Tendências Alto Inverno + Primavera-Verão; Bônus: Desabafo e desafio


Essa é a opinião de alguém que tem – e usa – bons olhos e bom gosto.

Eu sei que é possível, e até provável, que a volta das peles tenha aborrecido mais a mim do que a outras pessoas. Eu – já comentei com alguns – cheguei a acreditar que roupas de peles de animais eram lenda, coisas que deixaram de existir com o final do século passado (tão tarde por causa da retroevolução humana). Mas essa ilusão não durou muito tempo. Bastou-me pensar um pouco sobre isso e, dias depois, comecei a ver aquela campanha contra a Arezzo (#PeleMania), depois contra a Le Lis Blanc (LeLisBlood) e rumores de que outras grifes pelo mundo (NO BRASIL TAMBÉM – PASMEM!) estariam ameaçando os equilíbrios (não me refiro apenas ao ecológico) do planeta.

Virada a página, eu ainda estou deprimido e com certo sentimento de luto. Acreditei que outros, como eu, estariam tendendo a abolir as estampas em protesto inclusive ao Animal Print – que perdeu seu espaço por ser o produto equivalente (e ace$$ível e mais leve) às peles naturais. Acreditei que, depois do Outono, surgiriam vitrines lindas e coloridas, sem estampas – E SEM PELES -, talvez mostrando que é muito mais bonito os humanos vestirem suas próprias peles. Acreditei que os fashionistas se interessariam em criar coleções com muito preto, marrom, amarelo, laranja e rosa – as cores das peles humanas.

Eu não sei sintetizar o que eu senti e pensei depois daqueles episódios, mas até agora ainda não estou bem. As araras de cativeiro nunca mais me sairam da cabeça.

Fato é que a “Moda Restart” está fazendo o devido sucesso. São muitas cores vibrantes mas fato também é que as pessoas nas ruas não sabem usar isso. Tendem ao ridículo. As exceções, acredito eu, devem preferir esse estilo apenas a partir da próxima Primavera. Até lá os meninos devem investir bastante na publicidade do novo cd… E, creiam, a “Moda Restart” é também para as mães!!! Eu vi na matéria do Jornal Hoje (Rede Globo) e uma senhora ficou muito bem com a roupa toda colorida! (Ah… há quanto tempo eu não vejo cores nos rostos das peessoas? Aquela senhora pareceu não só alegre por experimentar algo novo, mas FELIZ – de verdade – por ter descoberto as cores)

Depois das peles, eu desenvolvi ainda mais minha tendência à rejeição dos produtos de origem animal. Se eu cheguei a dizer que “matamos vacas todos os dias para comer, por que não usar seu couro além da carne (da mesma vaca)?” agora eu me pergunto mais do que antes se é realemnte necessário matar a vaca para comer. Se estou receoso de comer sua carne, também não quero mais usar seu couro. E nem preciso, há tantos produtos onde ele pode ser substituido! As Lojas Renner lançaram uma jaqueta de couro fake que 1- pode bem ser de borracha, assim como botas, bolsas e sapatos 2- pode ter cores. Cintos podem ser feitos de lona, assim como os tênis do Verão. E as roupas… ah, essas não tem jeito, têm que ser de algodão.

Há outras alternativas de origem animal que ainda não representam um risco ou dano direto como o leite e seus derivados e a lã, que pode ser e ovelha ou de poodle. Lã de poodle, aliás, é um grande desafio às madames e às grandes grifes – tem o efeito “Animal Skin” ou “Primitive Wear” que elas tanto querem, mesmo sem matar o bicho. Resta saber se as madames vão permitir que o pelo de seus bichinhos seja usado com essa finalidade.

Desabafo feito, desafio lançado; vou dormir que tô precisando muito. ;*

Dwsz.

Essa é a opinião de alguém que tem – e usa – bons olhos e bom gosto.
Eu sei que é possível, e até provável, que a volta das peles tenha aborrecido mais a mim do que a outras pessoas. Eu – já comentei com alguns – cheguei a acreditar que roupas de peles de animais eram lenda, coisas que deixaram de existir com o final do século passado (tão tarde por causa da retroevolução humana). Mas essa ilusão não durou muito tempo. Bastou-me pensar um pouco sobre isso e, dias depois, comecei a ver aquela campanha contra a Arezzo (#PeleMania), depois contra a Le Lis Blanc (LeLisBlood) e rumores de que outras grifes pelo mundo (NO BRASIL TAMBÉM – PASMEM!) estariam ameaçando os equilíbrios (não me refiro apenas ao ecológico) do planeta.
Virada a página, eu ainda estou deprimido e com certo sentimento de luto. Acreditei que outros, como eu, estariam tendendo a abolir as estampas em protesto inclusive ao Animal Print – que perdeu seu espaço por ser o produto equivalente (e ace$$ível e mais leve) às peles naturais. Acreditei que, depois do Outono, surgiriam vitrines lindas e coloridas, sem estampas – E SEM PELES -, talvez mostrando que é muito mais bonito os humanos vestirem suas próprias peles. Acreditei que os fashionistas se interessariam em criar coleções com muito preto, marrom, amarelo, laranja e rosa – as cores das peles humanas.
Eu não sei sintetizar o que eu senti e pensei depois daqueles episódios, mas até agora ainda não estou bem. As araras de cativeiro nunca mais me sairam da cabeça.
Fato é que a “Moda Restart” está fazendo o devido sucesso. São muitas cores vibrantes mas fato também é que as pessoas nas ruas não sabem usar isso. Tendem ao ridículo. As exceções, acredito eu, devem preferir esse estilo apenas a partir da próxima Primavera. Até lá os meninos devem investir bastante na publicidade do novo cd… E, creiam, a “Moda Restart” é também para as mães!!! Eu vi na matéria do Jornal Hoje (Rede Globo) e uma senhora ficou muito bem com a roupa toda colorida! (Ah… há quanto tempo eu não vejo cores nos rostos das peessoas? Aquela senhora pareceu não só alegre por experimentar algo novo, mas FELIZ – de verdade – por ter descoberto as cores)
Depois das peles, eu desenvolvi ainda mais minha tendência à rejeição dos produtos de origem animal. Se eu cheguei a dizer que “matamos vacas todos os dias para comer, por que não usar seu couro além da carne (da mesma vaca)?” agora eu me pergunto mais do que antes se é realemnte necessário matar a vaca para comer. Se estou receoso de comer sua carne, também não quero mais usar seu couro. E nem preciso, há tantos produtos onde ele pode ser substituido! As Lojas Renner lançaram uma jaqueta de couro fake que 1- pode bem ser de borracha, assim como botas, bolsas e sapatos 2- pode ter cores. Cintos podem ser feitos de lona, assim como os tênis do Verão. E as roupas… ah, essas não tem jeito, têm que ser de algodão.
Há outras alternativas de origem animal que ainda não representam um risco ou dano direto como o leite e seus derivados e a lã, que pode ser e ovelha ou de poodle. Lã de poodle, aliás, é um grande desafio às madames e às grandes grifes – tem o efeito “Animal Skin” ou “Primitive Wear” que elas tanto querem, mesmo sem matar o bicho. Resta saber se as madames vão permitir que o pelo de seus bichinhos seja usado com essa finalidade.
Desabafo feito, desafio lançado; vou dormir que tô precisando muito. ;*
Dwsz.

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