NUNCA PARE DE LUTAR


Existe uma linda música evangélica que diz “NUNCA PARE DE LUTAR”.

https://www.letras.mus.br/ludmila-ferber/417362/

lobo cordeiro

O que significa “nunca”?

“Nunca” é um tempo verbal que indica indefinição negativa de tempo: coisas que nunca acabam são coisas que não têm interrupção, que não têm fim.
Uma árvore que nunca dá frutos é uma árvore que, em toda sua existência, não dá um único fruto. E a árvore que nunca para de dar frutos é aquela que, desde sua primícia, não passa um dia sequer sem novas frutas em sua copa. Isto é, são 365 dias do ano com frutas naquela árvore. Isto é bastante diferente de uma árvore que dá frutos em determinada época do ano: quando não for a época daquela fruta, a árvore não dará frutos. Para as plantas sazonais, “nunca pára de dar frutos” é uma afirmação falsa.

Assim, o que significa dizer “NUNCA PARE DE LUTAR”? Significa dizer que, enquanto for tempo de guerra, mate. Depois que tiver matado todos os seus inimigos, continue matando.

“Quem não é contra nós é por nós”
Se todos os seus inimigos já estão vencidos, então agora você só tem aliados. Mas a ordem é “NUNCA PARE DE LUTAR”. O que isto singifica? Signfica que você deve lutar contra seus próprios aliados. Até, finalmente, você ser o único ser existente.

Quando você é o único ser existente, o que significa “NUNCA PARE DE LUTAR”? Singifica que você deve lutar contra si mesmo.

“NUNCA PARE DE LUTAR” é uma ordem para exterminar tudo a sua volta e, quando este objetivo tiver sido atingido, uma ordem de auto-destruição.

Para que essa mensagem fique oculta, há um trecho da música que diz “em tempos de guerra, nunca pare de lutar”. Mas quando é um “tempo de guerra”?
Fácil: haverá guerra enquanto houver combatentes na guerra. Não existe guerra quando não existem guerreiros. Ou seja, enquanto houver alguém lutando será tempo de guerra.
O que isso significa? Simples: “NUNCA PARE DE LUTAR” é uma ordem para que “SEMPRE” seja tempo de guerra.

Observe: uma árvore que NUNCA PARA DE dar frutos é uma árvore que está SEMPRE dando frutos. SEMPRE é TODO O TEMPO.

A música diz ESTEJA SEMPRE LUTANDO, porque enquanto você estiver lutando será tempo de luta (tempo de guerra). E quado você está lutando? Exatamente: SEMPRE.

Pra voltar lá pro começo dessa análise… Você não acha muito estranho que uma música “evangélica” fale sobre GUERRA?

Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor.
1 João 4:7-8

Jamais sigas pelas trilhas dos ímpios, tampouco andes pelas veredas dos maus.
Provérbios 4:14,15

A mentalidade da carne é morte, mas a mentalidade do Espírito é vida e paz;
Romanos 8:6

Bem-aventurados
os pacificadores,
pois serão chamados
filhos de Deus.
Mateus 5:9

Dowglasz.

Ver TV é uma obrigação


A maioria das pessoas na internet assiste os reality shows pelo prazer de falar mal desses programas. Não há nada de bom que possa ser aproveitado na maioria deles e o grande esporte é exatamente apontar os erros e todos os pontos negativos que os fazem ser produtos nocivos e de baixa qualidade.
Este prazer, porém, não é extasiante: não causa euforia ou nenhuma sensação sublime. Este prazer é aquele mesmo que se sente ao mergulhar a mão na água gelada depois de ter-se ferido com uma fôrma quente e pesada ao retirar um bolo do forno.

As pessoas não gostam realmente de assistir televisão: nem quem assiste TV aberta nem quem assina canais fechados. Ambos lamentam o conteúdo que recebem e choram por não poder “subir de nível”. Todos assistem pela obrigação de ter um assunto sobre o qual todos possam discutir em uma conversa.

O engraçado é que essa programação é elaborada pelos “donos do poder”, que têm um objetivo direto e específico com isso. Só que esses mesmos “donos do poder” reclamam dos efeitos causados na intelectualidade, cultura, educação, ética e moral da população.
E quem são os “donos do poder”?

Dowglasz Abjhörsky.

Pesquisa de Mercado


O produto é BATATA FRITA “TIPO A”. A marca da loja é ASSÍDUA e a marca do fabricante é ORELHUDA. A batata frita “tipo A” ORELHUDA é muito famosa, seu fabricante é ROSILDA LTDA e também é uma empresa muito famosa e reconhecida no mercado. As batatas fritas “tipo A” ASSÍDUA e ORELHUDA têm o mesmo fabricante, ou seja, ambas são produzidas por ROSILDA LTDA e esta informação pode ser obtida ao comparar os rótulos.

A comparação de rótulos permite entender que as batatas fritas “tipo A” ASSÍDUA e ORELHUDA são exatamente o mesmo produto, uma com a marca do fabricante e a outra com a marca da loja.
Os produtos comercializados com a marca do fabricante têm preço tabelado, sendo o mesmo em todos os estabelecimentos. Os produtos comercializados com a marca da loja têm 70% de desconto sobre esse valor.

Assim sendo, a batata frita “tipo A” da famosa marca ORELHUDA custa R$10,00 o pacote de 100g, enquanto a batata frita “tipo A” ASSÍDUA custa R$3,00 o pacote de 100g.

Lembrando que ambos os produtos são o mesmo, trocando apenas de rótulo, qual batata frita “tipo A” você compraria: a da propaganda na televisão ou a de preço menor?

Dowglasz.

Ninguém comprará a nossa luta


Movimentos sociais são iniciados, ordenados e liderados por membros da sociedade. Mas, quando são por mudanças importantes na sociedade (“pena privativa de liberdade para maltratadores de animais” será nosso exemplo ilustrativo) é necessário que alguém “compre” essa “luta”, afinal é necessário que sejam formuladas leis para isso, e seria importante a opinião de médicos veterinários (e clínicos também) e donos de pet shop, além de outros criadores e tantas outras categorias. Ora, se nem esses e nem a Sociedade Protetora dos Animais comprarem essa luta… Pra onde vai esse negócio?

Anarquia ou anarquismo? Manifestantes declaram desinteresse nas mudanças: rebeldes ficariam sem causa.

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Moral da história: mate todos, todos! Não deixe nenhum. Isto é vitória, isto é aventura!


A Pedra do Meio-Dia ensina às crianças que “o importante é matar”.

Fiquei constrangido com a cena em que Artur mata aquela onça, logo no começo do espetáculo. PELO MENOS, no mínimo nessa cena, o assassinato era desnecessário. Para salvar Isadora, nesse momento (e qualquer história com o contexto da Amazônia diz o mesmo) bastaria ASSUSTAR a onça. Ela iria embora, não seria mais uma ameaça e preservar-se-ia a espécie ameaçada de extinção.

Em toda a peça repete-se sucessivamente a mensagem de “mate para se salvar, se proteger e atingir seu objetivo. Aliás, na dúvida de qual o seu objetivo, se não for este em fim, matar terá concluído a parte mais importante dele”.

É irônica aquela entonação ao mencionar as manchas de sangue das luvas do gigante (que no palco estava sem luvas) enquanto Artur, mesmo que virasse um peixe e vivesse na água, nunca lavaria aquele sangue que o cobre, que o faz nojento e que deixa rastros de chacina e de extermínio a cada passo na floresta.

Como é possível dizer para mim, “experiente” que a mensagem transmitida para as crianças não é “resolva na espada; se não tiver espada, use outra arma (uma faca talvez, espada é coisa de ficção); na falta de uma arma vá na mão mesmo”? Como é possível me dizer isso?
Se eu, “experiente”, só pude tirar esta e nenhuma outra lição da estória, que lição vocês esperam que as crianças estejam tirando???

Me assusta mais ainda estarmos assistindo a isso calados e acomodados em meados do século XXI. Há meio século começaram a ser feitos trabalhos anti-violência, com foco na infância e na juventude, além de programas de conscientização ambiental, com a temática mais abordada sendo “AMIGOS dos animais” e “preserve a natureza”, entendendo que “natureza” acolhe todos os animais, com mais atenção aos silvestres e aos ameaçados de extinção (na lista, os animais mortos pelo sanguinário personagem central: onça pintada, jiboia, e algumas subespécies de porco-espinho).
Até mesmo a clássica DONA CHICA já não atira mais o pau no gato e ensina as crianças que “isso não se faz, não devemos maltratar os animais”.

Até mesmo a Dona Chica já não atira mais o pau no gato.

Mas o que importa é que as crianças gostaram, só eu me incomodei e fiz questão de vaiar uma montagem nociva como essa.

Lembrando que as crianças gostam de sexo e violência, assistam mais MMA com seus filhos (vocês já não sabem diferenciar esporte/arte marcial de agressão, não saberão explicar e não esperem que seus filhos aprendam sozinhos quando lhes golpearem na barriga ao receber um “não”).

No teatro, para as crianças, vocês também poderiam fazer uma montagem de O REBUCETEIO. Certeza absoluta de que elas vão a-d-o-r-a-r. Só não garanto, porém, que supere um Jackie Chan ou Denzel Washington da vida.

Assim caminha a humanidade: sentada, acomodada, assim tá bom, deixa com está, o que importa é que as crianças gostaram e eu só vou me levantar se for pra voltar.

Dwsz.

Nota: A aberração teatral foi encenada na Cidade do Saber, e presenciada por mim no dia 07 de Abril de 2013. Apesar de tudo que os Profissional da Educação, Psicólogos ou Sociólogos possam dizer, concordando comigo, existe a “livre-expressão” que também permite que os pais façam suas crianças dançarem “sou o rei do puteiro” sem o menor pudor ou medo de condenação por contrariar o Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim sendo, esta publicação é mera exposição de opinião e não tem valor social, acadêmico, clínico, pedagógico ou, ainda menos, de crítica sobre produções cênicas. Isto é Camaçari, isto é Bahia, isto é Brazil. Dwsz.

Publicidade no Facebook é uma farsa


Publicidade no Facebook não é tiro ao alvo, mas roleta russa.

Atenção investidores: FACEBOOK É UMA MERDA!

Apesar de todos os dados que o site coleta sem o meu pleno consentimento, eu só vejo anúncios que me desagradam. Poucos são os que eu considero consumíveis* e nenhum deles atinge o nível de clicável.

A Rede Azul não filtra as campanhas de forma a apresentá-las preferencialmente a potenciais novos clientes. Se o Facebook faz algo parecido com isso, é exatamente o contrário.

Dwsz.

*”consumíveis” refere-se às próprias campanhas, e não necessariamente aos produtos que pretendem vender embora frequentemente exista essa combinação.

Suicídio coletivo na boate Kiss – previsão sobre os fatos seguintes


Eu estou tendo uma visão nesse momento. MOMENTO CLARIVIDÊNCIA:

O suicídio coletivo de centenas de jovens na boate Kiss, em Santa Maria, continuará sendo maldosamente interpretado como acidente. Os interesses capitalistas que fervem com a proximidade da Copa do Mundo prevalecerão sobre a importância de falar sobre o que levaria tantos universitários a se matar juntos.

O alarme soará por muitas semanas e os sensacionalistas exigirão a interdição de 96% das casas noturnas e incluirão alguns outros estabelecimentos na lista. Induzidos à falência, os estabelecimentos serão vendidos para grupos estrangeiros que serão elogiados pelo espaço, estética e segurança, mas também levarão embora o dinheiro brasileiro sem reinvesti-lo no país. Mas todos estarão na festa, se embriagando divertindo e ninguém vai se importar com isso. Algumas dessas novas casas permitirão a aparição de artistas que, antes disso, não vinham a essas regiões – mas sem garantir melhor PIB por causa disso.

As escolas brasileiras, inclusive Institutos Federais e outras escolas técnicas continuarão desinteressadas em realizar treinamentos de emergência. Aliás, essa expressão nunca será mencionada em tais ambientes. Os milhares de mortos por erros básicos na segurança em fábricas, a exemplo do Pólo Petroquímico, continuarão nunca mencionados.

Porra! De que adianta ser clarividente se eu só adivinho o óbvio?

Dwsz.

Dhomini arrancou os dentes de um cachorro?


Como arrancar os dentes de um cachorro com um machado sem decepar sua cabeça?

Cachorro banguela!

Com os cosmorritmos que Dhomini usou hoje, no mural do BBB, fica fácil entender o que aconteceu – e eu ainda nem sou formado psicólogo.

*1.9.3.6* é o cosmorritmo do amor, incompatível com esses maus tratos ou mesmo as lembranças deles. Ele teria, no mínimo, vergonha de falar isso, não o faria abertamente (eu não assisti a cena).

*42.19* não é um cosmorritmo, a menos que tenha sido truncado. O cosmorritmo completo seria *42.19.31.6*, antistress. O bróder é muito fanfarrão e faz piada com tudo, muitas vezes sem graça ou de mau-gosto. Se ele está preocupado com alguma coisa, talvez a prova do líder, o paredão ou o jogo em si, isto explica sua ansiedade e a escolha errada das brincadeiras. Ele pode ter dito que arrancou os dentes de um cachorro por brincadeira, afinal isto seria uma atitude irracional e extremista, características que nos fazem rir (Danilo Gentilli que o diga). Outro detalhe que indica o nível de stress é confundir “machado” com “alicate”. Como arrancar os dentes de um cachorro usando um machado sem decepar sua cabeça?

Eu não acredito que ele realmente tenha feito isso.

Dwsz.

A humanidade e a monogamia, uma breve análise leiga (introdução-convite a pesquisa)


Atividades monogâmicas são obviamente incompatíveis com a bissexualidade. Assim sendo, a homossexualidade (que fere os princípios reprodutivos) ainda é mais tolerável que a bissexualidade (que fere os princípios monogâmicos do matrimônio, muito mais valorizados).

Por muito tempo os homossexuais foram discriminados por lhes serem atribuídos a depravação, a vulgaridade e a promiscuidade. O primeiro paradigma quebrado foi o da perversão, levando à substituição do sufixo “-ismo” (de conotação patológica) pelo sufixo “-idade” (de conotação comportamental).

O ideal monogâmico explicaria a imposição ou da heterossexualidade ou da homossexualidade (e seus decorrentes conflitos egodistônicos) na teoria da “bissexualidade natural”, que diz que, não fossem os padrões impostos por uma sociedade ou cultura, ou “livremente”, a maioria das pessoas seria bissexual.

Dwsz

Leitor de mídia digital


Eu tenho dito ultimamente que sou preguiçoso na leitura. Isso não é totalmente honesto. É fato que eu escrevo muito mais do que leio… Mas essa “preguiça” de ler e de pensar provém da internet, é coisa da “Era da Informação”.

Ora, é muito simples. Uma vez que há informação demais em toda mídia, é oferecido e misturado o útil, o fútil e o inputil. Aquilo que não tem conteúdo vem tudo de uma vez só. Quando há pouco conteúdo, vem em duas partes e carregar a segunda pode ser perda de tempo. O fútil continua sendo entretenimento, que pode ser o objetivo ou um leve escape para manter o bom-humor e melhorar a produtividade. O útil precisa apresentar seu melhor conteúdo na primeira chamada, convidando o leitor a navegar de página em página (mantendo o bom-humor para garantir a produtividade e, de vez em quando, perdendo preciosos segundos com alguns comentários bobos).

As coisas não mudaram muito do speculo XX ao XXI, na Teoria da Informação ou na Prática da Comunicação; o que mudaram foram os meios. Os jornalistas do século passado passavam horas lendo artigos de colegas em jornais e revistas, lendo livros impressos… E por isso “liam muito”, o que se denunciava nas “bolsas” sob as pálpebras. E eu digo que não leio porque só pego em papel pra escrever?

Assim como aqueles jornalistas, eu produzo mídia: sou bloggeiro, facebookeiro e twitteiro. E para produzir material autoral, ter minhas próprias ideias, eu preciso ler. Mas como, se eu mal toco nos livros da minha estante? Os livros na estante são mídia impressa, do século XX. Ainda é útil (MUITO útil) mas a minha mídia é a digital e, de fato, eu leio bastante material digital. Queira ou não queira, é através de textos na internet que eu me comunico com as pessoas, é nos sites e blogs que eu encontro as informações que procuro. Então eu leio muito, mas não posso contar quantas páginas por dia porque essa leitura não é em papel.

E ainda vai ter (mais) alguém querendo dizer que eu sou viciado em computador ou internet? A discussão vai ser feia.

Dwsz.

Leitura comentada: Homens não acreditam que exame preventivo de PSA faz mais mal do que bem.


Alguma novidade?

“gritaria geral de médicos e dos laboratórios, que temem perder clientes e faturamento”

“o exame de sangue comumente usado para triagem de câncer de próstata, o teste de PSA, faz mais mal do que bem – ele leva os homens a receber tratamentos desnecessários, e às vezes até perigosos”

“um estudo de dez anos de cerca de 250.000 homens, que mostrou que o teste não salva vidas”

É o que chamamos de PUBLICIDADE.

“Por que as pessoas acreditaram na ciência quando o exame foi lançado inicialmente, mas não acreditam mais agora quando a mesma ciência mostra que o exame não é tão bom quanto se acreditava a princípio?”

“Muitos estudos têm mostrado que histórias têm poder sobre as percepções que uma pessoa tem sobre tratamentos médicos.” (Sobre qualquer coisa, eu diria.)

Estava tentando falar sobre tratamentos médicos, mas isso se refere à PUBLICIDADE de tais tratamentos.

“Imagens são muito mais fáceis de compreender do que estatísticas”

Dwsz.

Exame preventivo de PSA faz mais mal do que bem. Homens não acreditam.