ENEM, é né? é mesmo…


QUERO VER QUEM PAGA PRÀGENTE FICAR ASSIM

Eita povo besta! Quem tem poder faz o que quer e ninguém fala nada. Problemas gravíssimos comprometem a credibilidade do Enem e os estudantes ficam calados. Se fosse há um tempo atrás já teria sido organizada uma manifestação em Brasília pela anulação da prova.

Eu insisto que a inversão na folha de resposta sozinha seria motivo suficiente para a anulação do exame. Mas é fato que os estudantes brasileiros estão cada dia mais alienados e só querem mesmo o que é mais fácil.

MEC não anulará provas do Enem; aluno envolvido em vazamento de texto está desclassificado

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – Apesar de a Polícia Federal (PF) ter concluído que houve um vazamento parcial do tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Remanso (BA), o Ministério da Educação (MEC) descarta a possibilidade de anular as provas. Uma professora responsável pela aplicação em um dos locais de prova da cidade teve acesso a um dos textos de apoio da redação e informou o conteúdo ao filho, inscrito no exame. Ela e o marido, também envolvido na fraude, foram indiciados por quebra de sigilo funcional.

De acordo com o MEC, o filho do casal será desclassificado. A PF na Bahia iniciou a investigação após a denúncia de um professor de cursinho de Petrolina (PE), cidade vizinha a Juazeiro. Segundo ele, o aluno o procurou horas antes do Enem perguntando o que deveria escrever se o tema fosse sobre trabalho escravo.

De acordo com o MEC, o sigilo da redação foi mantido uma vez que a mãe do aluno repassou o título de um dos textos de apoio que era O Que É Trabalho Escravo e não o tema da redação – O Trabalho na Construção da Dignidade Humana.

PF indicia casal que vazou tema de redação do Enem

Da Agência Brasil

Brasília – Uma professora da rede municipal de Remanso (interior da Bahia) e o seu marido foram indiciados pela Polícia Federal (PF) por vazarem o tema de um texto motivador da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

De acordo com nota da PF, a professora teve acesso ao tema no dia 7, segundo dia de exame, duas horas antes do início das provas e ligou para o marido para que informasse o assunto ao filho que fez a prova em Petrolina (PE). O pai pesquisou sobre o tema na internet e passou informações ao filho, que por sua vez perguntou aos seus professores sobre o tema. Um dos docentes procurados denunciou o vazamento à polícia.

O casal foi indiciado por violação de sigilo funcional (previsto no Artigo 325 do Código Penal, com pena que pode chegar a 6 anos de reclusão), e o filho teve a prova cancelada.

O crime, no entanto, não anula o Enem. O assunto vazado era de um texto auxiliar de apoio à redação, o tema efetivo da prova era O Trabalho na Construção da Dignidade Humana. A investigação da PF levou 10 dias e por meio de quebra do sigilo telefônico a PF descobriu o crime.

DPU-RJ quer indenização para alunos prejudicados por erros no Enem

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A Defensoria Pública da União no Rio de Janeiro (DPU-RJ) ajuizará uma ação contra o Ministério da Educação (MEC) pelos erros na aplicação das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O órgão quer que os candidatos prejudicados recebam uma reparação por danos morais no valor de um salário mínimo.

O MEC marcou para 15 de dezembro um novo Enem para cerca de 2 mil candidatos que foram prejudicados por um erro de montagem nos cadernos de prova amarelos, que não continham todas as 90 questões de ciências humanas e da natureza. O levantamento de quem terá direito a fazer uma nova prova está sendo feito por meio das atas das salas de prova, documento em que os fiscais registram problemas ocorridos durante a aplicação.

De acordo com nota divulgada pela DPU-RJ, os estudantes “perderam a única oportunidade que tinham de ingressar em diversas universidades públicas ou serem favorecidos no ProUni, por isso cabe o direito a uma indenização”.

Além do problema nos cadernos amarelos, a folha em que os candidatos marcam as respostas também apresentou um erro de impressão. As questões de 1 a 45 eram de ciências da natureza e as de 46 a 90, de ciências humanas, mas estavam identificadas de forma invertida. O erro ocorreu em todos os cartões distribuídos aos 3,3 milhões de participantes. O MEC ofereceu aos alunos que marcaram as respostas ao contrário a possibilidade de solicitar a correção invertida do gabarito.

A DPU recebeu mais de 4 mil e-mails de candidatos que se sentiram lesados pelos erros no exame. Segundo o órgão, esse banco de informações será utilizado para embasar a ação. A ideia é “forçar o governo federal a se organizar para evitar erros nos próximos exames nacionais, isto é, o aperfeiçoamento da máquina pública”, diz a nota.

O MEC informou que não vai se pronunciar sobre a ação enquanto não for oficialmente notificado.

Dois mil alunos farão nova prova do Enem em 15 de dezembro

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Brasília – A nova prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para estudantes prejudicados pelos erros de impressão do último exame será aplicada no dia 15 de dezembro, uma quarta-feira, às 13h. As provas serão de ciências da natureza e humanas, totalizando 90 questões.

No primeiro dia de aplicação do Enem, dia 6 de novembro, 21 mil cadernos de prova amarelos apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões. Até o momento, o Ministério da Educação identificou 2.817 estudantes que terão direito a participar dessa nova prova. Eles receberam cadernos com defeito e não puderam trocá-los por outro.

O levantamento está sendo feito a partir das atas das salas de prova. Esse documento é usado pelos fiscais para relatar qualquer problema ocorrido durante a aplicação do Enem. O número de alunos que participarão da nova edição pode aumentar, já que continua o trabalho de análise das 116 mil atas.

De acordo com o MEC, os alunos serão comunicados do novo exame por e-mail, telefone e torpedo (SMS). Também vão receber um novo cartão de confirmação com as informações sobre os locais de prova. Os candidatos receberão ainda uma declaração de comparecimento para justificar eventual ausência no trabalho ou escola, já que a prova será durante a semana.

Além do problema nos cadernos amarelos, a folha em que os candidatos marcam as respostas também apresentou um erro de impressão. As questões de 1 a 45 eram de ciências da natureza e as de 46 a 90, de ciências humanas, mas estavam identificadas de forma invertida. O erro ocorreu em todos os cartões distribuídos aos 3,3 milhões de participantes. O MEC ofereceu aos alunos que marcaram as respostas ao contrário a possibilidade de solicitar a correção invertida do gabarito.

As matérias foram copiadas do site da Agência Brasil.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s