A semente que faltava na banana


O grande número de categorias (algumas, inclusive, duplicadas) despertou a atenção para a necessidade de condensar melhor a catalogação de artigos. Admito que, na época em que eu publicava sozinho aqui, criei algumas “criativas” mas que provocam dúvidas nos colaboradores e definitivamente não depertam a curiosidade dos leitores não gerando, assim, mais visualizações.

Há também um grande número de publicações não categorizadas e/ou sem tagueamento, o que inibe a visualização – já que não aparecem nos resultados de buscas e o leitor precisaria navegar através de muitas páginas “ateriores”. Boa parte disso foi por negligência e pode ser precebido principalmente nas publicações com data anterior a Outubro de 2010 (quando eu comecei a comemorar cada visita e a blogar com mais compromisso). Até então a atividade não passava de um passatempo ou válvula de escape.

Depois de um longo período com o tema de férias (coqueiros, praia) decidi voltar ao tema “banana não tem semente”. Primeiro porque aquela imagem era muito pesada, tornando o carregamento impossível em conexões lentas. Segundo porque foi essa a ideia que me inspirou na criação no blog e o Banana Smoothie seguiu como tema do #DONQQ, sendo muito elogiado (apesar de não ter sido criado por mim, mas escolhido em uma lista do próprio WordPress, aceitei os elogios ao meus bom-gosto), até eu finalmente decidir mudar para um tema de férias (e o Requião, digamos, “calibrou” o que eu tentei transmitir). Apesar não ter usado aquela frase como slogan, as bananas se tornaram referência (e sua ausência, estranhamento) para o blog daquele menino polêmico, que reclama de tudo e até brigou com uma igreja interia porque o pastor comparou a famigerada “semente de mostarda” com uma suposta “semente da banana”.

Identidade é tudo nessa vida. Identificar e ser identificado define como vai ser a sua vida, mesmo que “vida” esteja no sentido figurado (como para uma marca, produto ou blog).

Ah! Antes que eu esqueça: banana não tem semente.

Dwsz.

P.S: infelizmente o tema Banana Smoothie não está mais disponível, sendo Fruit Shaake o tema compatível sugerido pelo sistema.

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Por que não publipost?


Estou ficando assustado com o que tenho encontrado no Google Search sobre publiposts. A maioria dos blogueiros afirma que essa forma de publicidade é nociva à reputação do blog, enquanto os que defendem estão fazendo propaganda de programas de afiliados.

Pronto! É isso que denegride os artigos patrocinados: a relação com os sistemas de pirâmide (que, de tão denegridos, passaram a se chamar “Marketing Multinível” ou “MMN”, nome mais bonito e fantasioso para o mesmo esquema de fraudes). Com esses, somente quem está no topo da pirâmide (os idealizadores) realmente ganham dinheiro. Os outros só gastam o tempo todo. Os primeiros níveis seguintes ainda acreditam porque recrutam outros afiliados mas, a partir desse terceiro nível, a estagnação é notória.

Voltando ao que interessa: jornais e revistas, há bastante tempo, já usam essa modalidade de propaganda. Os investidores vão desde produtos e marcas até partidos políticos e governos municipal, estadual ou federal. O que importa é que o custo é pelo espaço na mídia. Mesmo que seja bonificado com “custo por ação” (comissionado), para aumentar o interesse do publicador, nunca houve uma espécie impressa do “Custo Por Clique”. Os baneres (inclusive outdoors) sempre foram alugados de acordo com o tamanho e o período contratados.

O público jovem passa mais tempo na internet (seja web, seja móvel) do que na frente da televisão. E blogs são mídias sociais muito mais próximas do leitor (porque geralmente são administrados por outros leitores). Isso significa que, já que o público tem interesses em comum com o blogueiro – que é quem selecionará as campanhas veiculadas -, um espaço em blog pode valer mais do que um espaço na TV, no jornal ou na revista.

Dwsz.

Leitor de mídia digital


Eu tenho dito ultimamente que sou preguiçoso na leitura. Isso não é totalmente honesto. É fato que eu escrevo muito mais do que leio… Mas essa “preguiça” de ler e de pensar provém da internet, é coisa da “Era da Informação”.

Ora, é muito simples. Uma vez que há informação demais em toda mídia, é oferecido e misturado o útil, o fútil e o inputil. Aquilo que não tem conteúdo vem tudo de uma vez só. Quando há pouco conteúdo, vem em duas partes e carregar a segunda pode ser perda de tempo. O fútil continua sendo entretenimento, que pode ser o objetivo ou um leve escape para manter o bom-humor e melhorar a produtividade. O útil precisa apresentar seu melhor conteúdo na primeira chamada, convidando o leitor a navegar de página em página (mantendo o bom-humor para garantir a produtividade e, de vez em quando, perdendo preciosos segundos com alguns comentários bobos).

As coisas não mudaram muito do speculo XX ao XXI, na Teoria da Informação ou na Prática da Comunicação; o que mudaram foram os meios. Os jornalistas do século passado passavam horas lendo artigos de colegas em jornais e revistas, lendo livros impressos… E por isso “liam muito”, o que se denunciava nas “bolsas” sob as pálpebras. E eu digo que não leio porque só pego em papel pra escrever?

Assim como aqueles jornalistas, eu produzo mídia: sou bloggeiro, facebookeiro e twitteiro. E para produzir material autoral, ter minhas próprias ideias, eu preciso ler. Mas como, se eu mal toco nos livros da minha estante? Os livros na estante são mídia impressa, do século XX. Ainda é útil (MUITO útil) mas a minha mídia é a digital e, de fato, eu leio bastante material digital. Queira ou não queira, é através de textos na internet que eu me comunico com as pessoas, é nos sites e blogs que eu encontro as informações que procuro. Então eu leio muito, mas não posso contar quantas páginas por dia porque essa leitura não é em papel.

E ainda vai ter (mais) alguém querendo dizer que eu sou viciado em computador ou internet? A discussão vai ser feia.

Dwsz.

Dê o nome que quiser: upgrade na equipe, espaço para publicidade e recorde de visualizações


O #DONQQ está chegando à sua marca de 18 mil visualizações com mais um grande recorde. Desde que eu decidi começar a inserir publicidade aqui, o índice de visualizações diárias passou a ser igual ao que, até então, era o índice de visualizações mensais.

Estou muito feliz em poder comemorar isso com meus dois colaboradores, o Rafael Requião e o Rodrigo Maia. Nós nos conhecemos no Curso Opção (pré-IFBA) em 2010. Sentindo falta de meninas por aqui, o Rafael convidou a Fernanda Veiga (que ainda não é efetivamente uma colaboradora no blog) e eu ainda estou insistindo com Drika Navarro (também do Opção, mas que ainda não aceitou meu convite). Além desses, o Lucasz Chavez (o Nerd #1) promete uma série de artigos sobre microcomputadores (o garoto se empolga falando no assunto, e é Técnico em Montagem e Manutenção de Micro).

E voltando aos ebusiness, estou avaliando algumas propostas, com espaço para receber outras e com expectativas de boas novidades para todos, particularmente nas redes sociais. Continuem nos visitando sempre porque a equipe está crescendo e as atualizações estão sendo quase diárias (mas, pra compensar o delay, estamos publicando vários artigos no mesmo dia).

Muito obrigado a todos que nos acompanharam até aqui.

Dwsz.

Novo DONQQ


Gostaria muito de agradecer a cada visitante por essas 10.000 visualizações que comemoramos essa semana. É com muito entusiasmo que eu constato o crescimento do DONQQ em visitas e em equipe.
Semana passada o Rafael Requião finalmente aceitou meu convite e agora é editor do blog (com privilégios de co-administrador, diga-se à miuda).
Ainda estou investindo em outros convites e já iniciei uma série de postagens visando as férias.
Continue participando e acompanhado as novidades por aqui. Grande abraço.
Dwsz

Em ritmo de festa!


Tendo chegado tão próximo das 10 mil visualizações no DONQQ e ultrapassando os três mil resultados no Google, eu preciso planejar uma comemoração.
Quero convidar os fãs, os amigos, os admiradores e companheiros de forma geral para uma festa. Mas ainda não sei onde será essa festa.
Enquanto caminho à décima-milésima visualização, estarei recebendo sugestões. Nào sei quanto tempo vou levar para atingir essa marca, então mande logo suas sugestões.
Abraço!
Dwsz.

Como aumentar a visibilidade do blog


 Talvez eu ainda não tenha chegado aos níveis de escrever um livro de autoajuda para novos blogueiros. TALVEZ ainda não. Mesmo assim eu vou indicar métodos práticos, gratuitos e realmente eficazes para fazer um blog crescer. Acompanhe:


1- Use sempre o mesmo nome, seja o de batismo ou o pseudônimo. Se houver um nome de grupo, use-o associado ao seu quando o representar.

2- Participe de bate-papos com famosos (o bate-papo do Uol, por exemplo) usando esse nome. Esse é um grande segredo para fazer crescer a sua própria imagem na web, já que algumas dessas conversas são reproduzidas em outros sites (com referência principal à celebridade, mas os nicks dos participantes são listados).

3- Faça publicações frequentes. Se possível, mais de uma por dia. Também podem ser artigos copiados de outras páginas se você indicar as fontes.


4- Nunca esqueça de adicionar as tags. São elas que vão trazer seus visitantes direto dos sites de pesquisa.

5- Integre seu blog a outros serviços de mídias sociais como TheGoodBlogs, Facebook, Twitter, FriendFeed… pois isso aumenta a visibilidade automaticamente. Se os serviços forem integrados entre si, esse aumento é potencializado.


6Indexalize sua página no Google e estará tudo pronto. Divulgue tudo isso entre as pessoas próximas e acompanhe o crescimento com a corrente.
Bom trabalho!
Dwsz

Aprendizado em 140 caracteres


A professora Giovanna Valenza utiliza o twitter para repassar o conteúdo com alunos como Viviane Maia dos Santos: “A gente até descobre interesses em comum com o Twitter. Quando a relação ficava só na sala de aula, acabávamos não tendo muito contato.” Viviane Maia dos Santos, estudante do Ensino Médio

O que é possível fazer com 140 caracteres? Para professores que usam o Twitter nas aulas, aumentar a atenção dos estudantes, ampliar a interação e facilitar o processo de aprendizagem. Mistura de blog e rede social, o site só possibilita textos curtos – para efeito de comparação, a segunda frase dessa matéria tem exatamente o tamanho permitido. Embora seja muito utilizado para expressar opiniões, ele pode ter outras funções e nos últimos anos ganhou status de recurso pedagógico. “As escolas e os professores estão se modificando para acompanhar a realidade dos alunos. A ideia da aula com giz e quadro-negro já caiu”, afirma Jonas Pegoraro, 30 anos, professor de História do Colégio Positivo.

Pegoraro conseguiu transformar a ferramenta de relacionamento, que muitos alunos usavam apenas para diversão, em mais uma mãozinha no aprendizado. Dentro de um amplo trabalho de pesquisa sobre a civilização egípcia, ele dividiu as turmas do primeiro ano do ensino médio em grupos e determinou que cada um postasse 50 mensagens sobre os conteúdos estudados. As turmas tiveram duas semanas para criar seus “tuites” sobre um subtema específico, entre eles mumificação, aspectos políticos, arquitetura e economia. O trabalho rendeu quase 30 mil postagens e virou o assunto mais comentado de Curitiba, na rede social, durante a manhã do dia 4 de abril. “Nunca vi os estudantes tão empolgados como naquele dia”, afirma Pegoraro. (grifo meu)

As postagens foram feitas no laboratório de informática do colégio. A estudante Helena Chagas Salvador, 15 anos, conta que os alunos queriam criar tuites diferentes e curiosos, por isso se comprometeram com a pesquisa. O trabalho também permitiu que os alunos desenvolvessem capacidade de síntese. (grifo meu) “Tínhamos de pegar informações e colocá-las em uma linguagem que todos entendêssemos e que coubesse em 140 caracteres. Tivemos de ler e reler os textos para poder simplificar”, diz.

 

Leia mais em: http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=1168464&tit=Aprendizado-em-140-caracteres

Novas ideias para o DONQQ


Precisando de colaboradores para o blog, convidei alguns amigos mas nenhum aceitou – por falta de tempo, habilidades ou inspiração. Convidei agora o Lucasz Chiavi (o Nerd #1) e espero que ele aceite minha convocação.
Temos ideias em comum e entre elas está montar uma rede social pelo SocialGo. As redes sociais populares estão ficando sem graça e, no meio de tanta gente, é comum sentir-se sozinho.
Quando o projeto, ainda sem nome, estiver pronto, estarão todos convidados.
Dwsz

Apresentação caótica


Aos leitores eu peço desculpas e paciência. Tenho ciência de a apresentação visual do DONQQ está confusa, mas ignorem isso por enquanto, valorizem mais o conteúdo. Logo, quão breve possível, trarei muitas novidades e melhorias – fruto de aulas no Ifba e de estudo com material próprio, adquirido antes do processo seletivo. É certo que é muito mais desse material, mas algumas aulas também estão contribuindo muito.

Continuem visitando o blog e POR FAVOR mandem suas críticas e sugestões.

Dwsz.

O ÚLTIMO LOG


Eu nunca precisei do apoio da minha família para fazer nada do que eu queria ou precisava fazer. E nunca quis ou precisei fazer nada realmente importante. Este blog, por exemplo, foi feito por mim desde o começo, desde os blogs anteriores – que tinham outra proposta e formato – sem necessidade de consentimento ou apoio de amigos ou parentes.

Mais tarde eu encontrei a necessidade de ter amigos reais – e não apenas os imaginários, dos diálogos filosóficos – que, a princípio, poderiam ser – e foram – quase exclusivamente os virtuais, sendo que eu conheci pessoalmente quase todos eles. Quando eu precisava de apoio, de idéias, de diálogos reais – e não apenas os imaginários que eu tinha em casa – era a eles que eu recorria, sendo sempre presenteado com sorrisos, algumas festas e, frequentemente, com protestos contra minha passividade no grupo.

Nunca acreditei que isso pudesse acontecer mas o quadro evoluiu ao ponto de precisar do apoio e, em alguns casos também, do consentimento dos familiares. Isto vem acontecendo já há uns três anos – justamente desde a maioridade. Hoje eu sou incapaz de manter o quarto em ordem (ele nunca foi arrumado, mas havia sempre uma ordem que me permitia achar uma caneta debaixo de uma resma de papel espalhado). Sou também incapaz de administrar o tempo, gerenciar as atividades, não tenho tempo nem espaço para ler, escrever ou estudar e até mesmo pensar – que era a atividade que eu mais valorizava e praticava – até mesmo pensar tem sido penoso pra mim. Cheguei a desejar ser acometido por uma doença como o câncer para, por não tratá-lo, poder finalmente ver a conclusão de algo (e, aqui, alguns colegas do Ifba podem compreender o que eu quis dizer sobre aquele sinal no rosto).

Por falta de apoio e consentimento da família eu não posso frequentar o curso de capacitação profissional do SENAI nem participar do programa Jovem Aprendiz dos Correios (e foi minha própria irmã que insistiu que eu fizesse o concurso) e também não tenho certeza de até quando irei ao Ifba. Meus colegas sabem que eu estou faltando muitas aulas e que, quando presente, já não sou o mesmo da primeira semana. Felizmente não vejo qualquer reação da minha família a respeito disso; vê-los se alegrar de tamanha desgraça me faria sofrer ainda mais.

Pra hoje, eu não sei o que tenho mas ainda dá tempo de descobrir que não tenho nada – e vou descobrir, sempre descubro. Para os próximos dias, tenho a esperança de ter muito pouco, embora não acredite muito nisso. E para os tempos futuros… eu espero que o tempo mais futuro não esteja muito longe do tempo presente porque mesmo esse já é de grego.

Até o último dia, tudo que me resta ainda é este blog – que os leitores já devem ter descoberto a farsa a respeito da frequencia dos posts – e comemorar cada acesso que ele tem, sejam cinco em um dia, cinco mil em quatro anos. É tudo que me sobrou e que ainda funciona, é tudo que ainda me traz alegrias – e debates imaginários tão quentes quanto os do passado -, é tudo de que eu posso me orgulhar.

Dwsz.