fernando Haddad, foi vaiado na Faculdade de Educação da USP e se envolveu em bate-boca com estudantes que criticavam a situação de abandono de várias instituições federais de ensino superior.

A expansão das universidades federais é uma das bandeiras que Haddad pretende usar em sua campanha eleitoral e os estudantes que o vaiaram eram, justamente, supostos beneficiários de sua política. Criadas com base mais em critérios de marketing político do que acadêmicos, tendo em vista a eleição presidencial de 2010, várias universidades federais foram inauguradas às pressas em instalações improvisadas, sem laboratórios e professores em número suficiente. (grifo meu)

Por isso, os grupos e facções estudantis que não se deixaram cooptar pelo governo federal – que converteu a UNE numa entidade chapa branca, por meio de generosos repasses financeiros – definiram uma pauta de reivindicações e um cronograma de protestos contra Haddad. Também acusam o ministro de não reivindicar um aumento mais expressivo do orçamento da educação.

Nesta década, o País tem investido, anualmente, 5% do PIB em ensino. No Plano Nacional de Educação, que tramita lentamente no Congresso, o governo propôs aumentar os investimentos para 7% do PIB. As organizações estudantis reivindicam 10%. (grifo meu) Para tentar granjear a simpatia dos estudantes da USP, Haddad chegou a invocar, sem sucesso, sua condição de ex-líder estudantil. E ainda tentou comparar os gastos com educação dos governos Fernando Henrique e Lula. Segundo ele, o orçamento do MEC subiu de R$ 32,1bilhões para R$ 69,7 bilhões, nos seis anos em que está à frente da pasta. O problema da gestão Haddad, portanto, não é de escassez de recursos, mas de falta de competência administrativa. (grifo meu)

Com o objetivo de mudar o foco do noticiário, que destacava o quadro desolador em que se encontra o ensino médio, revelado pelo último Enem, Haddad agora defende o aumento do tempo de permanência dos alunos na escola, seja ampliando de 200 para 220 o número de dias do ano letivo, seja elevando a carga horária diária. (grifo meu)

Pedagogos e dirigentes de escolas afirmaram que a ampliação da jornada diária é a medida mais recomendada para a melhoria de qualidade do ensino fundamental e médio, mas lembraram que ela é de difícil implementação, pois não houve investimento na melhoria da infraestrutura da rede pública nem na mudança dos currículos. (grifo meu) O ministro disse que já começou a discutir sua proposta com especialistas e secretários de educação, mas entidades do setor informaram que não foram procuradas para tratar do tema.

Esta tem sido a característica da gestão de Haddad à frente do MEC. Ele agita bandeiras vistosas, que lhe permitem sonhar com voos políticos mais altos, mas que carecem de eficácia e desperdiçam recursos escassos em programas sem a necessária conexão entre si. O ministro já defendeu a democratização do acesso ao ensino superior, sem tratar seriamente do ensino fundamental. Ele defendeu propostas irrealistas, como a adoção do tempo integral no ensino básico, quando deveria cuidar de questões fundamentais, como melhorar a qualidade do ensino de português, matemática e ciências. Endossou a introdução de filosofia e sociologia no ensino médio, sem que o País disponha de professores dessas disciplinas em número suficiente. Estimulou a ampliação desenfreada de escolas técnicas, sem que a rede já existente tivesse recursos suficientes para atender às despesas de custeio. E, ao tentar utilizar o Enem para unificar os vestibulares das universidades federais, desmoralizou esse mecanismo de avaliação.

A constrangedora vaia dos alunos da USP para Haddad não causa surpresa. Ela é a reação natural a uma gestão errática, demagógica e, principalmente, inepta.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,as-vaias-para-haddad,774039,0.htm

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